RIO BABILÔNIA (HDTV/1080P/NACIONAL) – 1982
Babylon River – 1982
BRASIL
COMÉDIA – DRAMA – POLICIAL
DIREÇÃO: Neville de Almeida
ROTEIRO: Ezequiel Neves, João Carlos Rodrigues (+2)
IMDb: 5,0 https://www.imdb.com/title/tt0143837/

RMZ HDTV 1080p – INÉDITO RARO E EXCLUSIVO
PELA PRIMEIRA VEZ EM FULL HD – AC3 5.1ch Mod
Postado por Mandrake

Formato: MKV
Qualidade: HDTV 1080p (1920×1080) 16:9
Tamanho: 3.92 GB
Duração: 1 h 49 min
Legenda: S/L
Áudio: Português-BR Versão Exclusiva AC3 5.1ch Mod
Menu: Português BR 1 Capítulo (Small)
Crédito RMZ, Edição, Áudio Modificado: Mandrake
Servidor: Mega 1 – GDrive – Ulozto – Mega 2 (Parte Única) Compactada Winrar
RMZ Encoder Uploader: Mandrake
NOTA: Estes Arquivos foram devidamente compactados com o uso do “WinRar v5.80”.
Utilize esta mesma versão do Programa para extração correta dos arquivos sem erros.

É hora de mais um novo Clássico Inesquecível do Cinema Nacional que desembarca no Tela de Cinema. Trata-se do Clássico “RIO BABILÔNIA” filme Raro Nacional de grande sucesso. Nossa história começa quando um funcionário de relações públicas é convidado a orientar o famoso milionário americano durante sua estadia no Rio de Janeiro. Neste curso, ele se envolve nas situações mais bizarras, de mega-festas orgias, ménages sexy-a-trois a confrontos com a polícia, reuniões com traficantes e estrelas de cinema, enfrentando corrupção e até assassinato. Gravado em “HDTV 1080i”, editado e convertido posteriormente em “HDTV 1080P”, encoder de altíssima qualidade, este é mais um grande Sucesso do Cinema Nacional, que você encontra aqui com exclusividade unica, pela Primeira vez em “Full HD” e sem Lags, no Tela de Cinema. Vale apena conferir.

Sobre o Projeto deste Filme, não houve necessidade de Remasterização, pois apresenta uma boa Imagem de excelente definição. Efetuei alguns ajustes padrões essenciais no HDR e alguns outros melhoramentos de qualidade para conversão de “HDTV 1080i” para Encode final do “HDTV 1080P”. Criei 3 Camadas e mais duas Texturas para efetuar pequenas correções. E para quem possui a opção de ativar o HDR, terá cores ainda mais autenticas. Já o resto fica por conta da minha “RTX 2070” e do meu Editor “Davince Resolve Pro”. Encode” criado em tamanho Único. O áudio apesar de possuir uma boa qualidade, editei, Remasterizei, reduzi o chiado, normalizei o volume ao máximo, apliquei mais graves e agudos, atenuei a reverberação e criei efeito surround. E por fim criei o Áudio Dolby (AC3) 5.1ch Mod final de excelente qualidade. Está pronto mais um Projeto. Vamos começar logo abaixo, com a “Descrição Completa do Filme”, Info e Media Info do Filme, logo após “Previews”, Trailer Personalizado, na sequência, Descrição do Filme, Link’s , Lista de Servidores, Críticas, Curiosidades, Screenshots, Premiações, Elenco Completo, Ficha Técnica Completa, etc.
▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ஜ۩۞۩ஜ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬
▂ ▃ ▄ ▅ ▆ ▇LEIA A DESCRIÇÃO DO FILME▇ ▆ ▅ ▄ ▃ ▂
É MAIS UM GRANDE CLÁSSICO EXCLUSIVO, INÉDITO E RARO DO NOSSO CINEMA NACIONAL… DO DIRETOR “Neville de Almeida” COM ROTEIRO DE “Ezequiel Neves, João Carlos Rodrigues” dentre outros. JUNTO A GRANDE ELENCO… PELA PRIMEIRA VEZ EM FULL HD, FEITO UNICAMENTE E EXCLUSIVAMENTE PARA O TELA DE CINEMA… ESTE GRANDE CLÁSSICO, É MAIS UMA “VERSÃO INÉDITA, RARISSÍMA E EXCLUSIVA”. GRAVADO EM HDTV REAL DE ALTÍSSIMA QUALIDADE DE IMAGEM E ÁUDIO. É MAIS UM GRANDE SUCESSO DESTE ÍCONE DO CINEMA NACIONAL, QUE VOCÊ ENCONTRA JUNTO AO MEU PROJETO EXCLUSIVO SOMENTE AQUI NO “TELA DE CINEMA” COM ESTA QUALIDADE DE SEMPRE. RECOMENDO!!! BOM FILME A TODOS!!! ABS… MANDRAKE
br>
▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ஜ۩۞۩ஜ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

