Formato: MKV Qualidade: BD-REMUX 4k REMASTERED 1080p (1920×1080) 16×9 Tamanho 01: 2.64 GB (Versão Mini) 6.69 GB (Versão Média) 9.04 GB (Versão Maior) Tamanho 02: 10.9 GB (Versão Tuning) 28.5 GB (Versão Remux) Duração: 2 h 13 min Capítulos: Português BR Menu 16 Capítulos (Full) Legendas 01: Português BR (Forced/Completa) – SRT PGS – Selecionáveis Legendas 02: Português PT / Inglês (Completa/Comentários) SRT PGS – Selecionáveis Crédito Legenda Forced: Any Souza (Trechos não Dublados) PT-BR (PGS) Crédito Legenda Forced: Mandrake (Criação e Correção) Formato PT-BR (SRT) Crédito Legenda Extras: Mandrake (Criação e Correção) Formato PT-BR (SRT) Crédito Legendas Mandrake (Criação e Correção) PT-BR PT-PT INGLÊS (SRT) Áudio 01: Português-BR Dublagem Clássica AIC-SP Versão Exclusiva AC3 5.1ch Mod Áudio 02: Português-BR Dublagem Clássica AIC-SP Versão Exclusiva AC3 2.0ch Mod Áudio 03: Inglês Dolby Surround 5.1ch Áudio 04: Inglês DTS-HD Surround 2.0ch Áudio 05: Inglês DTS Surround 2.0ch Crédito Áudio: Vagnernoron (Estúdio AIC-SP) Crédito Áudio: Josué Freitas e Thiago (Minutos Iniciais e Uploader Estúdio AIC-SP) Crédito Áudio: Any Souza (RMZ, Áudio Criação & Sincronismo) Crédito Áudio: Mandrake (Áudio Restaurado, Mod AIC-SP AC3 5.1ch, AC3 2.0ch) Crédito Áudio: Mandrake (Criação Áudio Inglês Dolby 5.1ch Surround: Mandrake Crédito Fonte BD-Full: Netto Oliveira Crédito Elenco Dublagem: Augusto Bisson (AIC-SP) Servidor: GDrive – Mega 1 – Mega 2 – Mega 3 (Compactada Winrar) RMZ Encoder Uploader: Mandrake
NOTA: Estes Arquivos foram devidamente compactados com o uso do “WinRar v5.71”. Utilize esta mesma versão do Programa para extração correta dos arquivos sem erros.
Nossa Grande Novidade é este grande Clássico Inédito, estou falando de “Horizonte Perdido” em sua Nova Edição Especial de Aniversário de 80 Anos “Remastered pelo 4k”. Tudo começa quando uma revolução eclodiu na China e o diplomata Robert Conway (Ronald Colman) é forçado a fugir com outros quatro americanos. Mas o avião deles é sequestrado e acabam indo parar no Tibet, precisamente numa comunidade utópica em que seus membros parecem não envelhecer. E é justamente após a queda de um avião no Himalaia, que um grupo de pessoas acaba por encontrar uma cidade perdida. O lugar é o paraíso, Shangri-Lá, onde eles encontram um enorme contraste com a vida urbana que levam. Este é mais um Clássico Imperdível, um dos maiores sucessos do cinema que nos revele um final emocionante que você encontra com exclusividade, aqui no Tela de Cinema. Vale apena conferir.
ONDE TUDO COMEÇOU:
Esta Ideia partiu inicialmente da Any Souza , más o grande problema foi realmente encontrarmos o Bluray em sua Versão Completa. Com ajuda do Marujo Netto Oliveira o mesmo nos Forneceu a Fonte do Bluray, O Áudio da Dublagem Clássica da AIC-SP foi fornecida pelo Marujo Vagnernoron e os minutos da Inicialização pelo Marujo Josué Freitas e para fechar com chave de ouro faltava ainda o Elenco Completo da AIC-SP que foi nos foi fornecida pelo Augusto Bisson. Agora é partir para o abraço porque afinal já tínhamos tudo. A Any Souza ajudou bastante neste Projeto, criou um RMZ inédito do áudio, ajudou também com as fontes de Pesquisas. E por fim entra a minha parte que vou descrevê-la em detalhes logo abaixo.
