XICA DA SILVA – 1976 (Versão sem Cortes)
BRASIL
DRAMA, ROMANCE
DIREÇÃO: Carlos Diegues
ROTEIRO: Antonio Callado, Carlos Diegues (+1)
IMDb: 7,1 https://www.imdb.com/title/tt0078512/

POSTAGEM PUBLICADA ORIGINALMENTE EM 24/01/2019.
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RMZ – HDTV EXCLUSIVO RARIDADE NOVA VERSÃO REMASTERIZADA AC3 5.1ch
Postado por Mandrake

Formato: MKV
Qualidade: HDTV 1080p (1920×1080) NACIONAL
Tamanho: 3.89 GB (Versão Menor)
Duração: 1h 56 min
Áudio: Português BR 5.1ch
Servidor: ULOZTO e UPTOBOX e GOOGLE DRIVE (06 Partes em RAR)
RMZ Encoder Uploader: Mandrake
2º Uploader: FalconNight
NOTA: Estes Arquivos foram devidamente compactados com o uso do WinRar v5.91.
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Então Pessoal, trago agora para vocês este Grande Clássico do Cinema Nacional. Trata-se de Xica da Silva, produzido pelo diretor Carlos Diegues, mais conhecido como Cacá Diegues. Se objetivo, focaliza a trajetória de Xica da Silva, apesar de seu nome correto ser “Chica da Silva”, que de escrava, tornou-se uma poderosa dama negra de nossa história, seduzindo o milionário contratador de diamantes “João Fernandes de Oliveira”, na região do Arraial do Tijuco, atual cidade de Diamantina em Minas Gerais. Promovendo luxuosas festas e banquetes, e exibindo grupos de teatro europeu, que se apresentavam nas salas de sua imensa casa, Xica da Silva ficou conhecida até na corte portuguesa. O Filme foi totalmente restaurado pelo Programa “Cinemateca Brasileira – Petrobrás” em 2009, detalhe, esta versão nova, é sem Cortes. Gravado em HDTV de Alta Definição e com a Excelente qualidade de Imagem e Áudio excelente. É mais um grande filme, uma grande raridade que você encontra só aqui, com exclusividade no “Tela de Cinema”, principalmente, aqueles que apreciam “Grandes Clássicos Imortais do Cinema Nacional”. Vale apena Conferir…
SOBRE O PROJETO:
Neste Projeto o filme recebeu apenas um leve tratamento de Imagem. O Filme já possui uma ótima qualidade por ser Remasterizado. Efetuei uma Remasterização parcial com base de cor “YCbCr444”, permitiu a correção de cenas escuras, correção de foco, contraste dinâmico e o Relux. Criei apenas 2 Textura e 1 filtragem. Já para o Novo Encode criado apenas em tamanho único. A base de cor “YCbCr444” é a mesma aplicada sobre o HDR10bit e SDR 8Bit. Para esta mesma versão, mantive o audio que já foi editado antes, que restaurou alguns trechos, algumas correções, remasterização e criada o Áudio 5.1 definitivo. Concluído mais um grande Clássico que entra em definitivo para a historia do Cinema Nacional que você só encontra aqui com esta qualidade, exclusivamente no Tela de Cinema.

– SOBRE O VÍDEO:
Versão Média – 1920×1080 – x264 – AVC – 16:9 – 29.970 FPS – High@L4 – 4140 KBPS
Áudio: Português – AC3 5.1ch – 48 kHz – 640 kbps
– SOBRE O FILME:
HDTV HDR 1080p de Ótima qualidade.
Encode criado em tamanho único
Excelente Qualidade de Imagem, mais HDR Dinâmico
Seleção das melhores imagens para esta Postagem…
– SOBRE O ÁUDIO:
Português – BR
Mídia (TV Paga / Canal Brasil)
Áudio Editado, Criado AC3 5.1ch
Ótimo filme a todos…
Mandrake

