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MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO – HDTV / 1080p / Nacional – Download – 1978


MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO (HDTV/1080P/NACIONAL) – 1978
O JECA E SEU FILHO PRETO – 1978
BRASIL
COMÉDIA
DIREÇÃO: Berilo Faccio, Pio Zamuner
ROTEIRO: Amácio Mazzaropi, Rajá de Aragão
IMDb: 6,9 https://www.imdb.com/title/tt0233972/

MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1978 CAPA-MAZZAROPI-O-JECA-E-SEU-FILHO-PRETO-HDTV1080PNACIONAL-1978

RMZ HDTV REMASTERIZADO INÉDITO EXCLUSIVO RARÍSSIMO
PELA PRIMEIRA VEZ EM FULL HD – AC3 5.1ch Mod – NACIONAL

Postado por Mandrake

MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1978 1+dados+do+arquivo

Formato: MKV
Qualidade: HDTV 1080p (1920×1080) 16:9
Tamanho: 4.60 GB
Duração: 1 h 43 min
Legenda: S/L
Áudio: Português-BR Versão Exclusiva AC3 5.1ch Mod
Menu: Português BR 1 Capítulo (Small)
Crédito RMZ, Edição, Áudio Modificado: Mandrake
Servidor: Mega 1GDrive 1GDrive 2Mega 2 (Parte Única) Compactada Winrar
RMZ Encoder Uploader: Mandrake

NOTA: Estes Arquivos foram devidamente compactados com o uso do “WinRar v5.71”.
Utilize esta mesma versão do Programa para extração correta dos arquivos sem erros.

MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1978 Intro

Dando continuidade com este Mito e Gênio da Comédia, o próximo Filme, é este Inesquecível Clássico do Cinema Nacional que desembarca no Tela de Cinema. É hora de  “Amácio Mazzaropi” em um de seus maiores sucesso “O Jeca e seu Filho Preto”. Nossa história começa retratando Gumercindo (Amácio Mazzaropi) que trabalha em uma fazenda e tem uma linda filha chamada “Eulália”. Esta é seduzida por Luiz, filho do fazendeiro e Coronel “Arnaldo”, que a engravida. Nove anos depois, a criança com o nome de “Paulinho” é alvo de fofocas dos colegas por não ter pai. “Gumercindo” pressiona seu patrão, Cel. Arnaldo, para que exija o casamento de Luiz com Eulália, afim de resolver o problema do neto. Mas o fazendeiro é um homem sem escrúpulos, ladrão de gado e expulsa Gumercindo de suas terras. Este, então, une-se a fazendeiros vizinhos para o ajuste de contas. Luiz, prestes a casar-se com a filha do Cel. Bezerra, é assassinado, recaindo as suspeitas sobre Eulália. Gravado em “HDTV” de altíssima qualidade, este é mais um grande Sucesso do Cinema Nacional, que você encontra aqui com exclusividade unica, pela Primeira vez em “Full HD” no Tela de Cinema. Vale apena conferir.

MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1978 Projeto

Sobre Projeto deste Filme, também colorido e totalmente Restaurado e Remasterizado, apresenta uma das melhores Imagens muito boa e de excelente definição já Remasterizada. Efetuei alguns ajustes essenciais no HDR, não sendo necessário Completa “Restauração ou Remasterização”. Efetuei ajustes na imagens, suavizei mais a cor e eliminei os excessos, apliquei mais Contraste Dinâmico, melhorei mais a luz intensa de fundo e ajustei o Gama, a profundidade de Campo e o Foco. Já o resto fica por conta da minha “RTX 2070” e do meu Editor “Davince Resolve Pro”. Encode” criado em tamanho Único. O áudio apresenta uma boa qualidade, apenas editei retirei e reduzi o máximo de chiado possível, estalos, normalizei o volume, apliquei mais graves e agudos. E por fim criei o Áudio Dolby (AC3) 5.1ch Mod final. Este pronto mais um Projeto. Vamos começar logo abaixo, com a “Descrição Completa do Filme”, Info e Media Info do Filme, logo após “Previews”, Trailer Personalizado, na sequência, Descrição do Filme, Link’s , Lista de Servidores, Críticas, Curiosidades, Screenshots, Premiações, Elenco Completo, Ficha Técnica Completa, etc.
 