CRIAÇÃO ENCODES E VERSÃO TUNING:
Eis que Horizonte Perdido traz uma Poderosa Versão Restaurada com base direta do 4K e batizada como a Versão de Aniversário de 80 Anos. Este Projeto de Restauração e Remasterização do filme já seria uma boa noticia, pois muitas cenas ou partes foram perdidas e não foi fácil refazer todo esta Remasterização. O Único problema é que a imagem do filme é bastante granulada, percebe-se inclusive na Imagem do próprio Remux. Então efetuei alguns ajustes para suavizar mais a imagem e anular o excesso de Granulação e Ruídos presentes na imagem. E o resultado foi muito bom e esperado. Criei Três Encodes (2200 Kbps, 5500 Kbps e 8000 Kbps) e mantive nestes 3 primeiros Encodes, a qualidade Máxima Original deste filme. A outra Novidade “Exclusiva” é sobre o Quarto Encode (10000 Kbps), onde criei especialmente uma Versão Tuning, uma versão modificada apenas neste único Encode com uma imagem mais, dinâmica, suave e bem mais aperfeiçoada. Estes ajustes foram possíveis nesta Versão Tuning devido a um outro Programinha que considero um verdadeiro Canivete Suíço que desbloqueia muitos ajustes do H.264, o “Avid Média Composer” em conjunto com minha “RTX 2070”, que na minha opinião ficaram ótimos os resultados.
CRIAÇÃO DO ÁUDIO 5.1:
A Dublagem Clássica AIC-SP, em se tratando de uma dublagem muito antiga, apresentava um índice altíssimo de Ruídos, estalos, chiados, algumas distorções, etc. Para corregi isto, efetuei uma edição completa e restauração deste áudio, retirei e reduzi a maior parte possível do chiado, as distorções, os estalos e o alto índice de ruido. Suavizei mais as passagens com Efeito Fade de Entrada Mutuo e Saída Constante, para termos uma passagem mais suave entre os dois audios, principalmente dos trechos não dublados. Apliquei mais Reverberação na fala, para torná-la mais dinâmica, removi alguns Clips, normalizei, ajustei suavemente Graves e Agudos e por fim crie o Áudio final em 2.0ch e 5.1ch (AC3 5.1ch e AAC 5.1ch). Comparando com a versão original o áudio ficou bem mais limpo, puro e audível. Inclusive alguns trechos com Voz e Musica foram melhorados ao limite extremo permitido. O Áudio Principal em Inglês, foi Originalmente, Restaurado e Remasterizado pela própria Produtora. Mantive intactas as Versões DTS-HD Surround 2.0ch e DTS Surround 2.0. Apenas criei o áudio AC3 Surround 5.1ch e AAC 5.1ch. Normalizei e aumentei mais o volume e nada mais a ser feito. A qualidade das versões criadas são excelentes. Lembrando que para Restauração do audio da AIC-SP, usei também este fantastico Programinhas, o “Avid Média Composer” pelo qual me oferece muitas alternativas e diversos ajustes à parte.
SOBRE OS EXTRAS E A TRILHA SONORA:
Este filme possui cerca de 6 Extras com cenas jamais vistas e trechos recuperados. Logo o Primeiro Extra “Restauração 4k do Filme” não possui áudio. É um Video que revela todo o processo de Restauração e como foi feito. Então em Introduzi um fundo Musical ao mesmo e Traduzi algumas legendas originais em inglês. O Vídeo e audio permanecem intactos nos outros extras, exceto o primeiro mencionado antes. A Trilha sonora deste filme é fantástica e eu a consegui com um amigo Colecionador que tinha as 2 versões em Vinil muito bem conservado e em CD. Embora as Capas informem o formato CD, a conversão foi feita em cima da versão em Vinil, que considero qualidade superior ao CD.