ULOZTO
PASTA COM OS ARQUIVOS: XICA DA SILVA
UPTOBOX – 90 DIAS DE DOWNLOAD
PARTE 01: XICA DA SILVA
PARTE 02: XICA DA SILVA
PARTE 03: XICA DA SILVA
PARTE 04: XICA DA SILVA
PARTE 05: XICA DA SILVA
PARTE 06: XICA DA SILVA
GDRIVE
PARTE 01: XICA DA SILVA
PARTE 02: XICA DA SILVA
PARTE 03: XICA DA SILVA
PARTE 04: XICA DA SILVA
PARTE 05: XICA DA SILVA
PARTE 06: XICA DA SILVA
SENHA:


O filme focaliza a trajetória de Xica da Silva, que de escrava, tornou-se a primeira dama negra de nossa história, seduzindo o milionário contratador de diamantes João Fernandes de Oliveira. Promovendo luxuosas festas e banquetes, e exibindo grupos de teatro europeu, que se apresentavam nas salas de sua imensa casa, Xica da Silva ficou conhecida até na corte portuguesa. A ostentação atingiu aspectos surrealistas, quando João Fernandes de Oliveira satisfez o caprichoso desejo de sua amante de fazer uma viagem marítima sem sair da região, construindo um lago artificial e uma caravela manobrada por uma tripulação de dez homens.

Xica da Silva é um filme brasileiro, dirigido por Carlos Diegues, baseado no livro homônimo de João Felício dos Santos em 1976, com Zezé Motta e Walmor Chagas nos papéis principais. Adécio Moreira Jr. em sua crítica para o Poses e Neuroses disse que “além do contexto histórico, o filme ‘Xica da Silva’ não se ateve somente à retratação política, mas usou e abusou de diversos elementos tidos como popularescos, além de muito bom humor e sincretismo. ‘Xica da Silva’ acabou ficando datado, principalmente porque está muito mais ligada ao imaginário popular a adaptação para a TV em forma de novela, que foi escrita por Walcyr Carrasco. No entanto, vale muito a pena conhecer este que eu considero um verdadeiro achado.”
O filme focaliza a trajetória de Xica da Silva, que de escrava, tornou-se a primeira dama negra de nossa história, seduzindo o milionário contratador de diamantes João Fernandes de Oliveira. Promovendo luxuosas festas e banquetes, e exibindo grupos de teatro europeu, que se apresentavam nas salas de sua imensa casa, Xica da Silva ficou conhecida até na corte portuguesa A ostentação atingiu aspectos surrealistas, quando João Fernandes de Oliveira satisfez o caprichoso desejo de sua amante de fazer uma viagem marítima sem sair da região, construindo um lago artificial e uma caravela manobrada por uma tripulação de dez homens.
Ao ouvir o nome Xica da Silva, poucos são os que não se lembram, de imediato, do trecho da música de Jorge Ben Jor e Roberto Menescal, tema do filme de mesmo nome de Cacá Diegues, lançado em 4 de setembro de 1976. Assim como a música,
a figura de Xica da Silva aind
a é muito presente no imaginário dos brasileiros.
Um dos maiores sucessos do cinema nacional, o filme é baseado na vida de Xica da Silva, uma escrava negra que, no século XVIII, tornou-se “rainha” do Arraial do Tijuco, atual Diamantina (MG), ao conquistar o representante da Coroa Portuguesa, o fidalgo João Fernandes. O contratador de diamantes se apaixonou por Xica, dando-lhe a alforria e casando-se com a ex-escrava.
A história de “Xica” é sobre uma mulher maravilhosa que tem a força potencial do seu povo, além de muitas qualidades pessoais e espirituais – disse Cacá Diegues em entrevista ao GLOBO, na edição do dia 13 de novembro de 1982.
A atriz Zezé Motta deu vida à personagem-título, uma mulher atrevida, doce e alegre, que virou mito. Sua atuação rendeu-lhe diversos prêmios como melhor atriz, entre eles o Air France de Cinema, o Candando, do Festival de Brasília, o Governador do Estado de São Paulo e o Troféu Coruja de Ouro. Walmor Chagas interpretava João Fernandes, e o elenco tinha ainda Stepan Nercessian, Elke Maravilha e José Wilker.
Cacá Diegues contou que a inspiração para fazer o filme aconteceu ao assistir o desfile do Salgueiro, no carnaval de 1963, que homenageava a ex-escrava. Além do relacionamento improvável entre um representante da Coroa e uma escrava, transformada em rainha dos diamantes, o filme abordou o abuso de poder e a exploração colonial, mas sempre em uma atmosfera carnavalesca. A cena mais emblemática é a que Xica desfila até a igreja da cidade com sua carta de alforria na mão, sorridente e confiante, rodeada por mucamas a festejar o acontecimento. A ex-escrava usa peruca loura, um rico vestido e joias para mostrar o quanto era poderosa. “Xica da Silva” mostra que a influência da ex-escrava não se limita à vida amorosa de João Fernandes. Ela pode ser percebida na política, na economia e na moda da região do Tijuco. Vivendo em um palácio, com direito a um lago artificial, ela aproveita para se vingar das humilhações sofridas, pune seus inimigos e protege os escravos foragidos.
O longa foi um grande sucesso de bilheteria, levando mais de 3,1 milhões de pessoas aos cinemas do país. Além dos prêmios de melhor atriz para Zezé, a produção conquistou o Moliére e o Candango, de melhor filme e diretor. Após 20 anos da estreia do filme, Zezé Motta foi convidada para uma participação especial na novela “Xica da Silva”, sob direção de Walter Avancini, na TV Manchete. Sua personagem era Maria da Silva, mãe de Xica da Silva, interpretada por Taís Araújo.

