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OS 300 DE ESPARTA – Tri Áudio / 720p – Download – 1962


THE 300 SPARTANS – 1962
EUA
AVENTURA – DRAMA – HISTÓRICO
DIREÇÃO: Rudolph Maté

ROTEIRO : George St.George,Hugo Liberatore
IMDb: 6,7
http://www.imdb.com/title/tt0055719/

POSTAGEM PUBLICADA ORIGINALMENTE EM 24/06/2014.

LINKS ATUALIZADOS.

RMZ – TRI ÁUDIO – DUBLAGEM CLÁSSICA DUBLASOM GUANABARA + GRAPHIC NOVEL “OS 300 DE ESPARTA” DE FRANK MILLER EM PORTUGUÊS

Postado por Johnahex

Formato: MKV
Qualidade: BR-RIP – 720p
Tamanho: 1,98 GB
Duração: 114 min.
Áudio 1: Inglês
Áudio 2: Português (Redublagem)
Áudio 3: Português (Dublagem Clássica – Dublasom Guanabara)
Legenda 1: Inglês
Legenda 2: Português
Servidores: Uloz.to e Google Drive (Dividido em 07 partes intercambiáveis)
Fonte do áudio da redublagem: Nando
Fonte do áudio da dublagem clássica: Johnahex
Remasterizador: Lilbarby
Uploader: Johnahex
Atualização: Don Costa

ATENÇÃO:  Trata-se de um arquivo trial-áudio, sendo necessário selecionar a faixa de áudio se desejar
visualizar com áudio dublado em português. Use players de vídeo que possibilitem, tanto a seleção de
áudio, quanto de vídeo.

GRAPHIC NOVEL “OS 300 DE ESPARTA”, DE FRANK MILLER, EM PORTUGUÊS

(Por Guilherme Coral – 2013)

“”Inspirado no filme de 1962, “Os 300 de Esparta” , a graphic novel de Frank Miller, lançada em 1998, é uma retratação fictícia da Batalha das Termópilas e os eventos que a precederam. A história é contada sob o ponto de vista do rei Leônidas e vale lembrar que ela não é e tampouco precisa ser cem por cento historicamente correta.

Miller utiliza uma técnica similar à de Sin City, realizando um grande trabalho de luz e sombras que destacam não só as reações de cada personagem, como garantem a emotividade da cena. Muitas vezes pensamos estarmos diante de uma obra em preto e branco, até que uma cor é precisamente evidenciada por Lynn Varley, ao passo que, em diversos quadros, nos situamos através das diferenças entre as tonalidades – o vermelho e dourado espartano ganham um especial destaque

A trama progride através das ilustrações que são economizadas ao máximo, nos contando tudo o que podem através de um só quadro. Por isso, diversas vezes, inúmeros balões de fala ocupam a página, lutando para ganhar evidência em meio ao ótimo desenho de Frank Miller. Porém, ao mesmo tempo que temos tal presença dos balões, as falas também são econômicas ao máximo e adotam um tom de poesia que garantem o tom épico da empreitada dos 300 – Nós marchamos.

Originalmente, a graphic novel, foi publicada em cinco edições e, por isso, vemos alguns elementos de reminiscência dos capítulos que passaram. Contudo, 300, é de melhor aproveitamento ao ser lido de uma vez, especialmente na edição de capa dura, que junta as páginas divididas da edição da revista, colocando-as em uma só panorâmica. São poucas páginas e o tom de poesia assinalado no parágrafo anterior se torna ainda mais presente dessa forma. Independente da forma que é lido, contudo, o autor consegue nos transmitir uma ideal passagem do tempo que distanciam o início da história de seu fim.

Os momentos de batalha em si ocorrem nos dois capítulos finais, enquanto que os outros preparam o cenário através de flashbacks do rei Leônidas, menos contando do treinamento dos espartanos, e  a origem das desavenças com Xerxes. Em certos pontos nos são contadas da progressão da guerra em outros frontes, como os atenienses nos mares que serão abordados na continuação “Xerxes” e no filme “300 – A Ascensão de um Império”. Nestas narrações não faltam comentários irônicos dos espartanos em relação aos atenienses – aqueles pederastas.