CRIAÇÃO DAS LEGENDAS E CAPÍTULOS:
As Legendas Forced (Trechos) do filme foram também criadas pela Any Souza no formato “PGS”. Então eu crie e versão SRT e efetuei algumas correções “OCR” e os erros da mesma. Criei também para Legendas Completas em PT-BR e PT-PT, versões em SRT. E também foram criadas Legendas em “SRT” para Inglês Completo e Comentários. Os Capítulos foram traduzidos para PT-BR. Vamos começar logo abaixo, com a “Descrição Completa do Filme”, à começar pelo Elenco de Dublagem, Extras, Info, Info Remux, Media Info e Media Info Remux, ambos do Filme, logo após o Release Completo do Filme, dando sequência, “Previews”, Trailer Personalizado, na sequência, Descrição do Filme, Link’s, Lista de Servidores, Críticas, Curiosidades, Screenshots, Premiações, Elenco Completo, Ficha Técnica Completa, etc. E logo após a Descrição do Filme, apresento-lhes o Release Esclusivo Completo que criei para este Filme.
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…..:::HORIZONTE PERDIDO 80TH ANNIVERSARY EDITION REMASTERED:::….. É MAIS UM GRANDE CLÁSSICO IMPERDÍVEL… DO DIRETOR,“Frank Capra”… COM ROTEIRO DE “Robert Riskin e James Hilton”… NO PAPEL PRINCIPAL, NADA MAIS, NADA MENOS, QUE RONALD COLMAN, ROBERT CONWAY E JANE WYATT E GRANDE ELENCO… ESTE GRANDE CLÁSSICO É EXCLUSIVO PARA O TELA DE CINEMA… TRATA-SE DA “VERSÃO DE ANIVERSÁRIO DE 80 ANOS, INÉDITA, REMASTERIZADA DIRETAMENTE DO 4K, EM BD-REMUX, COM ENCODES DE ALTÍSSIMA QUALIDADE E ÁUDIO TOTALMENTE MODIFICADO E RESTAURADO. É MAIS UM GRANDE CLÁSSICO IMORTAL DO CINEMA, QUE VOCÊ ENCONTRA JUNTO AO MEU PROJETO, JUNTO A ANY SOUZA COM EXCLUSIVIDADE ABSOLUTA, AQUI NO“TELA DE CINEMA”…QUALIDADE GARANTIDA!!! RECOMENDO!!! ÓTIMO FILME A TODOS!!! ABS… MANDRAKE & ANY SOUZA
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A edição de 80 anos de “Horizonte Perdido” chega em Blu-ray, embalada em um impressionante digibook de 28 páginas, impresso em páginas grossas e brilhantes, que mostram maravilhosamente mais de uma dúzia de raras fotos em preto e branco. Um ensaio de Jeremy Arnold sobre a produção do filme, uma discussão aprofundada da restauração atual e listas de crédito para Ronald Colman, Jane Wyatt e Frank Capra compreendem o conteúdo, bem como um folheto contendo um código de acesso para o filme. Cópia digital em HD. Embora este Digibook combine muito bem com os três lançamentos anteriores do em Blu-ray Capra, sua qualidade parece um pouco elevada, tornando-o outro item de coleção querido para os fãs de filmes clássicos. Depois que o disco é inserido no aparelho, o menu estático com música é exibido imediatamente e nenhuma visualização ou promoção o precede. Mais não deixa de ser uma grande novidade esta Edição de Aniversário.
Esta Edição Luxuosa Premium, Edição Comemorativa de Aniversário de 80 anos contém o filme em Blu-ray e uma cópia digital em DVD, que po r s inal é essencial para os fãs da própria versão que lhes permitem assistir da maneira que escolherem. Esta versão também inclui uma Maleta Colecionável, uma especia de Estojo e um Livreto de Colecionador. Celebre a Edição de 80 de Aniversário do clássico de Frank Capra, Horizonte Perdido, produzido com base no romance best-seller de James Hilton. Ronald Colman e Jane Wyatt estrelam essa jornada única para o paraíso encantado de Shangri-La, onde o tempo para. Recentemente restaurado e com um minuto adicional de filmagem que faltava há muito tempo no filme, Horizonte Perdido é uma experiência magnifica para fãs de todos os tempos e principalmente para os mais Jovens.