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INFO
MEDIA INFO

Geral

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Nome completo :Mazzaropi, O Jeca e seu Filho Preto 1978 5740 Kbps [Remasterizado] HDR HDTV 1080p by Mandrake AC3 5.1 Mod (Nacional).mkv
Formato :Matroska
Versão do Formato :Version 4
Tamanho do arquivo :4.60 GiB
Duração :1 h 43 min
Taxa de Bits Total :6 384 kb/s
Nome do Vídeo :Mazzaropi, O Jeca e seu Filho Preto 1978 by Mandrake
Data da codificação :UTC 2019-09-10 13:58:33
Programa usado :mkvmerge v37.0.0 (‘Leave It’) 64-bit
Biblioteca usada :libebml v1.3.9 + libmatroska v1.5.2
Capa :Yes
Attachments :cover.png

Vídeo

ID :1
Formato :AVC
Formato/Informações :Advanced Video Codec
Perfil do Formato :[email protected]
Conf. do Formato :CABAC / 5 Ref Frames
Conf do Formato, CABAC :Sim
Conf do Formato, Quadros de Ref. :5 quadros
ID do Codec :V_MPEG4/ISO/AVC
Duração :1 h 43 min
Taxa de bits :5 740 kb/s
Largura :1 920 pixels
Altura :1 080 pixels
Proporção da imagem :16:9
Modo de taxa de quadros :Constante
Taxa de quadros :29.970 (30000/1001) FPS
ColorSpace :YUV
ChromaSubsampling/String :4:2:0
BitDepth/String :8 bits
Tipo de Scan :Progressivo
Bits/(Pixels*Quadros) :0.092
Tamanho da Faixa :4.13 GiB (90%)
Título :Mazzaropi, O Jeca e seu Filho Preto 1978 by Mandrake
Configurações de codificação :cabac=1 / ref=5 / deblock=1:0:0 / analyse=0x3:0x113 / me=umh / subme=9 / psy=1 / psy_rd=1.00:0.00 / mixed_ref=1 / me_range=16 / chroma_me=1 / trellis=2 / 8x8dct=1 / cqm=0 / deadzone=21,11 / fast_pskip=1 / chroma_qp_offset=-4 / threads=32 / vgamanufacture=galax vgamodel=27NSL6HPZ7MN / gpucudacore=2304 / gputhreads=218x1028cf / gpuclock=1620 / gpuclockoc=1665 / vramclock=on / vram=8gb / vramspec=gddr6 / vramspeedclock=14gbps / gpuramhead=on / ssdcachehead=on / ssdcache=0x384c / ssdcache=0x384c / rammemohead=on / cpuramhead=on / lookahead_threads=2 / sliced_threads=0 / nr=0 / decimate=1 / interlaced=0 / bluray_compat=0 / constrained_intra=0 / bframes=8 / b_pyramid=2 / b_adapt=2 / b_bias=0 / direct=2 / weightb=1 / open_gop=0 / weightp=2 / keyint=300 / keyint_min=30 / scenecut=40 / intra_refresh=0 / rc_lookahead=60 / rc=abr / mbtree=1 / bitrate=5500 / ratetol=1.0 / qcomp=0.60 / qpmin=0 / qpmax=69 / qpstep=4 / vbv_maxrate=62500 / vbv_bufsize=78125 / nal_hrd=none / filler=0 / ip_ratio=1.40 / aq=1:1.00
Idioma :Português
Default :Sim
Forced :Não

Áudio

ID :2
Formato :AC-3
Formato/Informações :Audio Coding 3
Format_Commercial_IfAny :Dolby Digital
ID do Codec :A_AC3
Duração :1 h 43 min
Modo da taxa de bits :Constante
Taxa de bits :640 kb/s
Nº de canais :6 canais
ChannelLayout :L R C LFE Ls Rs
Taxa de amostragem :48.0 kHz
Taxa de quadros :31.250 FPS (1536 SPF)
BitDepth/String :16 bits
Tamanho da Faixa :472 MiB (10%)
Título :Português AC3 5.1 Mod by Mandrake
Biblioteca usada :x264 core 157 r2935 545de2f core 345 core 144 boot x265 head
Idioma :Português
ServiceKind/String :Complete Main
Default :Sim
Forced :Não
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Menu