Tais comentários garantiram críticas a Frank Miller que vão desde a homofóbico até historicamente impreciso. Vale lembrar mais uma vez que esta é uma obra de ficção e, como dito n
o primeiro parágrafo, não precisa ser histo
ricamente correta. Além disso tais comentários na narrativa servem para ilustrar as desavenças entre as polis gregas, especialmente entre Atenas e Esparta. De forma interessante, ainda, Miller faz citações a Licurgo, legislador espartano cuja biografia (provavelmente fictícia) é contada por Plutarco.

“300” é uma graphic novel de força e consegue prender o leitor tanto através de suas imagens precisas quanto de sua bem construída narrativa. É uma ótima retratação da Batalha das Termópilas e mesmo que não seja historicamente precisa será de grande agrado por qualquer amante da história. No fim o sacrifício espartano fica nas nossas memórias e suas famosas palavras ecoam em nossa mente – aqui, pela lei espartana, jazemos nós. “”

Em Abril de 2018 chegou às bancas americanas o primeiro capitulo da sequência desta graphic novel, chamada “Xerxes: The Fall of the House of Darius and the Rise of Alexander”. Esta sequência, que na verdade é um prelúdio,  narra a origem do rei-deus persa, antes dos eventos retratados em “300 de Esparta”, quando ele planejava invadir a Grécia no século 5 antes de Cristo para vingar a morte de seu pai. Como o título sugere, a HQ também abordará a ascensão de Alexandre, o Grande, que liderou a conquista grega da Pérsia, quase 150 anos depois da Batalha das Termópilas, narrada em “300″. Por enquanto, não há previsão para o seu lançamento no Brasil.

A graphic novel “Os 300 De Esparta” que estou disponibilizando está no formato “cbr” e necessita de um programa específico para ser lido, como o “CDisplay” ou o “ComicRack”, ambos gratuitos e facilmente encontrados na internet. O arquivo foi escaneado em alta definição e tem um tamanho total de 123 MB. O arquivo contém todas as cinco edições em português.

ULOZ.TO
FILME – PASTA COM OS ARQUIVOS: OS 300 DE ESPARTA

GOOGLE DRIVE
FILME – PASTA COM OS ARQUIVOS: OS 300 DE ESPARTA

 

ULOZ.TO
GRAPHIC NOVEL: OS 300 DE ESPARTA – POR FRANK MILLER

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GRAPHIC NOVEL: OS 300 DE ESPARTA – POR FRANK MILLER

 

 

480 A.C. O rei persa Xerxes (David Farrar) colocou seu enorme império de escravos para esmagar um pequeno grupo de estados independentes gregos, que eram o único reduto de liberdade ainda existente naquela época. Xerxes contava com a desunião da Grécia para vencer a guerra, mas o famoso guerreiro Leonidas (Richard Egan), o rei de Esparta, e o grande orador Themistocles de Atenas (Ralph Richardson) viram que a união era a única força capaz de derrotar Xerxes. Eles fazem articulações para unir o povo grego, mas ficou claro que isto só aconteceria se os espartanos marchassem primeiro. Leonidas, mesmo sendo rei, precisava da autorização do conselho, que só liberaria o exército espartano após as festas religiosas. Leonidas resolve não esperar e marcha só com 300 guerreiros, que compunham sua guarda pessoal, que não precisava da autorização do conselho. Eles vão para as Thermópilas, que geograficamente dificultaria os exércitos de Xerxes.

O autor e desenhista de histórias em quadrinhos norte-americano Frank Miller viu este filme quando ainda era uma criança (ele tinha somente 5 anos na época do seu lançamento) e disse que: “Esse filme mudou o curso da minha vida criativa”. A influência do filme sobre sua obra foi tão grande que ele criou uma graphic novel, lançada em 1998, baseada nesta produção de 1962 –  “Os 300 de Esparta”, que fala justamente sobre a Batalha das Termópilas.