Horizonte Perdido é apresentado em Blu-ray, cortesia da Sony Pictures Home Entertainment, com uma transferência 1080p AVC codificada em 1,37:1. Os interessados devem ouvir definitivamente algo fantástico, embora agora um pouco desatualizado, o comentário de Bob Gitt, que trabalhou neste recurso por décadas, enquanto ele aborda algumas das proveniências dos elementos utilizados, bem como as técnicas digitais “Fangled” utilizadas para trazê-los para o rapé. Como mencionado no pré-comentário, algumas coisas mudaram nas décadas seguintes desde que o comentário foi gravado, e essa nova restauração (ish) 4K mostra uma melhoria acentuada na resolução dos elementos intermitentes de 16 mm, que foram os únicos exemplos sobreviventes de cenas que foram reintegradas ao filme. Que, obviamente, junto com um novo minuto ou mais das imagens encontradas mais recentemente, representam algumas das diferenças mais notáveis nesta apresentação, uma que mostra o cuidado exato que a equipe da Sony tende a tomar com essas restaurações. Podemos perceber a qualidade das Cenas excepcionais recuperadas do filme conforme o exemplo abaixo.
Embora ainda exista uma variabilidade provavelmente inevitável na nitidez, clareza e estrutura de grãos devido à combinação de tantos elementos de origem díspares, esta nova restauração em 4K é de aparência consideravelmente mais homogênea do que nos lançamentos anteriores de vídeo doméstico. As seções de 35 mm oferecem geralmente excelentes níveis de detalhe e contraste sólido e níveis de preto, com escala de cinza finamente modulada. Embora ainda exista uma variabilidade provavelmente inevitável na nitidez, clareza e estrutura de grãos devido à combinação de tantos elementos de origem díspares, esta nova restauração em 4K é de aparência consideravelmente mais homogênea do que nos lançamentos anteriores de vídeo doméstico. As seções de 35 mm oferecem geralmente excelentes níveis de detalhe e contraste sólido e níveis de preto, com escala de cinza finamente modulada.
Em 2014, a Sony Pictures Entertainment concluiu uma restauração totalmente digital no Colorworks, usando a preservação negativa criada em 1998 como fonte primária, digitalizada em 4K e integrada à impressão de nitrato pessoal do diretor. Material adicional foi localizado em uma gravura de 16 mm, muito desgastada, da cena da primeira reunião com o Alto Lama, onde as imagens perdidas anteriormente haviam sido representadas pela trilha sonora original e pelas imagens estáticas. Houve sem duvida mais ganho de imagens, podemos observar como era maravilhoso o Figurino deste filme, a prataria e artefatos da época. A filtragem de cor aqui entre o preto e o branco e notada por infinitas camadas acinzentadas que tonalizam, destacam a pele e dão origem ao semblante mais autentico.
Um dos grandes “achados” nas longas décadas de pesquisa de Gitt por elementos foi uma trilha sonora completa de 132 minutos, que forneceu a fonte para a faixa mono DTS-HD Master Audio 2.0 geralmente de bom som incluída neste Blu-ray. Ainda há um pouco de boxiness e até um som levemente diminuto em alguns dos sublinhados, mas no geral é uma reprodução surpreendentemente encorpada de uma faixa obviamente antiga, com o diálogo entregue de forma limpa e clara, embora com um som superficial geral e uma ligeira falta de “oomph” nos registros mais baixos. Além das notas de produção (oferecidas em um formato ligeiramente diferente no DigiBook), esta versão é portada sobre os suplementos do DVD lançado anteriormente. Seria bastante interessante que recuperassem novos suplementos, principalmente trechos raros e inéditos, como por exemplo, as aparições do Dalai Lama.
O Comentário de áudio apresenta Charles Champlin e Bob Gitt e é mais ou menos o mesmo que o contido no DVD lançado anteriormente. No entanto, como está documentado em um breve cartão de texto (breve demais para mim, e eu sou um leitor rápido – tenha seu botão de pausa), o comentário foi editado e algumas de suas referências não são mais precisas (no que diz respeito a a restauração mais recente em 4K). Um dos petiscos mais interessantes neste cartão de texto é que uma das imprecisões diz respeito à explosão fotoquímica de elementos de 16 mm, já que mesmo esses elementos foram digitalizados para esta nova restauração.