Na segunda metade do século XVIII, a Coroa Portuguesa institui para o distrito Diamantino um sistema de Contratos que garantia o monopólio da extração de pedras preciosas a um capitalista português escolhido pelo rei. O mais famoso desses contratadores foi João Fernandes de Oliveira que, tendo implantado sistemas modernos e eficazes, acabou por descobrir lavras riquíssimas nos rios e nas montanhas da região. Sua imensa fortuna, maior talvez que a própria Coroa, começou a se tornar incômodo para Lisboa. Por essa época, pouco antes da Inconfidência Mineira, sopros de rebelião se espalhavam pelas províncias da Colônia e o gérmen da independência começava a impregnar o sangue de alguns brasileiros, como José, filho do sargento-mór, que vai para Vila Rica defender suas idéias políticas . Mas o que mais escandalizou a Corte Portuguesa foi a ascensão, no bojo dessa prosperidade perigosa, de uma verdadeira rainha negra, uma ex-escrava a quem João Fernandes se juntara por amor: Xica da Silva. Em breve, Xica domina tudo e dita a política, a moda e a economia da região, vingando-se das humilhações sofridas quando ainda era escrava e mesmo depois que foi alforriada. Mas as extravagâncias de Xica, sustentadas por João Fernandes, acabam chamando a atenção da Corte que envia um Fiscal, o Conde de Valadares. Com a chegada do Conde, a vida do casal se torna um inferno. O contratador é destituído do cargo e deportado para Portugal, deixando Xica sozinha contra uma cidade que se volta contra a ex-escrava.
O filme Xica da Silva (1976), produzido pelo diretor Carlos Diegues 1, mais conhecido como Cacá Diegues, (Maceió, 19 de maio de 1940), focaliza a trajetória de Xica da Silva (apesar de seu nome correto ser Chica da Silva), que de escrava, tornou-se uma poderosa dama negra de nossa história, seduzindo o milionário contratador de diamantes João Fernandes de Oliveira, na região do Arraial do Tijuco, atual cidade de Diamantina em Minas Gerais. Promovendo luxuosas festas e banquetes, e exibindo grupos de teatro europeu, que se apresentavam nas salas de sua imensa casa, Xica da Silva ficou conhecida até na corte portuguesa. A ostentação atingiu aspectos surrealistas, quando João Fernandes de Oliveira satisfez o caprichoso desejo de sua amante de fazer uma viagem marítima sem sair da região, construindo um lago artificial e uma caravela manobrada por uma tripulação de dez homens. No final, o contratador João Fernandes é levado de volta para Portugal sob a acusação de corrupção (grande parte, demonstrada pelos gastos com caprichos de sua concubina) e Xica da Silva fica sozinha, hostilizada pela sociedade que antes a temia. Acaba se exilando no mosteiro de negros construído por João Fernandes para ela.
Segundo o próprio Cacá, “florescem inteiras as idéias sobre um certo espetáculo cinematográfico que sempre procurei; Jeanne Moreau, ao vê-lo em Paris, me disse que era “um Lola Montès selvagem” (…) Neste filme, encontrei Zezé, uma irmã querida desde então, uma princesa do Brasil”. Baseado no romance “Memórias do Distrito de Diamantina” de João Felício dos Santos, o filme conta a história (romanceada) da escrava Chica da Silva, que se tornou um mito na região de Diamantina (MG) ao seduzir o rico contratador de diamantes João Fernandes de Oliveira. Chica ficou reconhecida na região como a ‘Chica que manda’, já que possuía um sobrado e alguns escravos. Sua casa ficava na rua do Bonfim, local prestigiado do arraial, com uma capela própria. Possuía ainda, nos arredores do Arraial do Tijuco, uma espécie de castelo, a chácara de Palha, com capela e teatro. Ali, Chica promoveu luxuosas festas e banquetes, e sua fama chegou até à corte portuguesa.
Quando recebi o convite, minha primeira reação foi de surpresa, depois senti uma nostalgia… – disse em entrevista, às
v
esperas da estreia da novela, em 17 setembro de 1996.
Cacá Diegues foi eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras em 30 de agosto de 2018, sucedendo o amigo e cineasta Nelson Pereira dos Santos na cadeira número7.


















PREMIAÇÕES
Festival Brasil de Cinema 1976
Vencedor do Troféu Candango
Premiados:
(Melhor Filme)
Carlos Diegues
(Melhor Diretor)
Carlos Diegues
(Melhor Atriz)
Zezé Motta
Prêmio Air France de Cinema 1976
Premiações
(Melhor Filme)
Carlos Diegues
(Melhor Diretor)
Carlos Diegues
(Melhor Atriz)
Zezé Motta
Prêmio Governador do Estado de São Paulo, 1977
Premiações
(Melhor Atriz)
Zezé Motta
(Melhor Montagem)
Prêmio Coruja de Ouro, 1976
Instituto Nacional de Cinema
(Melhor Atriz)
Zezé Motta
(Melhor Atriz Coadjuvante)
Elke Maravilha,
Melhor Fotografia
Melhor Coreografia
Festival de Filmes SESC Brazil 1977
Prémio de Críticos Vencedores
Premiados:
(Melhor Filme)
Carlos Diegues

Zezé Motta…………………………….Xica da Silva
Walmor Chagas……..Comendador João Fernandes
Altair Lima……………………………………Intendente
Stepan Nercessian…………………………………..José
José Wilker………………………O Conde de Valadares
Elke Maravilha…………………………………..Hortensia
Marcus Vinícius……………………………………..Teodoro
João Felicio dos Santos……………………………Pároco
Dara Kocy…………………………………………..Zefina
Adalberto Silva…………………………………..Cabeça
Julio Mackenzie……………………………..Raimundo
Beto Leão……………………………………..Mathias
Luis Motta………………………………..Taverneiro
Paulo Padilha……………………………….Ourives


# País – Brasil
# Edição – Mair Tavares
# Figurinos – Anisio Medeiros
# Fotografia – Guido Cosulich
# Maquiagem – Luis Carlos Ripper
# Efeitos Especiais – Sergio Farjalla
# Direção de Arte – Luis Carlos Ripper
# Produção – Jarbas Barbosa / Airton Correa
# Musica – Jorge Ben Jor / Roberto Menescal
# Distribuidora – Embrafilme / Sagres Filmes / Unifilms
# Produtora – Embrafilme / Distrifilmes Ltda / Terra Filmes
# Restauração – Cinemateca Brasileira – Petrobrás Edição 2009


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