───══✮ PREVIEW “HDTV” 1080i VERSÃO ORIGINAL✮══───
───══✮ PREVIEW “HDTV” 1080P VERSÃO FINAL✮══───


– SOBRE O VÍDEO:
Versão Média – 1920×1080 – x264 – AVC – 16:9 – 29.970 FPS – [email protected] – 4497 KBPS
Áudio: Português-BR Versão Exclusiva Editada AC3 5.1ch Mod 48.0 kHz 640 kbps
Capítulos: Menu Português BR (1 Capítulo) Small
– SOBRE O FILME:
Encode HDTV Remasterizado
Encode criado em Tamanho Único
Fonte
(Canal Brasil / Tv Paga)
Criado Spoiler Info (Descrições Parciais)
Criado Spoiler Media Info (Descrições Completas)
Criado Preview HDTV 1080i e 1080P Remasterizado
Criado Trailer Personalizado
Excelente Qualidade de Imagem
Seleção das melhores imagens para esta Postagem…
– SOBRE O ÁUDIO:
RMZ Áudio Português
Áudio Editado, Restaurado
Criado Áudio AC3 5.1ch Mod Final Resync
Áudios no formato AC3 5.1ch Mod
Qualidade: Áudio Principal 5.1ch Mod 48 kHz 640 kbps
– LISTA DE SERVIDORES:
Servidores Disponíveis Online para Download
Mega 1 – GDrive – Ulozto – Mega 2
Escolha o Servidor abaixo de sua Preferência
Ótimo Filme a todos!!!
Mandrake

RIO BABILÔNIA 1982 (1920 X 1080) 16:9 AC3 5.1 – 3.92 GB










Um Jornalista é convidado a acompanhar um traficante internacional de ouro em sua estadia no Rio de Janeiro, e começa a investigar sua vida. Eles acabam passando por diversas situações na cidade, desde muitas festas até confrontos com a Polícia.