Conforme explicado nas notas explicativas, a restauração de Horizonte Perdido continuou intermitente desde o início do projeto, em 1970, e essa bela nova digitalização em 4K inclui peças adicionais de cenas perdidas anteriormente que surgiram em uma impressão de TV francesa de 16 mm da o filme. Restaurar um filme de várias fontes está longe de ser o ideal, mas no caso de Horizonte Perdido, unir esses elementos seria a única maneira de mostrar esse filme clássico como ele foi originalmente planejado. (Cerca de seis minutos de filmagem permanecem perdidos, mas como a trilha sonora completa do filme existe, essas lacunas visuais são preenchidas com cenas e cenas publicitárias do filme para preservar a continuidade narrativa.) Como resultado, a qualidade da imagem deste 1080p / AVC MPEG A transferência de -4 varia ao longo do tempo de exibição do filme. Algumas cenas parecem maravilhosamente nítidas, com alto nível de clareza, contraste e detalhes, dando vida à imagem como nunca antes, enquanto outras pare cem bastante suaves e exibem graus mais altos de grão. Os espectadores só precisam esperar essas inconsistências, acompanhar os golpes, antes de temos a sorte de poder ver este filme nesta condição superior.
Os cenários ornamentados e os trajes autênticos exibem níveis maravilhosos de detalhes e textura, a profundidade palpável aprimora a natureza épica da história e close-ups agradáveis destacam os recursos levemente desgastados de Colman e a pele branca e cremosa de Wyatt. Os negros exalam uma riqueza adorável, a neve branca caindo e o mamute, os montes escarpados são maravilhosamente distintos, e os cinzas produzem variação suficiente para criar uma imagem lindamente estruturada que honra fielmente a cinematografia de Joseph Walker. Embora o grão seja sempre evidente, seu impacto é mínimo durante as partes mais claras do filme, e o excelente delineamento das sombras aumenta a vitalidade das cenas noturnas. Os olhos de águia podem detectar alguns defeitos de impressão, mas, apesar do uso de várias fontes, a imagem permanece notavelmente limpa por toda parte. Embora uma versão completa e impecável do Horizonte Perdido tem sido tão esquivo quanto o próprio Shangri-La, essa restauração espetacular e transferência de alta qualidade se aproximam mais do que qualquer outra de apresentar esse clássico da maneira que Frank Capra o imaginou. Mais a formula deu certo e resultado podemos ver na imagem abaixo, os detalhes do rosto, olhos, o sombreamento e esta maravilhoso Preto, Cinza e Branco muito rico e dinâmico.
Para um filme de 80 anos, Horizonte Perdido parece muito bom. A faixa DTS-HD Master Audio 1.0 foi removida de todos os defeitos irritantes relacionados à idade, como assobios, estalos e estalidos, e embora um pouco de ruído superficial fraco possa ser detectado durante momentos tranquilos, isso nunca interfere na ação. O vento uivante, os motores a jato estrondosos, os passos na neve e as rajadas de tiros são bem prestados, e todo o diálogo é bem priorizado e fácil de compreender. Uma ampla escala dinâmica lida com todos os altos e baixos sem um pingo de distorção, e a fidelidade sólida reforça o impacto da memorável trilha sonora de Dimitri Tiomkin, indicada ao Oscar, que enche a sala com facilidade. A engenharia de áudio ainda estava em sua infância na época de Horizonte Perdido, mas esta faixa mostra o som primitivo da melhor forma possível.
Todos os extras do DVD de 2000 foram transportados para esta edição Blu-ray do 80º aniversário. O material é bastante interessante, mas é uma pena que não tenham sido produzidos novos suplementos para complementá-los. Uma Cena bastante importante que deveria ser complementada, seria a Imagens deslumbrantes das Montanhas cobertas de Gelo.
Comentário em Áudio – O falecido crítico de cinema do Los Angeles Times Charles Champlin e o preservacionista Robert Gitt sentaram-se em 1999 para este comentário informativo que se concentra na restauração anterior de Horizonte Perdido, bem como seu histórico de produção e as versões abreviadas e alteradas do filme. (Uma introdução impressa ao comentário declara que algumas observações foram excluídas porque não são mais relevantes depois que a imagem passou por uma restauração completa em 4K.) Gitt domina a trilha e descreve a história quadriculada do filme, explicando detalhadamente por que foi cortada após sua exibição. lançamento inicial e ligeiramente alterado para sua reedição durante a Segunda Guerra Mundial. Ele identifica quais cenas e trechos foram restaurados, discute questões de elenco e censura e fala sobre preservação. Embora ocasionalmente fique atolado em minúcias, esta é uma trilha muito informativa e interessante que lança muita luz sobre um filme importante.