00:00:00.000 :pt: Mazzaropi, O Jeca e seu Filho Preto 1978 by Mandrake
…..:::MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO:::….. É MAIS UM GRANDE CLÁSSICO DO NOSSO CONSAGRADO ATOR “AMÁCIO MAZZAROPI” – UM VERDADEIRO MITO E GÊNIO DA COMÉDIA NACIONAL, QUE TANTO NOS ENCANTOU, FEZ GRANDE SUCESSO E NOS DEIXOU GRANDE SAUDADE… DOS DIRETORES, “Berilo Faccio e Pio Zamuner” COM O ROTEIRO PRÓPRIO DE NOSSO TALENTOSO “Amácio Mazzaropi e Rajá de Aragão” JUNTO A GRANDE ELENCO… PELA PRIMEIRA VEZ EM FULL HD NO TELA DE CINEMA… ESTE GRANDE CLÁSSICO, É MAIS UMA “VERSÃO INÉDITA, RARÍSSIMA E EXCLUSIVA” GRAVADO EM HDTV DE ALTÍSSIMA QUALIDADE DE IMAGEM E ÁUDIO. É MAIS UM GRANDE SUCESSO DESTE ÍCONE DO CINEMA NACIONAL, QUE VOCÊ ENCONTRA JUNTO AO MEU PROJETO EXCLUSIVO SOMENTE AQUI NO “TELA DE CINEMA” COM ESTA QUALIDADE DE SEMPRE. RECOMENDO!!! BOM FILME A TODOS!!! ABS… MANDRAKE

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MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1978 Jeca
MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1978 Casa17
Ele foi o primeiro humorista da TV brasileira e o primeiro brasileiro a fazer sucesso no cinema, mesmo em uma época de difícil acesso a tecnologias. O jeca mais querido do Brasil, Mazzaropi, deixou-nos há 37 anos. Porém, confortados pelo legado e pela obra imortalizada, que em 30 anos de produções cinematográficas, leva mais de 200 milhões de brasileiros aos cinemas, numa época que no Brasil as salas de cinema estavam restritas às grandes cidades.
 
No dia 19 de junho, dia do cinema brasileiro, recorda-se uma história peculiar e vitoriosa de um brasileiro visionário, que soube aproveitar oportunidades, não teve medo de arriscar e que pode ser facilmente relembrada em uma propriedade privada na cidade de Taubaté (SP).
 
Em 1946, convidado por Dermival Costa Lima, da Rádio Tupi, Mazzaropi estreou o programa dominical Rancho Alegre, encenado ao vivo no auditório da emissora no bairro do Sumaré e dirigido por Cassiano Gabus Mendes. Em 1950, este mesmo programa estreou na TV Tupi, mas agora contava com a coadjuvação dos atores João Restiffe e Geny Prado. De acordo com a assessoria de imprensa do Museu Mazzaropi, este foi o primeiro programa humorístico da televisão brasileira. “Quando inaugurou a TV Tupi no Brasil, ele foi o primeiro humorista da TV, levando o mesmo programa que ele tinha na rádio, e só aos 40 anos ele vai começar no cinema, na Vera Cruz, que era a Hollywood brasileira da época. Ele faz três filmes por lá, Sai da Frente, Nadando em Dinheiro e Candinho” com participações de “Geny Prado”.
MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1978 02aaaa
Desde muito cedo, o pequeno Amácio passou longas temporadas no município de Tremembé (SP), na casa do avô materno, o português João José Ferreira, exímio tocador de viola e dançarino. Seu avô também era animador das festas do bairro onde morava, às quais levava seus netos que, já desde cedo, entraram em contato com a vida cultural do caipira, que tanto inspirou Mazzaropi. Filho de Bernardo Mazzaropi, um imigrante italiano e Clara Ferreira, portuguesa, com apenas dois anos de idade, sua família mudou-se para Taubaté (SP).
 