Sete últimos dias do ano, Rio de Janeiro. A beleza e a grandiosidade da cidade em vista aérea. Crianças da favela descem o morro para roubarem as sobras dos habitantes privilegiados. Marciano nos conduz pela cidade; típico carioca, sobrevive de eventuais trabalhos. No momento, como guia turístico acompanha Dr. Liberato, apelidado Mr. Gold, um contrabandista de ouro que volta ao país. Vera Moreira é uma jornalista corajosa que tem informações contra Mr. Gold e por isso corre perigo. Vera e Marciano se conhecem e ela o faz cúmplice do seu projeto de denunciar Liberato. Marciano também acompanha Linda Lamar, estrela internacional em busca do exotismo do país. Ela se apaixona por Bira, passista de uma escola de samba. Festejos de fim de ano. Cláudia e Eduardo oferecem uma festa extravagante. Bebida, droga e erotismo, se misturam a um assalto. Marciano amanhece o dia na praia. O sol começa a nascer.
“Rio Babilônia” é um razoável filme nacional. Realizado pelo cineasta Neville de Almeida, que também participa da elaboração do roteiro, o filme narra a história de uma jornalista e sua luta para colocar um famoso contrabandista na cadeia.
Partindo de um razoável roteiro, Neville consegue realizar um bom trabalho. O filme conta ainda com um ótimo design de produção e com um elenco de primeira grandeza, onde se destacam as atuações de Christiane Torloni e Jardel Filho.
O documentário, que refaz a polêmica trajetória do diretor de “Matou a família e foi ao cinema” e “Os sete gatinhos”, revela ainda que Jardel Filho chegou a filmar depois de tomar um porre (e ainda perguntou ao diretor: “tem certeza que isso é arte?”). Outro momento explica a demissão de Chico Diaz do elenco do filme “Navalha na carne”, estrelado por Vera Fischer em 1997. O ator se recusava a viver um gay mais afeminado, sendo substituído de última hora por Carlos Loffler.
Lançado em 1982, o filme “Rio Babilônia” tem a cena de sexo mais famosa e comentada do cinema nacional. Os personagens de Denise Dumont, Joel Barcellos e Pedro Aguinaga transam ao amanhecer na piscina de uma mansão. A sequência não impactou apenas o público, mas também os atores em cena. Teve quem confundisse ficção com realidade.
É segundo o que revela Denise em entrevista ao documentário “Neville D’Almeida – Cronista da beleza e do caos”, dirigido por Mario Abbade e que está em cartaz nos cinemas. Denise Dumont surpreendentemente revela que foi ali que ela se apaixonou pelo
ator Joel Ba
rcellos, destruindo o que casamento que tinha com o escritor e autor de novelas “Euclydes Marinho”.
Neville D´Almeida foi muito corajoso, quando trouxe um filme tão polemico onde Um turista é guiado pela noite carioca e fica louco com um universo cheio de liberdade, libertinagem e despudor. O longa traz uma cena de ménage à trois real em plena piscina. Tudo isso, vale destacar, em plena Ditadura Militar.
Quando “Rio Babilônia”, de Neville d’Almeida, saiu em 1982, o filme foi criticado pelo excesso de cenas de sexo, o que o fez ser vinculado ao universo das pornochanchadas. A ser exibida na mostra “Neville d’Almeida – Cronista da Beleza e do Caos”, que vai começar amanhã e seguirá em cartaz até 15 de outubro no Cine Humberto Mauro, com outras produções desse diretor, a obra é emblemática do lugar ambíguo que ele passou a ocupar desde então.
Criticados por uns e aclamados por outros, os trabalhos de Neville poderão ser revisitados em sessões comentadas. A ideia é justamente colocar em discussão perspectivas sobre o legado do cineasta que, de acordo com Mário Abbade, curador do projeto, ainda é muito mal compreendido. “Ele fez ‘Rio Babilônia’, um filme que foi acusado de apresentar uma versão deturpada da cidade, feita para chocar e ganhar dinheiro, mas que anos depois parece ser premonitório do que está acontecendo no Rio de Janeiro hoje. O tráfico de drogas, os problemas com a política, os arrastões estão todos lá em ‘Rio Babilônia’”, pontua o crítico.
Rio Babilônia(1982, dirigido por Neville de Almeida) é sem sombra de dúvidas o melhor filme que o cinema nacional produziu na era da pornochanchada. Muitos acreditam que o filme não passa de um amontoado de cenas pornográficas que fazem uma ode à sacanagem, porém essas pessoas se esquecem que existe uma história intrigante entre uma e outra cena imoral.
A história é riquíssima em personagens caricatos pouco explorados e existe uma fortíssima crítica social embutida no filme, que é despercebida devido o pesado recheio pornográfico que há durante todo o filme. O vocabulário dos personagens é tão rasteiro e permeados por palavrões que deixaria qualquer filme atual baseado na obra de Shakeaspeare.
Primeiro, para entender Rio Babilônia é preciso ter vivido o Rio babilônico de festas, drogas e orgias. O filme é um 3×4 de um Rio mergulhado numa latente subcultura da cocaína e promiscuidade em franca emergência nos anos 80. O Rio oitentista era um retrato da abertura política, mas a verdadeira abertura que a sociedade carioca estava experimentando era a abertura sexual.
Rio Babilônia faz alusão ao pervertido e inepto império babilônico. Babilônia em muitas línguas do oriente significa lugar para a confusão. No Rio babilônico não há regras, não há moral, não há limites, não há censuras, não há ética, não há princípios e não há valores. O Rio babilônico era um palco perfeito para todo o tipo de perversão dos bons costumes da época. O sexo quase explícito mostrado no filme é adocicado pelas marcas registradas do Rio de Janeiro, ou seja, pelo sol intenso, pelo suor, pela cocaína, pela cerveja e pelas bundas.