Frank Miller e sua graphic novel. Forte influência do filme de 1962.

 

Em 2006 foi produzido um filme, “300”, com a mesma história. Mas este filme não é um remake de “Os 300 de Esparta”, mas sim uma versão  baseada na graphic novel de Frank Miller, com toda a liberdade poética e criativa presente na obra de Miller. Apesar de apresentar a mesma temática, os acontecimentos históricos são mostrados de maneira mais fantasiosa.

Filme “300”, de 2006, baseado na obra de Frank miller.

 

O ator Sir Ralph Richardson, que interpretou Themistocles, tem somente quatro cenas no filme. Mesmo assim, o seu cachê foi o segundo maior do elenco, sendo inferior apenas ao do ator Richard Egan, que deu vida à Leônidas.

Richard Egan (no alto) e Sir Ralph Richardson (acima). Os dois maiores cachês da produção.

 

Este filme marcou  o último trabalho do ator David Farrar  que interpretou Xerxes. O ator, que iniciou a carreira no teatro mais de três décadas antes,  trabalhou em mais de trinta filmes para o cinema,  além de diversos trabalhos para a TV. Mas, após esta produção, o ator se aposentou e passou o viver na Africa do Sul até a sua morte em 1995.

O ator David Farrar em seu último trabalho antes da aposentadoria.

 

A lápide exibida no início e no final do filme é uma reprodução criada exclusivamente para o filme, mas a lápide original existe realmente e se mantém intacta até hoje em um local próximo de onde aconteceu a derradeira batalha. Ela faz parte de um conjunto que inclui outras obras dedicadas à este evento histórico e tornou-se um importante ponto turístico da região. 

Cópia utilizada no filme reproduz uma lápide real.

 

A verdadeira lápide foi preterida por, após séculos de exposição ás intempéries, não mais ser possível ler sua inscrição com a clareza necessária para o cinema. Ela contém um epigrama (um breve e simples poema inscrito em algum suporte material, normalmente ao pé de uma estátua, lápide ou monumento) e, como informado na locução do filme, pode ser traduzida, aproximadamente, como “Ó estrangeiro, vai anunciar aos Lacedemônios que aqui jazemos por obedecermos às suas ordens”. Aqui o termo “estrangeiro” deveu-se ao fato de os túmulos estarem localizados perto de estradas, fora das muralhas da cidade, e serem visitados por passantes, que, na maioria das vezes, eram viajantes, portanto, estrangeiros. Trata-se de uma ode à dedicação, coragem e determinação, que, em última análise, levaram os gregos a vencerem a guerra, mesmo após perderem esta batalha. Criada em homenagem ao rei Leônidas e aos soldados liderados por ele, é de autoria desconhecida, embora alguns historiadores atribuam sua criação ao poeta grego Simónides de Ceos, testemunha ocular dos acontecimentos da época.

Verdadeira lápide com o epigrama em homenagem à Leônidas e seus soldados.

 

 

B
ATALHA DE
TERMÓPILAS

pelo professor e escritor Túlio Vilela – SP

A famosa batalha de Termópilas que serviu de inspiração para a historia em quadrinhos e o filme “Os 300 de Esparta” foi uma das várias travadas entre gregos e persas durante as chamadas Guerras Médicas. A razão desse nome é que os persas eram chamados genericamente pelos gregos de “medos”.

Na verdade, os medos eram um dos povos que viviam no Império persa: tanto persas quanto medos viviam a leste da Mesopotâmia, no grande planalto do Irã, os medos fixavam-se no norte desse planalto, enquanto os persas estavam fixados na parte sudeste, próxima ao golfo pérsico (inicialmente, os medos controlavam a região em que viviam, situação que se inverteu quando o persa Ciro tornou-se monarca dos dois povos).

Essa série de conflitos também é conhecida pelos nomes de Guerras Greco-Persas ou GrecoPérsicas. A principal razão dessas guerras foi o expansionismo persa. Durante a segunda metade do século 6 a.C. e o início do século 5 a.C., os persas conquistaram todo o território da Ásia Menor até o vale do rio Indo e também o Egito. Ao dominarem a Ásia Menor, os persas oprimiram as colônias gregas na região.

O mapa acima mostra as principais batalhas das Guerras Médicas

Sob o domínio persa

Os povos conquistados pelos persas eram obrigados a pagar impostos pesados, a construir estradas e palácios reais e a fornecer soldados para as tropas do rei persa. Por causa dessa situação, as colônias gregas na Ásia Menor se uniram numa revolta liderada pela cidade de Mileto, que ajuda Atenas. O Império Persa sufocou a revolta, destruiu Mileto e escravizou os habitantes da cidade.

O então rei da Pérsia, Dario 1º, aproveitou a situação para declarar guerra a Atenas e invadir as cidades gregas, dando início à primeira Guerra Médica. Sob a liderança de Milcíades, Atenas saiu vitoriosa da guerra após a batalha de Maratona (490 a.C.).

A segunda Guerra Médica

A derrota enfraqueceu o Império Persa, que só teve condições de enfrentar os gregos novamente em 480 a.C., quando teve início a segunda Guerra Médica. O sucessor de Dario 1º, o rei Xerxes ordenou uma nova invasão à Grécia.

O expansionismo persa era uma ameaça tanto à independência das cidades-Estado gregas quanto um obstáculo aos interesses dos comerciantes gregos na região do mar Egeu. O exército de Xerxes era praticamente uma “legião estrangeira”, era formado por soldados de quase todas as nações conquistadas pelo Império Persa: assírios, egípcios, babilônios, colonos gregos que viviam na Ásia Menor e muitos outros.

Podia ser um exército numeroso, mas estava longe de ser um exército motivado. Havia muito ressentimento das nações conquistadas em relação aos seus conquistadores. Conquistar a Grécia interessava a Xerxes, mas não aos soldados estrangeiros que foram obrigados a lutar no exército persa.

As cidades gregas formaram uma aliança e enviaram pequenos contingentes para lutar contra os persas. A cidade grega de Esparta enviou um grupo de trezentos homens liderados pelo rei Leônidas. Esse grupo e contingentes enviados pelas cidades aliadas posicionaram-se na estreita passagem do desfiladeiro das Termópilas, bloqueando o caminho.

Três vistas atuais do desfiladeiro das Termópilas, onde Leônidas e seus soldados enfrentaram os persas.

 Heroica resistência de Leônidas

O número de soldados persas era muitíssimo superior ao número de soldados liderados por Leônidas (mesmo contando os contingentes das cidades aliadas). Percebendo isso, Xerxes enviou mensageiros ao rei Leônidas propondo que os espartanos e seus aliados se rendessem e entregassem as armas. Segundo a tradição, a mensagem de Xerxes foi: “Rende-te e entrega tuas armas!” A resposta de Leônidas teria sido: “Vem buscá-las!”

Um dos mensageiros de Xerxes teria tentado amedrontar os gregos falando da superioridade numérica dos persas. Esse mensageiro teria dito que havia tantos arqueiros e lanceiros no exército persa que quando eles disparassem suas flechas e lanças elas iriam “cobrir o Sol”. Comentário que teria recebido a seguinte resposta do rei espartano: “Melhor, combateremos à sombra”.

Apesar da inferioridade numérica, os espartanos e seus aliados ofereceram uma dura resistência aos persas. A inferioridade numérica era compensada pela motivação: enquanto espartanos e aliados estavam defendendo suas cidades, lutando contra invasores, os comandantes persas recorriam a chicotes para obrigar suas tropas desmotivadas lutarem. Assim, inicialmente, os gregos estavam conseguindo repelir todos os ataques dos persas.