Em 1919, sua família volta à capital paulista e Mazzaropi ingressa no curso primário do Colégio Amadeu Amaral, no bairro do Belém. Bom aluno, era reconhecido por sua facilidade em decorar poesias e declamá-las, tornando-se o centro das atenções nas festas escolares. Em 1922, morre o avô paterno e a família muda-se novamente para Taubaté, onde abrem um pequeno bar. Mazzaropi continua a interpretar tipos nas atividades escolares e começa a frequentar o mundo circense. Preocupados com o envolvimento do filho com o circo, os pais mandam Amácio aos cuidados do tio Domenico Mazzaropi, em Curitiba (PR), onde trabalhou na loja de tecidos da família e começava a fazer suas diferença.
 
Em 1926, aos 14 anos, regressa à capital paulista ainda com o sonho de participar em espetáculos de circo e, finalmente, entra na caravana do Circo La Paz. Nos intervalos do número do faquir, Mazzaropi conta anedotas e causos, ganhando uma pequena gratificação. Sem poder se manter sozinho, em 1929 Mazzaropi volta a Taubaté com os pais, onde começa a trabalhar como tecelão, mas não consegue se manter longe dos palcos e atua numa escola do bairro. E era aí onde ele já fazia diferença.
MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1978 Chico14
Com a Revolução Constitucionalista de 1932, segue-se uma grande agitação cultural e Mazzaropi estreia em sua primeira peça de teatro, chamada A herança do Padre João. Já em 1935, consegue convencer seus pais a seguir turnê com sua companhia e a atuarem como atores. Até 1945, a Troupe Mazzaropi percorre muitos municípios do interior de São Paulo. Com a morte da avó materna, dona Maria Pita Ferreira, Mazzaropi recebe uma herança
suficiente para comprar um telhado de zinco para seu pavilhão, podendo assim estrear na capital, com atuações elogiadas por jornais paulistanos. Depois, parte com a companhia em turnê pelo Vale do Paraíba. A grave situação de saúde de seu pai complica a situação financeira da companhia de teatro e, em 8 de novembro de 1944, morre Bernardo Mazzaroppi. Dias após a morte de seu pai, estreia no Teatro Oberdan ao lado de Nino Nello, sendo ator e diretor da peça Filho de sapateiro.
 
Convidado por Abílio Pereira de Almeida e Franco Zampari, Mazzaropi estreia seu primeiro filme, intitulado Sai da Frente, em 1952, rodado pela Companhia Cinematográfica Vera Cruz. Com as dificuldades financeiras da Vera Cruz, Mazzaropi faz, até 1958, mais cinco filmes por outras produtoras. Naquele mesmo ano, vende sua casa e cria a PAM Filmes (Produções Amácio Mazzaropi) e passa não só a produzir, mas distribuir os filmes em todo o Brasil. O primeiro filme da nova produtora foi o Chofer de Praça.
 
Em 1959 é convidado por José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, mais conhecido como Boni, na época da TV Excelsior de São Paulo, a fazer um programa de variedades que fica no ar até 1962. Neste mesmo ano começa a produzir um de seus filmes mais famosos, Jeca Tatu, personagem inspirado desde “Chico Fumaça”.
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Em 1961, Mazzaropi adquire uma fazenda onde inicia a construção de seu primeiro estúdio de gravação, que produziria seu primeiro filme em cores, Tristeza do Jeca, que foi também o primeiro filme veiculado na televisão pela Excelsior, ganhando os prêmios de melhor ator coadjuvante, Genésio Arruda, e melhor canção.
 
Cinco anos mais tarde, lança o filme O Corintiano, recorde de bilheteria do cinema nacional. Em 1972 é recebido pelo então presidente da República, o general Emílio Garrastazu Médici, a quem pede mais apoio ao cinema brasileiro. Em 1973, produz Portugal, minha saudade, com cenas gravadas no Brasil e em Portugal.
MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1978 02b
Seu 33º filme, Maria Tomba Homem, nunca seria terminado. Depois de 26 dias internado, Mazzaropi morre, vítima de um câncer na medula óssea aos 69 anos de idade, no hospital Albert Einstein, em São Paulo. É enterrado na cidade de Pindamonhangaba (SP), no mesmo cemitério onde seu pai já repousava. Nunca se casou, mas, segundo declarações de pessoas próximas, nutriu durante a vida um amor “platônico” pela apresentadora e amiga Hebe Camargo.
 