Com o advento das discotecas e com a chegada de drogas ainda mais pesadas, o cenário estava armado para a criação de uma cidade amoral num contexto pré-AIDS. Como o HIV não estava difundido não havia o hábito de usar preservativos como existe hoje. Logo, o sexo livre e a sacanagem não precisavam de um pretexto ou de uma motivação para acontecer dentro das altas rodas da juventude carioca, que podia estar reprimida politicamente, porém estava gozando de uma enorme liberdade quando o assunto era o sexo proibido. É bom levar em consideração que na época a camisinha de látex ainda não tinha chegado no mercado e que a camisinha de borracha era bastante desconfortável. Em função disso, o sexo livre do Rio babilônico também se tornou um sexo sem proteção.
Os personagens de Rio Babilônia têm a alma e o perfil da malandragem brasileira. No filme, toda a sacanagem é mostrada de uma forma bizarra e até meio sinistra. Tudo parece estar fora do seu verdadeiro lugar. Parece que a intenção da produção é chocar o máximo possível os telespectadores com o maior número possível de coisas que possam causar estranheza. A primeira coisa bizarra do filme é o próprio protagonista interpretado por Joel Barcellos, que mesmo sendo um cara horroroso faz papel de galã comedor no filme.
Joel Barcellos vive Marciano, um profissional de uma agência de turismo, encarregado de assessorar os visitantes que chegam ao Rio. O filme começa quando Marciano retorna ao Brasil para recepcionar um cliente e se depara com um Rio de Janeiro “novo”, marcado pelas belezas naturais e que teima em esconder as suas mazelas. Marciano até pelo nome demonstra que é um personagem vindo de fora e que vai tentar se aproveitar do lugar em que acabou de chegar. É pelo olhar de Marciano, um brasileiro comum, que a grande aventura vai ser vista passando pelo submundo do sexo promíscuo e das festas sem lei impetradas por pessoas da alta sociedade carioca.
Um dos clientes de Marciano é o Dr. Liberato (Jardel Filho), recém-chegado ao Brasil após muitos anos no exterior. O Dr. Liberato é o símbolo da corrupção impregnada na elite brasileira. Dr. Liberato é um nome que mostra como o personagem está liberado para fazer qualquer coisa para conseguir o que quer, até mesmo matar se for preciso. Liberato é a máscara dos poderosos brasileiros que sempre conseguem roubar a todos e sair impunes no final, parecendo que são mais inocentes do que aqueles que enganam.
Christiane Torloni é Vera Moreira, a “intrépida repórter que pratica o famigerado jornalismo investigativo” e investiga a denúncia de contrabando de ouro praticado pelas fazendas do Dr.Liberato. O ouro talvez tenha sido introduzido na história graças a descoberta das jazidas de ouro de Serra Pelada, que fizeram com que o ouro retornasse ao imaginário popular com força. O ouro simboliza mais do que tudo a riqueza e a ostentação.
A história no início parece que vai abordar o tráfico de ouro e a investigação ligando o Dr. Liberato, Marciano e a jornalista Vera Moreira numa trama policial cheia de intrigas e de suspense. No entanto, essa situação bizarra e infundada parece que só serve de pretexto para várias cenas gratuitas de sexo quase explícito que permeiam todo o filme. O nu do filme faz uma analogia fiel à sociedade da época. O filme estava desnudando através da história o que estava escondido no cotidiano daqueles dias.
A história mostra Marciano e Vera, mesmo estando de lados opostos naquela situação, se unindo e fazendo amor em nome da paixão, mostrando como os opostos se atraem e como o amor pode surgir nas mais estranhas situações. Infelizmente, Vera vai “longe demais” na sua investigação e acaba sendo pêga pelos jagunços do Dr. Liberato. A partir daí Marciano continua a sua vida de experimentação nas festas da alta roda da sociedade carioca.
Numa marcante cena, o filme mostra dois homens, sendo um deles Marciano, sensualizando com uma mulher(Denise Dumont) numa piscina. É bom levar em consideração que Marciano consegue seduzir nessa cena os dois integrantes do casal, demonstrando uma intensa crítica à própria fidelidade monogâmica. A cena desnuda a realidade com o nu de seus atores e mostra como a nossa sociedade estava mergulhada numa fonte de lascívia sem fim. A piscina é um rio- de janeiro- onde toda a devassidão toma forma.
Em determinado momento, chega uma atriz “estrangeira” e ela se encanta com o belo e cheio de negritude sambista interpretado por Antônio Pitanga. O filme expõe a malandragem do sambista em conseguir conquistar a atriz sem ao menos falar uma palavra do idioma inglês. Nessa cena o diretor deve ter tido a intenção de mostrar como o jeitinho brasileiro é capaz de transpor as barreiras linguísticas e culturais para então, dar vantagem a quem o emprega.
Há uma situação icônica no filme onde várias mulheres são leilôadas para homens numa casa de prostituição. Essa cena mostra como a sexualidade das pessoas perdeu o valor e passou a ter um valor financeiro maior do que o valor sentimental. O filme nessa cena expõe como as mulheres se tornaram objetos sexuais a partir da revolução sexual. A intimidade passou a ser definida de acordo com o volume de pedaços de papel que têm poder de compra. Os princípios se foram e só sobraram a amoralidade e a vontade de sentir prazer. Os personagens não demonstram nenhum tipo de conflito existencial ou põe a mão na consciência para avaliar o que estão fazendo. Eles apenas comem, dormem e transam, ou seja, são o retrato de uma geração materialista.