Documentário Fotográfico (480i; 30:27)– O documentário fotográfico também pode ter nomes estranhos, já que na verdade inclui imagens em movimento reais, além de um excesso de fotos, com o historiador Kendall Miller fornecendo informações sobre a produção. Kendall Miller é provavelmente a principal autoridade do mundo em Horizonte Perdido, e este fascinante documentário retrospectivo de 1999, que ele escreveu e dirigiu, fornece um relato abrangente da produção do filme. Incorporando fotos e clipes de filme muito raros nos bastidores, Miller, que também narra esta peça, fala sobre os desafios tecnológicos que Capra enfrentou, narra a filmagem de várias sequências principais, explica como os efeitos foram criados e descreve a abertura e o filme originais. Cenas deletadas. Ele também desmascara mitos, compartilha histórias sobre as divergências entre Capra e o chefe de estúdio da Columbia, Harry Cohn, e aborda outros assuntos, como cenografia e retoma. Se você tiver apenas tempo para um suplemento, verifique este documentário essencial e definitivo.
Característica da Restauração (Restoration Featurette – HD 8:36) – É uma espécie de peça estranhamente nomeada, pois o que realmente é são os únicos fragmentos restantes do negativo original da câmera, com alguns momentos excluídos sem som. Esta característica é realmente um compêndio de três cenas excluídas . Uma é simplesmente filmagem não utilizada, tirada do negativo original da câmera do filme, enquanto as outras duas foram provavelmente cortadas da impressão após a primeira visualização de Horizonte Perdido. Como não existe áudio para as duas últimas cenas, Robert Gitt lê o diálogo do script de filmagem sobre as imagens correspondentes.
Final Alternativo (Alternate Ending 480i; 2:43) – É o final que Sam Cohn estava discutindo antes que os desejos de Capra prevalecessem. O final original, um tanto ambíguo de Capra, foi brevemente substituí do p or um final romântico, obrigatório pelo estúdio, que foi sabiamente abandonado após a primeira semana e meia de lançamento do filme. Ambos os finais são comparados aqui.
Comparação Antes e Depois (HD, 00:59) – A comparação Antes e Depois mostra como uma ruptura e instabilidade especialmente ruins de outro elemento de 16 mm foram reparadas. Este breve trecho demonstra como uma lágrima digital foi reparada e como uma injeção instável de 16 mm foi estabilizada digitalmente.
Trailers (HD, 8 minutos) – Dois breves teasers, um dos quais destaca Horizonte Perdido, como uma imagem que deve marcar um marco na história do cinema, bem como o trailer de reedição de 1942 e longas pré-visualizações em francês e espanhol completam o roteiro complementar pacote. Já a Comparação de créditos de abertura é uma comparação curta, mas interessante, de como os principais títulos mudaram quando o filme foi lançado durante a Segunda Guerra Mundial.
Horizonte Perdido, pode não ser o melhor filme do diretor Frank Capra, mas certamente foi o mais ambicioso, e nos 80 anos desde que estreou, essa fantasia filosófica passou pelo proverbial ator. Para nossa sorte, o processo de restauração de décadas do filme culminou nesta gloriosa edição de aniversário que apresenta uma transferência de vídeo 4K remasterizada, áudio sem perdas e todos os suplementos do DVD anterior. Para encerrar a apresentação, esta linda embalagem do “Digibook” que correspondem a outros três lançamentos de Capra nesta coleção. Durante esses tempos difíceis, a mensagem esperançosa de Horizonte Perdido ressoa tão fortemente quanto certamente ocorreu nos anos anteriores à Segunda Guerra Mundial e torna essa produção impressionante e ambiciosa bastante relevante mais uma vez. Do ponto de vista cinematográfico e temático, este filme artístico e instigante é altamente recomendado.