No ano seguinte, começa a construir em Taubaté um grande estúdio cinematográfico, uma oficina de cenografia e um hotel para os atores e técnicos. A partir de então, produz e distribui mais cinco filmes até 1979. Neste local que hoje ficam o Hotel Fazenda e as instalações do Museu Mazzaropi.
MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1978 Jeca2
MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1978 Mazza03a
Na Zona Rural da cidade, a uns 20 minutos da Rodovia Presidente Dutra, foi inaugurado no ano 2010 o Museu Mazzaropi. O local não resgata somente lembranças pelo fato de ser um museu com mais de 20 mil peças, mas sim, por ser exatamente o lugar onde Mazzaropi filmou grandes sucessos de bilheterias. É simplesmente ter a sensação de que pisa-se o mesmo chão em que pisou o mestre e pioneiro do cinema nacional.
 
No museu, pode-se encontrar equipamentos que eram utilizados nas filmagens, tanto para produção, quanto para exibição dos filmes, como os projetores, uma moviola (equipamento utilizado para realizar edições das imagens), os rolos dos filmes, o microfone, a filmadora etc. Eram equipamentos importados e inéditos no cinema nacional. Alguns pertenciam à Vera Cruz, que foi a produtora onde ele começou no cinema. São painéis que contam toda a sua trajetória artística e de vida, desde o nascimento, em 9 de abril de 1912, até a morte, em 13 de junho de 1981.
MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1978 Betao1
As paredes do museu mostram que o seu auge como artista começa aos 40 anos, quando inicia a carreira no rádio, seguindo pela televisão e terminando no cinema, na Vera Cruz e na PAM Filmes. No museu, é possível recordar que, depois da Vera Cruz, o humorista trabalhou para outras companhias, mas em 1958 criou a própria produtora, Produções Amácio Mazzaropi, mais conhecida como PAM Filmes, responsável por produzir 24 filmes (quase um filme por ano) e sempre com o lucro do filme anterior, criando assim a indústria do cinema. Antes, ele possuía outro estúdio que era chamado Fazenda da Santa, distante mais ou menos oito quilômetros das últimas instalações. Depois de lá, construía o estúdio e acomodações para as pessoas enquanto filmava. E quando não filmava, abriu o local como um hotel, porque já tinha toda a estrutura. O local serviu de cenário para os últimos filmes da carreira.
 
Todo o acervo do museu vem sendo acumulado desde 1992. O Instituto Mazzaropi, com o intuito de recolher, colecionar e fazer um museu, começou a receber pessoas que traziam objetos. São m
óveis que Mazzaropi comprava para fazer as filmagens ou eram móveis da casa dele que ele poderia utilizar também para as filmagens, objetos similares, figurino, etc. A intenção sempre foi manter a história, que também pode ser considerada um turismo cultural. Um verdadeiro resgate para as novas gerações”, explica.
 
O Museu Mazzaropi começou a tomar forma em 1992 por João Roman Júnior (já falecido) como uma forma de homenagear o velho amigo e cineasta brasileiro. Já a inauguração das atuais dependências do Novo Museu Mazzaropi ocorreu em 2010 e marcou de forma definitiva o alicerce da preservação histórica. Os filhos de João Roman Júnior dão continuidade ao trabalho de resgate e divulgação da obra de Mazzaropi, acreditando na importância da preservação da memória deste personagem do cinema brasileiro.
MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1978 Mazza04a
O museu está aberto de terça a domingo, das 8h30 às 12h30, a visitas em grupos, famílias, curiosos, estudiosos. Quem quiser e tiver o interesse pode vir. O valor é de R$ 11,00 e R$ 6,00 para estudante e terceira idade”, indica.

