O HOMEM DA CAPA PRETA – 1986
BRASIL
BIOGRAFIA, CRIME
DIREÇÃO: Sergio Rezende
ROTEIRO: Tairone Feitosa, José Louzeiro (+1)
IMDb: 7,2 https://www.imdb.com/title/tt0133011/

POSTAGEM PUBLICADA ORIGINALMENTE EM 03/04/2019.
POSTAGEM ATUALIZADA.
RMZ – HDTV REMASTERIZADO EXCLUSIVO INÉDITO RARIDADE AC3 5.1ch
Postado por Mandrake

Formato: MKV
Qualidade: HDTV 1080p (1920×1080) NACIONAL
Tamanho: 3.87 GB (Versão Menor)
Duração: 1 h 57 min
Áudio: Português BR AC3 5.1ch
Servidor: Google Driver – Versão Menor (Parte Única) Compactada Winrar
RMZ Encoder Uploader: Mandrake
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Trago para vocês, grande filme, um Grande Clássico Raro e Inédito do Cinema Nacional exclusivamente e especialmente para vocês. Trata-se do filme “O Homem da Capa Preta”. Este Grande Clássico muito bem representado nada mais nada menos por este grande Gênio, Mito e Ator “José Wilker” que encarnou o personagem de tal forma, que sinceramente não vejo ninguém a altura para fazê-lo senão ele. O Filme traz um Grande Elenco de muitas Estrelas, como Marieta Severo dentre outros. O filme baseia-se totalmente na vida de Tenório Cavalcanti, um político reacionário, que causou muita polêmico na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro dos anos 50, que nasceu em Alagoas e teve a violência como companheira logo no início de sua vida, ao presenciar o assassinato de seu próprio pai. Em meio a tantas polemicas, criticas e auto criticas, empunhando uma metralhadora, sua charmosa Lurdinha e usando uma bela capa preta e uma cartola, ele se tornou uma espécie de justiceiro, um personagem que andava desafiando os corruptos e poderosos que dominavam na época “Duque de Caxias”. Sua trajetória se misturam, entre os papéis de político ou de bandido, coisa muito recorrente ainda nos dias hoje. Era visto como um defensor do povo entre as classes mais Miseráveis por suas atitudes populistas, conquistando fama e fortuna, ao mesmo tempo em que era visto e temido, como um assassino frio pela “Classe Média” e pela banda podre de políticos já de grandes épocas. A produção conta essa história com o Mito Inesquecível e Insubstituível “José Wilker” no grande papel principal. Gravado em “HDTV” totalmente Remasterizado, qualidade excelente de imagem, em Alta Definição e Excelente qualidade de Áudio. É mais um grande filme, que você encontra só aqui, com exclusividade no “Tela de Cinema”, principalmente, aqueles que apreciam “Grandes Clássicos Imortais do Cinema Nacional”. Vale apena Conferir…
SOBRE O PROJETO:
O Projeto deste filme teve poucas alterações. A Imagem em Full HD deste filme considero excelente, uma Remasterização a altura feita pelo canal Brasil. Eu apenas apliquei as Texturas de cor “YCbCr444” padronizada para ativar o O HDR 10bit e o SRD 8bit de resposta. Efetuei alguns ajustes para no Encode e o O HDR 10, já está presente (detecta pelo cabo). Criei apenas 1 Encode para este filme. O Áudio considero de excelente qualidade, criei o Áudio 5.1, apenas intensifiquei o volume, normalizei pela tabela, cada um dos Canais, mixei o canal central e novos efeitos foram criados Surround de alta e baixa frequência Master.“O Homem da Capa Preta” é um filme importantíssimo que não pode ser esquecido, a hist´´oria tem que ser retratada e imortalizada em nossas Lembranças. Eis que esta finalizado mais um grande Clássico Restaurado e Remasterizado do Cinema Nacional. Confiram, Taí o filme, Projeto Concluído!! Amostras logo abaixo e claro Trailer Exclusivo criado.
—== HDTV ORIGINAL PRIMEIRA REMASTERIZAÇÃO 1080p ==—
—== HDTV 1080p SEGUNDA REMASTERIZAÇÃO SDR 8Bit YCbCr444 by Mandrake ==—
—== HDTV 1080p TERCEIRA REMASTERIZAÇÃO HDR 10bit YCbCr444 by Mandrake ==—