Famosa na década de 1980, a atriz Denise Dumont revelou ter se apaixonado por outro ator durante uma tomada do filme Rio Babilônia (1982), que tem uma das cenas de sexo mais famosas e repercutidas do cinema brasileiro. Nela, Denise, Pedro Aguinaga e Joel Barcellos – atores da época – transam na piscina de uma mansão durante o amanhecer.
As imagens do filme foram consideradas tão perfeitas que, na época em que o filme foi ao ar, vários telespectadores chegaram a confundir a ficção com a realidade. Denise revelou a paixão durante entrevista para o documentário Neville D’Almeida – Cronista da Beleza e do Caos. A atriz contou que, após a gravação, se apaixonou pelo ator João Barcellos, com quem contracenou. Isso acabou gerando o término do seu casamento com o autor de novelas Euclydes Marinho.
A sinopse que havia sido feita pela censura está errada. Quem morre em um acidente aéreo é a jornalista Vera Moreira.
Filmado nas favelas de verdade na colina da Babilônia, logo atrás da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.
Este foi o Filme Final Final de Jardel Filho.


























INDICAÇÕES
Festival de Filmes de Gramado 1983
Indicado ao Golden Kikito
Melhor Filme
Neville de Almeida
PREMIAÇÕES
Festival de Filmes de Gramado 1983
Vencedor do Golden Kikito
Melhor Cenografia e Figurinos
Yurika Yamasaki
Liège Monteiro

# Jardel Filho….Liberato (Mr.Gold)
# Christiane Torloni…..Vera Moreira
# Joel Barcellos………………Marciano
# Denise Dumont………………..Cláudia
# Norma Bengell……….Madame Solange
# Zenaide Pereira……….Dança das cobras
# Pat Cleveland………………Linda Lamar
# Paulo Villaça…………………….Dante
# Pedro Aguinaga…………….Eduardo
# Tânia Boscoli……………….Regina
# Antônio Pitanga……………..Bira


# País…………………….Brasil # Música……..Guto Graça Mello
# Fotografia………..Edson Santos
# Edição……….Marco Antonio Cury
# Figurino…………………Hélio Braga
# Maquiagem……………..Tony Forster
# Direção de Arte……..Yurika Yamasaki
# Produção…………..Carlos Alberto Diniz
# Produtora………………………Embrafilme
# Distribuidora…………………….Embrafilme


Deixe um comentário