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1952 – Sai da frente
1952 – Nadando em dinheiro
1954 – Candinho
1955 – A carrocinha
1956 – Fuzileiro do Amor
1956 – O Gato de Madame
1956 – Chico Fumaça
1957 – O Noivo da Girafa
1958 – Chofer de Praça
1959 – Jeca Tatu
1959 – As Aventuras de Pedro Malazartes
1960 – Zé do Periquito
1961 – Tristeza do Jeca
1961 – O Vendedor de Linguiça
1962 – Casinha Pequenina
1963 – O Lamparina
1964 – Meu Japão Brasileiro
1965 – O Puritano da Rua Augusta’
1966 – O Corintiano
1967 – O Jeca e a Freira
1969 – No Paraíso das Solteironas’
1969 – Uma pistola para Djeca
1970 – Betão Ronca Ferro
1972 – O Grande Xerife
1973 – Um Caipira em Bariloche
1973 – Portugal… Minha Saudade
1974 – O Jeca Macumbeiro
1975 – Jeca contra o Capeta
1977 – Jecão, um Fofoqueiro no Céu
1978 – O Jeca e seu filho preto
1979 – A Banda das Velhas Virgens
1980 – O Jeca e a Égua Milagrosa
Maria Tomba Homem (não concluído)

MAZZAROPI, BETÃO RONCA FERRO (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1970 Preview

MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1978 01
───══✮ PREVIEW “HDTV” 1080P VERSÃO ORIGINAL 01✮══───
 
MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1978 02
───══✮ PREVIEW “HDTV” 1080P VERSÃO FINAL 01✮══───

MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1978 Trailer

MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1978 Descri

– SOBRE O VÍDEO:
Versão Maior – 1920×1080 – x264 – AVC – 16:9 – 29.970 FPS – [email protected] – 5740 KBPS
Áudio: Português-BR Versão Exclusiva Editada AC3 5.1ch Mod 48.0 kHz 640 kbps
Capítulos: Menu Português BR (1 Capítulo) Small
– SOBRE O FILME:
Encode HDTV Remasterizado
Encodes criados em Tamanho Único
Fonte
(TV Brasil, Tv Aberta/Fechada)
Criado Spoiler Info (Descrições Parciais)
Criado Spoiler Media Info (Descrições Completas)
Criado Release Completo Original
Criado Preview Imagem HDTV Remasterizado
Criado Trailer Personalizado
Excelente Qualidade de Imagem
Seleção das melhores imagens para esta Postagem…
– SOBRE O
ÁUDIO:

RMZ Áudio Português
Áudio Editado, Restaurado
Criado Áudio AC3 5.1ch Mod Final Resync
Áudios no formato AC3 5.1ch Mod
Qualidade: Áudio Principal 5.1ch Mod 48 kHz 640 kbps
– LISTA DE SERVIDORES:
Servidores Disponíveis Online para Download
Mega 1GDrive 1GDrive 2Mega 2
Escolha o Servidor abaixo de sua Preferência

Ótimo Filme a todos!!!

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MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO 1978 1080P 4.60 GB

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MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1978 Senha

MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1978 3+sinopse

Seu Zé e Dona Bomba são os pais de dois filhos homens, Laurindo e Antenor. Mas Antenor é negro e seus pais são brancos, fato que o casal não entende mas aceita como “coisa de Deus”. Quando Antenor começa a namorar com sua amiga de infância, a professora Laura, as coisas se complicam ainda mais pois a moça é branca e filha do patrão de Zé, o fazendeiro seu “Cheiroso”, que não admite que os dois fiquem juntos. Seu Cheiroso começa a perseguir Antenor e sua família e quer expulsá-los de seu sítio, mas não consegue impedir que o casamento entre os jovens seja marcado, com a ajuda de seu compadre Pacheco que devido a isso torna-se seu inimigo. No dia da cerimônia, ocorre um crime e ao final, o mistério que cerca o nascimento de Antenor será revelado.

MAZZAROPI, O JECA E SEU FILHO PRETO (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1978 Criticas

Consta que, ao lançar Jeca e seu filho Preto em abril de 1978, os críticos ficaram divididos. A audácia de Amácio Mazzaropi e
m discutir, à sua s
implicidade, o racismo, não poderia passar despercebida aos olhos dos seus detratores mais xiítas.
 
Mazzaropi já tinha encarado seu trabalho como veículo em Jeca contra o Capeta (1975), ao debater o projeto de lei do divórcio. Ou melhor, ele não debate, simplesmente o condena desde o início e a história simplesmente segue o caminho para justificar a negativa. 
 
É mais ou menos a mesma matéria de Jeca e seu Filho Preto, embora aborde o problema do racismo e o alia às diferenças sociais e culturais, ao insistir na personalidade maligna e retrógrada de Cheiroso. Zé (Mazzaropi) é um empregado de Cheiroso, e possui um filho negro, Antenor, que, apesar do amor e da educação que recebeu, ainda desperta desconfianças de ser realmente seu filho.
 
Antenor namora desde criança a filha de Cheiroso, mas com o tempo, o que era brincadeira acaba tornando-se coisa séria. Os dois não conseguem ocultar por tanto tempo, e ao revelar o namoro acabam sofrendo uma artilharia pesada de racismo e discriminação por parte de muitos, principalmente de Cheiroso. No final, se descobre que Cheiroso é pai de Antenor, fruto de um estupro. Ao morrer a mãe biológica de Antenor ainda no parto, a parteira usa de uma estratégia ridícula de dizer que era filho do Jeca. E é tratado como filho “natural” desde então.
 
A “revelação bombástica” do final esvaziou e muito o potencial de discussão do tema. Ainda que torne a figura de Cheiroso um pouquinho só mais complexo que os vilões monotonos da filmografia mazzaropiana – pois fica no ar: ele impediu o casamento da filha por mero racismo ou porque sabia que ele era seu filho? – ainda assim a consanguinidade, embora funcionasse como um interessante elemento dramático, fez demolir o alcance da abordagem do filme.
 
Mas a ousadia temática de Mazza merece ser aplaudida de pé, mesmo com suas escandalosas limitações técnicas, seu humor já cansado, e Hector Lagna Fietta aproveitando pedaços de trilhas de outros filmes e costurando-os aleatoriamente, Mazzaropi consegue empurrar as massas à reflexão.

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Canções: Silvana canta “Canção do Vento” de Paulo Kiko; Mazzaropi canta “Confins do meu sertão” de Ademir Monezzi e Carlos Paschoalin; Os Caçulas e Afonso Barbosa cantam “Catira” de Elpídio dos Santos.
 
O Filme foi Exibido em São Paulo a partir de 17.04.1978, no Art-Palácio, no Paissandú (Sala Independência), no Metrópole, no Rio Branco (Sala Vermelha), no Belas Artes (Sala Centro 1), no Jóia, no Majestic e circuito. Exibido também no Rio de Janeiro a partir de 01.08.1978, no Copacabana, no América, no Palácio, no São Luiz, no Veneza, no Comodoro, no Santa Alice, no Rosário e no Astor. Nesta mesma data, o filme foi exibido em Niterói, no Icaraí e no mesmo mês, foi exibido no D. Pedro.
 
O filme foi produzido nos estúdios da PAM Filmes, onde hoje existe o Hotel Fazenda Mazzaropi e o Museu Mazzaropi, em Taubaté, com cenas externas em São Luiz do Paraitinga, ambas no interior de São Paulo.
 
No “Museu Mazzaropi”, é possível recordar que, depois da Vera Cruz, o humorista trabalhou para outras companhias, mas em 1958 criou a própria produtora, Produções Amácio Mazzaropi, mais conhecida como PAM Filmes, responsável por produzir 24 filmes (quase um filme por ano) e sempre com o lucro do filme anterior, criando assim a indústria do cinema. Antes, ele possuía outro estúdio que era chamado Fazenda da Santa, distante mais ou menos oito quilômetros das últimas instalações. Depois de lá, construia o estúdio e acomodações para as pessoas enquanto filmava. E quando não filmava, abriu o local como um hotel, porque já tinha toda a estrutura. O local serviu de cenário para os últimos filmes da carreira..
 
Artista circense com rápida passagem pela televisão. No cinema, foi lançado pelos estúdios da Vera Cruz, quando criou tipos populares em Sai da frente e Nadando em dinheiro (1952), e Candinho (1953), esse último inspirado em Candide, romance de Voltaire. Depois de deixar os estúdios, fez filmes com diferentes produtores e diretores, em que alternou personagens rurais e urbanos. Fundou sua própria empresa, a PAM Filmes (Produções Amácio Mazzaropi), produzindo as obras em que atuava, começando com Chofer de praça (1958). O primeiro filme em que interpretou um personagem caipira foi Jeca Tatu (1959); mais adiante viriam outros: Tristezas do jeca (1961), O jeca e a freira (1967), O jeca macumbeiro (1974), O Jeca contra o capeta (1975), Jecão… um fofoqueiro no céu (1977), Jeca e seu filho preto (1978) e O jeca e a égua milagrosa (1980). Elaborou os argumentos de diversos de seus filmes e dirigiu catorze deles.
 
Mais tarde fundou seu próprio teatro – O Pavilhão Mazzaropi – com o qual viajou por todo o país, atuando como galã, diretor, autor e empresário. Também fez rádio e TV, tendo participado da inauguração da TV Tupi em 1950.
 
David Cardoso, que ingressou no cinema pelas mãos de Mazzaropi, em 63, e para quem “passou calças e engraxou sapatos”, como fez questão de frisar, chorou muito a perda do amigo, colega e mestre.
 
Hebe Camargo, que no final dos anos 40 fazia dupla com Mazzaropi no rádio – ela cantando, ele encerrando a apresentação com um elenco de anedotas -, também se mostrava inconformada.
 
A Cachoeira Grande localizada na cidade de Lagoinha foi um dos cenários do filme: “Jeca e seu Filho Preto”, em 1978.
 
Foi ainda o únic
o ator no mundo a ter, por força de contrato, exibição garantida no mesmo circuito de cinemas para seus filmes – o circuito Art Palácio.
 
A partir de 1958, tornando-se produtor independente, foi o único cineasta brasileiro a possuir – em Taubaté – um estúdio exclusivo e bem equipado onde rodou todos seus filmes posteriores.
 
E foi com esse gênero que Mazzaropi se transformou no artista mais popular do cinema brasileiro e encabeçou, durante anos seguidos, a lista dos filmes de maior bilheteria no Brasil.
 
Mais tarde fundou seu próprio teatro – O Pavilhão Mazzaropi – com o qual viajou por todo o país, atuando como galã, diretor, autor e empresário. Também fez rádio e TV, tendo participado da inauguração da TV Tupi em 1950.

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INDICAÇÕES

Fundação Feac de Jornalismo 2012
Indicado ao Prêmio “House Organ”
(Melhor Filme)
(Melhor Produtor)
Amácio Mazzaropi

Fundação Feac de Jornalismo 2013
Indicado ao Prêmio “House Organ”
(Melhor Filme)
(Melhor Produtor)
Amácio Mazzaropi

PREMIAÇÕES

Fundação Feac de Jornalismo 2012
Vencedor do Prêmio “House Organ”
(Melhor Filme)
(Melhor Produtor)
Amácio Mazzaropi

Fundação Feac de Jornalismo 2013
Vencedor do Prêmio “House Organ”
(Melhor Filme)
(Melhor Produtor)
Amácio Mazzaropi

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Amácio Mazzaropi…..Seu Zé do Traque
Geny Prado……………Dona Maria Bomba
Everaldo Bispo de Souza………….. Antenor
Carmen Monegal………………………….Laura
Joanes Dandaró……………………Seu Cheiroso
Yara Lins…………………………….Dona Cheirosa
David Neto…………………………..Seu Pacheco
Elizabeth Hartmann……………Dona Carolina
André Luiz Toledo…………………..Laurindo
Leonor Navarro…………………Inocência
Gilda Valença……………………..Maria
Carlos Garcia…………………….Juiz

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# País…………………..Brasil
# Música…Hector Lagna Fietta
# Fotografia………..Pio Zamuner
# Edição……………..Walter Wanni
# Maquiagem…………..Nena Vianna
# Cenografia……………..Carlos Garcia
# Direção de Arte…………..Nena Vianna
# Produção……………..Amácio Mazzaropi
# Produtora………………………..PAM Filmes
# Distribuidora…………Cinemagia /PAMFilmes

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Atualizado em: 13 de março de 2021 as 00:00

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