– SOBRE O VÍDEO:
Versão Menor – 1920×1080 – x264 – AVC – 16:9 – 29.970 FPS – High@L4 – 4140 KBPS
Áudio: Português – AC3 5.1ch – 48 kHz – 640 kbps
– SOBRE O FILME:
HDTV 1080P de Ótima qualidade.
Encode criado em Tamanho Único
Excelente Qualidade de Imagem
Seleção das melhores imagens para esta Postagem…
– SOBRE O ÁUDIO:
Português – BR
Mídia (TV Paga / Canal Brasil)
Áudio criado AC3 5.1ch Surround
Ótimo filme a todos…
Mandrake

Google Drive – Versão Menor – 1920×1080 – 3.87 GB
O HOMEM DA CAPA PRETA (EDIÇÃO REMASTERIZADA)

SENHA:


Este filme baseia-se na vida de Tenório Cavalcanti, um político reacionário e muito polêmico da Baixada Fluminese, no Rio de Janeiro dos anos 50, que nasceu em Alagoas e teve a violência como companheira logo no início de sua vida, ao presenciar o assassinato de seu pai. Empunhando uma metralhadora e usando uma capa preta e uma cartola, ele se tornou uma espécie de justiceiro, desafiando os corruptos e poderosos que dominavam Duque de Caxias. Sua trajetória mistura os papéis de político e bandido, coisa recorrente ainda hoje. Era visto como um defensor do povo entre as classes mais miseráveis por suas atitudes populistas, conquistando fama e fortuna, ao mesmo tempo em que era tido como um assassino frio pela classe média e pelos políticos dominantes. A produção conta essa história com José Wilker no papel principal.

“O Homem da Capa Preta” é um filme biográfico do deputado brasileiro Tenório Cavalcanti, um bravo político que lutou contra seus opositores, ajudou os pobres e foi temido por todos ao aparecer em público com um metralhadora chamada “Lurdinha” em suas mãos e usando uma capa preta (ele era visualmente parecido com o Coffin Joe). José Wilker interpreta Tenório de coração e alma, dando uma das performances mais memoráveis de sua carreira, criando uma figura poderosa raramente apresentada em outros filmes brasileiros. O filme cobre desde sua infância como um garoto pobre que vive no nordeste do país, depois se muda para a então capital do Rio de Janeiro, onde é apresentado à política e eleito congressista, tenta concorrer a governador do estado, e acaba em sua fuga da ditadura militar, que acabou com sua carreira política sendo considerada inimiga do novo regime.
Tenório é apresentado como uma figura popular quase mítica entre as pessoas comuns, que tiveram pouco apoio da elite e da imprensa, temida por seus atos ousados que inclui aparecendo no congresso com sua metralhadora, ameaçando atirar contra quem se opuseram a ele ou a seu
s projetos). Mas o filme não
é só sobre ele. É também sobre as pessoas poderosas que estavam tentando parar este homem e seus atos também, o chefe de polícia, outros políticos, a mídia; isso resultou em várias mortes, ataques à casa de Tenório (que viviam em uma fortaleza depois de inúmeras tentativas contra ele e sua família Aqui está uma história sobre um lutador lutando com toda a sua força, usando todas as armas que ele tinha para fazer um país melhor, um estado melhor, um lugar onde outras pessoas simples como ele pudessem ter uma vida decente com muitas oportunidades.
Alguns críticos reclamaram da visão romântica que o diretor Sergio Rezende deu à história. Essas queixas são completamente inúteis e ridículas; o filme precisa desse tipo de visão porque, do contrário, seria outro filme baseado em uma história real que as pessoas não se importariam, que precisava chamar um pouco de atenção e que o filme é bem-sucedido nesse departamento. A história traz os elementos clássicos de um filme biográfico, momentos de grande tensão, alguns momentos engraçados também quando Tenório força um repórter objetor a pular em uma piscina e grandes cenas dramáticas. O elenco é ótimo, apesar de algumas performances exageradas, mas nada tão terrível. A trilha sonora também foi muito boa, um dos raros exemplos de uma boa trilha musical em um filme brasileiro. Um ótimo filme sobre uma história pouco conhecida sobre a história política do Brasil. Precisa desesperadamente ser redescoberto pelas pessoas.
Mesmo com toda polêmica em torno da figura de Tenório Cavalcanti, retratada e m vida e no filme, inclusive sobre sua conduta violenta em relação aos poderosos, o qual foi acusado de bandido, esse personagem pode ser considerado um herói pela defesa dos mais fracos e mais pobres, não media esforços para trazer melhorias a todos populares de sua comunidade. Mas é bom frisar que os métodos usados por ele não podem ser considerados democráticos ou éticos, pois o uso da força é algo inaceitável, em hipótese deve ser feita, por mais difícil que seja a situação. A grande mensagem desse filme é a valorização da nossa História, pois o povo que não conhece seu passado é como uma árvore sem raízes.
A trajetória dos retirantes nordestinos no Rio de Janeiro também é retratada na película, o que chamou atenção de Polemicas e muitas Criticas, mostrando as favelas e a violência que os populares sofriam dos poderosos. O filme também mostra a vida boêmia daquela época, a corrupção policial e os bastidores de uma campanha política, que podem ser feito uma ponte com a realidade de agora, pois praticamente os esquemas políticos são idênticos.
Já à Confirmação do talento de Sérgio Rezende, cineasta dos mais vigorosos e produtivos, o filme apresenta uma narrativa clássica, vigorosa e envolvente, além de uma bela interpretação de José Wilker no papel-título – elementos que o transformaram num dos maiores êxitos de público dos anos 1980, superando 1 milhão de espectadores. Ao ser apresentado no Festival do Cinema Brasileiro de Gramado, O homem da capa preta foi o grande premiado: ganhou tanto o Kikito de melhor filme do júri, como do público; além das premiações pela trilha sonora (David Tygell), ator (Wilker) e atriz (Marieta Severo).
Ao tratar de temas históricos numa linguagem que mescla elementos sociais e épicos, Sergio Rezende construiu uma carreira consistente no cinema brasileiro. Autor de Até a última gota, contundente documentário sobre o comércio de sangue, o cineasta possui uma filmografia de títulos como Lamarca, Doida Demais, Guerra de Canudos, Onde anda você e Mauá – O Imperador e o Rei. Segundo o diretor, a critica que gerou mais Polemica ficou por conta das próprias Palavras de Tenório muito bem distribuídas ao longo do Filme. “Eu não tenho medo da morte, eu não tenho medo de viver. Não sou fascista, não sou comunista, não sou covarde. Sou Tenório, sou macho, assim dizia”. E não vejo alguém a altura de Wilker para o representar neste papel deste homem que usando uma capa preta, e armado com sua metralhadora apelidada de Lurdinha Tenório tornou-se uma figura mitológica, desafiando a corrupção e os poderosos que dominavam o município de Duque de Caxias (RJ). O filme traça o panorama político do Rio de Janeiro dos anos 1940 a 1960, e resgata um dos personagens mais instigantes da política brasileira. Populista e carismático, Tenório quebrava convenções e se impunha como verdadeiro herói nacional: violento, ambicioso e épico.

Na época em que esse filme foi lançado, Tenório Cavalcanti ainda era vivo, estava com 80 anos e para a surpresa, foi na estréia do filme no Rio de Janeiro. Ele ficou emocionado em ver sua estória de vida ser contada nas telonas e com o carinho do público. Faleceu em 1987, devido a uma forte pneumonia, meses após o lançamento do filme.
Apresentado pelo Diretor em forma de uma aventura policial entremeada com um drama político, essa obra retrata um político fora do comum, que não tinha medo do perigo e defender as camadas mais populares, usando inclusive da força bruta, motivo o qual despertou a ira de muitos poderosos.
O Filme deixa claro que Tenório sofreu diversos atentados durante sua vida, conseguindo sobreviver a todos, criando e retratando o mito de que tinha “corpo fechado”, por esse motivo sempre andava com seguranças e armado com sua Lurdinha, que nada mais era uma submetralhadora MP40, de fabricação alemã, a mesma usada pelo exército nazista na Segunda Guerra Mundial. E o fato mais curioso é “Lurdinha” teria sido um presente pelo qual Tenório Cavalcanti ganhou do general “Góis Monteiro”.
Segundo o Diretor, um fato Curioso de muita repercussão, no entanto segredo de estado e muito bem guardado por todos, nem só de mortes viveu Tenório Cavalcanti, o Homem da Capa Preta. Ele foi o advogado de defesa no famosíssimo caso que entrou para a história penal brasileira como o “Crime do Sacopã”, em que o tenente Alberto Jorge Franco Bandeira foi acusado de assassinar o bancário Afrânio Arsênio de Lemos, ex-funcionário do Banco do Brasil, fato ocorrido em abril de 1952, tendo como figura central a jovem Marina Andrade Costa, então namorada do oficial. Esse caso teve ampla cobertura da imprensa brasileira da época, principalmente pela revista “O Cruzeiro”, durante muito tempo. Todos acompanhavam os desdobramentos do caso. O tenente Bandeira foi inicialmente condenado a cumprir pena de 15 anos pelo homicídio do bancário Lemos, ma
s T
enório Cavalcanti conseguiu no STF anular todo o julgamento, em 1972, por erros de procedimento. O crime prescreveu em 1975 e Bandeira se livrou do “Crime do Sacopã”.
A figura de Tenório Cavalcanti foi eternizada no cinema pelo cineasta brasileiro Sérgio Rezende, neste filme de 1986 intitulado “O Homem da Capa Preta”, cujo papel principal foi interpretado pelo ator José Wilker, infelizmente falecido em 05 de abril deste ano. Tenório Cavalcanti, “o homem da capa preta”, faleceu aos 81 anos de idade no dia 7 de maio de 1987, em sua residência, no Rio de Janeiro, vitimado por uma pneumonia. Antônio Carlos Magalhães, mais conhecido como ACM, o poderoso Politico Baiano que ficou conhecido em “O dia em que “Toninho Malvadeza” se urinou de medo do “Homem da Capa Preta”, ou “Toninho Malvadeza”, como era conhecido por alguns, faleceu vinte anos depois, em 20 de julho de 2007, aos 79 anos de idade.































INDICAÇÕES
Festival de Moscou 1987 (Rússia)
Indicado na Categoria de Melhor Filme
PREMIAÇÕES
Festival de Gramado 1986
Vencedor do Golden Kikito
(Melhor Filme)
Sergio Rezende
(Melhor Ator)
José Wilker
(Melhor Atriz)
Marieta Severo
(Melhor Música Original)
David Tygel
Prêmio prêmio da Audiência
Sergio Rezende
Prêmio Moliére 1986 RJ
Vencedor do Prêmio Moliére
(Melhor Ator)
José Wilker

José Wilker………Tenório Cavalcanti
Marieta Severo…………………….Zina
Jonas Bloch……………………….Adolfo
Carlos Gregório……………………..Silas
Guilherme Karan……..Flávio Cavalcanti
Jurandir de Oliveira…………….Venâncio
Jackson de Souza…………………..Cabral
Chico Díaz……………………….Manezinho
Tonico Pereira………………………..Bereco
Paulo Villaça………………………..Maragato
Isolda Cresta…………………Mãe de Tenório
Antônio Freire………………….Pai de Tenório
Telmo Faria……………………………..Senador


# País – Brasil
# Edição – Vera Freire
# Produção – Mariza Leão
# Figurino – Rita Murtinho
# Música – Paulo de Castro
# Fotografia – César Charlone
# Maquiagem – Antônio Pacheco
# Direção de Arte – Rita Murtinho
# Decoração – Bárbara Mendonça
# Efeitos Especiais – Sergio Farjalla
# Produtora – Embrafilme / Morena Films
# Distribuidora – Bloch Video / Embrafilme
# Restauração – Canal Brasil Globo Produções


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