TRILHA SONORA MUSICAL
LOST HORIZON THE CLASSIC FILM SCORES OF DIMITRI TIOMKIN
LOST HORIZON SOUNDTRACK (BY DIMITRI TIOMKIN)
Expanded The Original Soundtrack Album
Formato MP3 (44.100 kHz, 320 kbps, 2ch)
Compactado WinRar
LOST HORIZON THE CLASSIC FILM SCORES OF DIMITRI TIOMKIN
Lista de Músicas
Gênero: Trilha Sonora Musical Composição: Dimitri Tiomkin Gravadora: RCA Red Seal Sa Lançamento: 2010 (1937) Artista: Dimitri Tiomkin Tamanho: 112 MB Duração: 45:51 Formato: MP3 Faixas: 06 País: USA
───══✮PREVIEW “BLURAY” 1080P VERSÃO REMASTERED 4k✮══───
───══✮PREVIEW “BLURAY” 1080P VERSÃO REMASTERED 4k TUNING BY MANDRAKE✮══───
– SOBRE O VÍDEO: Versão Remux – 1920×1080 – x264 – AVC – 16:9 – 23.976 FPS – [email protected] – 24.9 MBPS Áudio 01: Português-BR Versão Exclusiva AC3 5.1ch Mod 48.0 kHz 640 kbps Áudio 02: Português-BR Versão Exclusiva AC3 2.0ch Mod 48.0 kHz 448 kbps Áudio 03: Inglês Versão Dolby Surround 5.1ch 48.0 kHz 640 kbps Áudio 04: Inglês Versão DTS-HD 2.0ch 48.0 kHz 1712 kbps Áudio 05: Inglês Versão DTS 2.0ch 48.0 kHz 1509 kbps Áudio 06: Português-BR Versão Exclusiva AAC 5.1ch Mod 48.0 kHz 240 kbps Áudio 07: Português-BR Versão Exclusiva AAC 2.0ch Mod 48.0 kHz 240 kbps Áudio 08: Inglês Versão Exclusiva AAC 5.1ch 48.0 kHz 240 kbps Legenda 01: Português-BR SRT [Trechos não Dublados] Legenda 02: Português-BR SRT [Completa] Legenda 03: Português-PT SRT [Completa] Legenda 04: Inglês SRT [Completa] Legenda 05: Inglês SRT [Comentários] Legenda 06: Português-BR PGS [Trechos não Dublados] Legenda 07: Português-BR PGS [Completa] Legenda 08: Português-PT PGS [Completa] Legenda 09: Inglês PGS [Completa] Legenda 10: Inglês PGS [Comentários] Capítulos: Menu Português BR (16 Capítulos) Full Versão Tuning – 1488×1080 – x264 – AVC – 1.378 – 23.976 FPS – [email protected] – 10000 KBPS ———————————===VERSÃO EXCLUSIVA MODIFICADA===——————————– Áudio 01: Português-BR Versão Exclusiva AC3 5.1ch Mod 48.0 kHz 640 kbps Áudio 02: Português-BR Versão Exclusiva AC3 2.0ch Mod 48.0 kHz 448 kbps Áudio 03: Inglês Versão Dolby Surround 5.1ch 48.0 kHz 640 kbps Legenda 01: Português-BR SRT [Trechos não Dublados] Legenda 02: Português-BR SRT [Completa] Legenda 03: Português-PT SRT [Completa] Legenda 04: Inglês SRT [Completa] Legenda 05: Inglês SRT [Comentários] Legenda 06: Português-BR PGS [Trechos não Dublados] Legenda 07: Português-BR PGS [Completa] Legenda 08: Português-PT PGS [Completa] Legenda 09: Inglês PGS [Completa] Legenda 10: Inglês PGS [Comentários] Capítulos: Menu Português BR (16 Capítulos) Full Versão Maior – 1488×1080 – x264 – AVC – 1.378 – 23.976 FPS – [email protected] – 8000 KBPS Áudio 01: Português-BR Ve rsão Exclusiva AC3 5.1ch Mod 48.0 kHz 640 kbps Áudio 02: Português-BR Versão Exclusiva AC3 2.0ch Mod 48.0 kHz 448 kbps Áudio 03: Inglês Versão Dolby Surround 5.1ch 48.0 kHz 640 kbps Áudio 04: Inglês Versão DTS-HD 2.0ch 48.0 kHz 1712 kbps Áudio 05: Inglês Versão DTS 2.0ch 48.0 kHz 1509 kbps Legenda 01: Português-BR SRT [Trechos não Dublados] Legenda 02: Português-BR SRT [Completa] