VAI TRABALHAR VAGABUNDO (HDTV/NACIONAL/1080P) – 1973
VAI TRABALHAR VAGABUNDO 1973
BRASIL
COMÉDIA
DIREÇÃO: Hugo Carvana
ROTEIRO: Hugo Carvana, Armando Costa
IMDb: 6,7 https://www.imdb.com/title/tt0143972/

RMZ HDTV REMASTERIZADO INÉDITO EXCLUSIVO RARO AC3 5.1ch
Postado por Mandrake

Formato: MKV
Qualidade: HDTV 1080p (1920×1080)
Tamanho: 3.02 GB (Versão Menor)
Duração: 1 h 39 min
Áudio: Português BR AC3 5.1ch Mod
Menu: Português Trash 01 Capítulo
Servidor: Mega – Google Drive – Ulozto – LetsUpload (Compactadas Winrar)
RMZ Encoder Uploader: Mandrake
NOTA: Estes Arquivos foram devidamente compactados com o uso do WinRar v5.71.
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E chega mais uma Comédia Inesquecível de um grande Ator e Diretor que deixou saudades em nossas Telas. Trata-se da Comedia Clássica“Vai trabalhar Vagabundo”. Dirigido por “Hugo Carvana” onde também é o protagonista no papel principal do longa, traz um grande elenco de peso em seu primeiro filme Escrito, Dirigido que fez um grande sucesso e conquistou muitos Prêmios. Nessa historia, Dino (Hugo Carvana) acabou de deixar a prisão e quer aproveitar a liberdade, revendo os antigos e velhos amigos e namoradas. Porém, ele se recusa a trabalhar, preferindo viver na vadiagem. Ao saber que o local onde jogava sinuca está em baixa, ele elabora um plano que fará com que o maior confronto da história da malandragem carioca, entre Babalu (Nelson Xavier) e Russo (Paulo César Pereio), aconteça mais uma vez. Só que Russo está internado em um hospício, enquanto que Babalu deixou a sinuca após se casar com Vitória (Rose Lacreta). E Nada que Dino, com sua velha lábia e seu jeitinho carioca, não possa resolver. Gravado em HDTV de altíssima qualidade, é mais um grande Clássico Nacional, mais uma grande raridade, totalmente Restaurado e Remasterizado que você encontra só aqui com exclusividade no Tela de Cinema. Vale apena conferir…

O Projeto desta filme, incide em alguns fatores, uma a necessidade de uma segunda Remasterização completa do filme. O Filme antes já teria ganho uma Masterização, que por sinal podia ser melhorada ainda mais. As correções e aprimoramentos de imagem vão desde fix de cor, brilho intenso, contraste ativo, solido e dinâmico, foco, densidade e Matrix. Criei 5 Texturas e 3 Camadas seguindo a base original de cor sem alterar o filme. A Base de cor padrão foi “YCbCr444” para HDR10bit e SDR8bit. O resultado ficou bem melhor o esperado e superior a Imagem Original do filme que já era boa em Full HD. Já o áudio, efetuei uma edição completa, retirei alguns pequenos chiados, pontos de distorções, alguns pulos, normalizei volume e melhorei a qualidade e o resultado final foi um áudio de qualidade superior em 5.1 autentico. Bom é isso, está finalizado mais um grande Projeto. Vamos a “Descrição Completa do Filme” e já na sequência os “Previews” sobre o Projeto e posteriormente o “Trailer Personalizado”, Descrição do Filme, Links, Lista de Servidores, Críticas, Curiosidades, Screenshots, Premiações, etc.
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▂ ▃ ▄ ▅ ▆ ▇LEIA A DESCRIÇÃO DO FILME▇ ▆ ▅ ▄ ▃ ▂
É MAIS UMA COMÉDIA IMPERDÍVEL, UMA OUTRA GRANDE RELÍQUIA DO CINEMA NACIONAL, DO ATOR E DIRETOR HUGO CARVANA, ESTRELANDO HUGO CARVANA, ODETE LARA, PAULO CÉSAR PERÉIO E GRANDE ELENCO. É MAIS UM TITULO INÉDITO, EXCLUSIVO E RARÍSSIMO, TOTALMENTE RESTAURADO E REMASTERIZADO POR MIM. HDTV DE EXCELENTE QUALIDADE, VOCÊ ENCONTRA JUNTO AO MEU PROJETO EXCLUSIVO AQUI NO “TELA DE CINEMA”, COM ESTA ÓTIMA QUALIDADE DE SEMPRE. RECOMENDO!!! ASSISTAM!!! ABS… MANDRAKE
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───══✮ PREVIEW HDTV VERSÃO ORIGINAL 1080p ✮══───
───══✮ PREVIEW HDTV VERSÃO REMASTERIZADA 1080p ✮══───


– SOBRE O VÍDEO:
Versão Menor – 1920×1080 – x264 – AVC – 16:9 – 29.970 FPS – [email protected] – 3681 KBPS
Áudio: Português – AC3 5.1ch Mod – 48 kHz – 640 kbps
Capítulos: Menu Português (Trash 01 Capítulos)
– SOBRE O FILME:
Encode HDTV Remasterizado
Encode criado da Base Fonte HDTV em Tamanho Único
Criado Spoiler Info (Descrições Parciais)
Criado Spoiler Media Info (Descrições Completas)
Criado Preview Imagem Original
Criado Preview Imagem Versão Remasterizada
Criado Trailer Personalizado
Excelente Qualidade de Imagem
Seleção das melhores imagens para esta Postagem…
– SOBRE O ÁUDIO:
RMZ Áudio Português
Fonte (TV paga / Canal Brasil)
Mídia (Canal Brasil)
Áudio Editado, Remasterizado, Mod, Criado AC3 5.1ch Resync
Áudios no formato AC3 5.1ch
Qualidade: Áudio Principal 5.1ch 48 kHz 640 kbps
– NOVOS SERVIDORES:
Novos Servidores Disponíveis para Download Online
Mega – Google Drive – Ulozto – LetsUpload
Escolha o Servidor abaixo, Clique em”Parte Única”…
Bom Filme a todos!!!
Mandrake

VAI TRABALHAR VAGABUNDO VERSÃO MENOR 3.02 GB










Dino (Hugo Carvana) acabou de deixar a prisão e quer aproveitar a liberdade, revendo os velhos amigos e namoradas. Ele se recusa a trabalhar, preferindo viver na vadiagem. Ao saber que o local onde jogava sinuca está em baixa, ele elabora um plano que fará com que o maior confronto da história da malandragem carioca, entre Babalu (Nelson Xavier) e Russo (Paulo César Pereio), aconteça mais uma vez. Só que Russo está internado em um hospício, enquanto que Babalu deixou a sinuca após se casar com Vitória (Rose Lacreta). Nada que Dino, com sua lábia, não possa resolver.

O longa é um dos cinco grandes filmes dirigidos por Carvana, que completaria 80 anos em 2017. Vai Trabalhar Vagabundo conta a história de Dino, típico malandro carioca, que sai da prisão e dedica seus primeiros momentos a admirar sua bem-amada cidade do Rio de Janeiro. As ruas fervilham de gente alegre e desinibida.
Sem nada mais estimulante a fazer, Dino dirige-se para o Jockey Club Brasileiro onde reencontra um velho amigo, Tainha, que lhe entrega mil cruzeiros para serem jogados numa ‘barbada’, no páreo seguinte. Ao se dirigir às apostas com o dinheiro na mão, Dino esbarra com Shirley, doméstica da Zona Sul e mulata do tipo ‘exportação’, que mexe com todos os seus estímulos, fazendo-o negligenciar a aposta. Programa traçado, os dois vão parar numa gafieira. E a noitada gloriosa tem seu epílogo no apartamento onde Shirley trabalha, em boa hora desocupado de patrões impertinentes.
No filme, Dino (o próprio Carvana) é um malandro que ao sair da cadeia procura continuar a fazer da vida aquilo que sempre fez: absolutamente nada. Notem que não existiria Dino sem Rio e Rio sem Dino. Levado para qualquer outro espaço, o tipo murcharia e seu way of life não faria sentido. Alimentando-se da geografia exuberante, da fauna social que manipula, dos refúgios nos casebres da favela, há em Dino um carioquismo militante de anedota, na fronteira entre a realidade e o estereótipo.
Antropologicamente, o malandro pode ser explicado pela proximidade da população da antiga capital com o poder e a ordem estabelecidos – o que a tornava mais resistente e debochada a eles. Em uma explicação psicanalítica, o malandro é aquele que insatisfeito com a interdição, o controle paterno (a lei), sublima a castração através de artifícios de resistência e fuga, criando para si uma compensação de self, ou melhor dizendo, criando um mundo onde estes conflitos desapareçam e triunfe o prazer, o Eros.
O que torna o filme interessante, no entanto, não é só o personagem, mas sua busca por um sentido. Quanto mais pretende vagabundear, mais Dino é posto para agir, criar, trabalhar. Em suma, como bom carioca e malandro que se preze, sua embromação e seu savoir-affair são motivos de quase-arte, quase-mérito. Ironia absoluta é precisar fazer um esforço maior do que um emprego formal para sustentar exatamente sua negação ao formalismo sócio-econômico.
Carvana opera o tempo todo com signos: o homem branco e pobre brasileiro guarda na mistura racial do país sua delícia, sua vazão existencial. Sendo amante da empregada negra (Zezé Motta) de um apartamento na Lagoa, Dino se apaixona também pela dona da casa (Odete Lara), loira fidalga que, apesar disto, vive de golpes tanto quanto o próprio Dino. Discute-se, em nível maior, a descrença na integridade moral da sociedade, anulando-se assim o aspecto dos feitos de Dino como contravenção ou desvio de conduta. Em um país onde todos erram, que mal há em ser errado?
Posicionando o espectador na torcida pelo herói, a trama avança as peças e para pagar um saldo de jogo, Dino precisa organizar um campeonato de sinuca. Recorda na lenda urbana, no imaginário popular, os dois maiores jogadores da cidade. Um deles, Russo (Paulo César Peréio), foi parar literalmente no Pinel. Outro, Babalu (Nelson Xavier), largou a sinuca e virou represente comercial em botequins. A ida de Dino para buscá-lo, em uma pequena casa da favela, e sua posterior argumentação para que o amigo volte a ativa – para que não massacre seu talento em benefício de uma moral burguesa –, dizem mais sobre a luta de classes do que mil tratados sociológicos.
E a trilha-sonora emocionante de Chico Buarque, as externas de um Rio-73 pleno de luz, alegria e sol, o riso fácil dos párias que deveriam chorar de amargura e a instrução didática que o filme propõe, conduzindo o espectador pela mão, já bastariam para incluí-lo como parte do currículo de qualquer universidade do mundo que estude cultura brasileira. Mas o que o leva a ser um dos maiores filmes nacionais é, sobretudo, a capacidade de se antecipar em documento vivo das mudanças que massacravam a cidade, das idiossincrasias do fascinante e dionisíaco povo carioca e das razões óbvias que encaminharam a Cidade Maravilhosa para a encruzilhada em que se encontra na atualidade.
Ao longo de sua filmografia, tal como David Neves, Carvana foi desfiando o carretel e tornando-se comentador do próprio tema. Mas ao assistí-lo aprendemos a amar uma Ipanema que não conhecemos, um apartamento em Copacabana que nunca freqüentamos e uma birosca no subúrbio na qual nunca beberemos. Portanto, se a raça humana desaparecer e do Rio sobrar apenas uma cópia de “Vai Trabalhar, Vagabundo!”, ainda assim no futuro conhecerão a lenda, o mito de quem nasceu ou viveu naquele pedaço de terra onde um dia construíram uma bela metrópole, entre as montanhas e o mar.

Hugo Carvana, primordialmente um filho de Ipanema, começa sua trajetória no cinema como ator em meados dos anos 50 e chega à direção, no início dos anos 70, pronto para colocar em prática aquilo que tinha aprendido em quase duas décadas de ofício.
Assim é que Carvana captou o rumo das coisas e, como a alma onipresente que tudo vê e tudo sabe, recriou em meia dúzia de filmes uma metáfora do que era, foi e seria sua cidade – do passado triunfante aos dias incertos e conturbados de hoje, quase previstos em “Vai Trabalhar, Vagabundo!” (1973), exatos trinta e três anos atrás.
Primeiro filme dirigido por Hugo Carvana, que também protagoniza a trama, Vai Trabalhar, Vagabundo (1973) tem grande elenco que reúne nomes como Nelson Xavier, Paulo César Pereio, Odete Lara, Otávio Augusto e Zezé Motta. A comédia fez grande sucesso e teve seu lado Critico muito bom e conquistou diversos prêmios. No Festival de Gramado, ganhou na categoria Melhor Filme. O diretor Hugo Carvana recebeu o Prêmio Especial no Prêmio Air France.
O longa também recebeu o Prêmio Coruja de Ouro do Instituto Nacional de Cinema enquanto Armando Costa e Hugo Carvana foram reconhecidos na categoria Melhor Roteiro. Vai Trabalhar, Vagabundo também levou o Prêmio Cariddi de Ouro no Festival de Taormina (Itália). O filme também foi lembrado com os Prêmios de Melhor Argumento para Armando Costa Armando e Hugo Carvana no Festival de Messina (Itália) que também premiou Chico Buarque e Roberto Menescal na categoria Melhor Música.
Vai Trabalhar, Vagabundo! é um filme brasileiro de 1973, do gênero comédia. Dirigido por Hugo Carvana, foi sua primeira obra.
– Em São Paulo o filme foi proibido para menores de 18 anos, por conter, segundo a censura federal, cenas de sexo (não explícito) e “linguagem chula”.
– Vendido para a França, Suíça, Chile, México, Africa, Espanha e EUA– Convidado para a Quinzena dos Realizadores, no Festival de Cannes de 1974
– Seguido por Vai Trabalhar, Vagabundo II – A Volta (1991).

















INDICAÇÕES
Festival Internacional de Filmes Taormina 1974 (Itália)
Indicado ao Prêmio “Cariddi d’Óro “
Opera Prima (Primeira Obra)
Hugo Carvana
PREMIAÇÕES
Festival de Filmes de Gramado 1974
Vencedor do Prêmio “Golden Kikito”
(Melhor Filme)
Hugo Carvana
Festival Internacional de Filmes Taormina 1974 (Itália)
Vencedor do Prêmio Cariddi d’Óro
Opera Prima (Primeira Obra)
“Primeiro Melhor Filme”
Hugo Carvana
Prêmio Air France 1973 (Brasil)
Vencedor na Categoria Cinema
Instituto Nacional de Cinema 1973 (Brasil)
Vencedor do Prêmio Coruja de Ouro
Cineclube de Marília 1975 (Brasil)
Vencedor do Prêmio Curumim.
Festival de Messina (Itália)
Vencedor na categoria de melhor roteiro e melhor trilha sonora
(Chico Buarque de Holanda e Roberto Menescal).

Hugo Carvana………Secundino Meireles
Odete Lara………………………….Heloisa
Paulo César Peréio…………………..Russo
Nelson Xavier………………………….Babalu
Rose Lacreta…………………………….Vitória
Roberto Maya…………………………Azambuja


# País………………………Brasil
# Musica………….Chico Buarque
# Edição………….Nazareth Ohana
# Figurino…………..Régis Monteiro
# Design……………..Régis Monteiro
# Fotografia……………José Medeiros
# Design…………………..Paulo Chada
# Produção……………….Paulo Bertazzi
# Produtora……………………Alter Filmes
# Distribuidora…………….Ipanema Filmes


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