No entanto, um traidor chamado Efialtes traiu
L
eônidas e ajudou Xerxes a encontrar um outro caminho no desfiladeiro das Termópilas. Assim, o traidor guiou os persas durante a noite através das montanhas. Desse modo, os persas surpreenderam os espartanos e seus aliados pela retaguarda.

Ao ver seu exército cercado pelo inimigo, Leônidas ordenou que todos os homens sob seu comando, exceto os trezentos guerreiros de Esparta, batessem em retirada. A maioria obedeceu à ordem. Os contingentes formados pelos habitantes das cidades gregas de Téspias e Tebas preferiram permanecer resistindo ao lado dos espartanos. Esses dois contingentes juntos somavam cerca de mil homens. Leônidas e seus homens resistiram corajosamente, mas acabaram mortos na batalha desigual.

Uma vitória cara demais para os persas

Apesar de sair vitorioso da batalha das Termópilas, o exército persa sofreu muitas baixas que o enfraqueceram. A vitória na batalha custou caro para os persas. Com a resistência oferecida por Leônidas e seus homens, os gregos ganharam tempo. Os atenienses puderam abandonar sua cidade antes que os invasores persas chegassem.

As mulheres, idosos, crianças e escravos que viviam em Atenas puderam ser transferidos a tempo para a ilha vizinha de Salamina. Quando chegaram em Atenas, os persas queimaram e destruíram a cidade. Mas acabaram sendo derrotados pelos atenienses na batalha naval de Salamina. Após essa derrota, Xerxes fugiu de volta para Pérsia, onde mais tarde morreu assassinado.

Com a derrota persa na batalha de Salamina, o traidor Efialtes jamais recebeu a recompensa que esperava receber de Xerxes. A cabeça de Efialtes foi colocada a prêmio. Por isso, ele fugiu para a Trácia, mas morreu assassinado no ano seguinte.

A principal fonte a respeito da batalha das Termópilas é o relato do historiador grego Heródoto. Entretanto, esse relato contém exageros que foram reproduzidos em praticamente quase todas as recriações do episódio (inclusive nos filmes e histórias em quadrinhos). Segundo Heródoto, durante a batalha, o exército persa contava com milhões de soldados. Estimativas mais realistas sugerem que o número de guerreiros persas na batalha não passava de 250 mil. Os espartanos e seus aliados somavam mais ou menos sete mil homens.

Também não é verdade que no final os trezentos espartanos tiveram que enfrentar sozinhos os persas: cerca de mil soldados (téspios e tebanos) também resistiram bravamente contra os persas, permanecendo ao lado dos espartanos até o fim. Exageros à parte, durante a batalha das Termópilas, os espartanos e seus aliados estavam em número muito inferior aos persas, o que não impediu que oferecessem corajosa resistência. Por isso, a história dos homens liderados por Leônidas durante a batalha das Termópilas virou sinônimo de resistência heroica contra um inimigo mais poderoso.

Richard Egan … King Leonidas
Ralph Richardson … Themistocles of Athens
Diane Baker … Ellas
Barry Coe … Phylon
David Farrar … Xerxes
Donald Houston … Hydarnes
Anna Synodinou … Gorgo
Kieron Moore … Ephialtes
John Crawford … Agathon the Spartan Spy
Robert Brown … Pentheus
Laurence Naismith … First Delegate
Anne Wakefield … Artemisa
Ivan Triesault … Demaratus
Charles Fawcett … Megis

Fontes: aveleyman.com, imdb.com, objetoseducacionais2.mec.gov.br, ndrangheta-br.blogspot.com.br, planocritico.com, archaiologia.gr, e portaldoprofessor.mec.gov.br

OS 300 DE ESPARTA – Tri Áudio / 720p – Download – 1962 Download via torrent


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Atualizado em: 12 de março de 2021 as 19:03

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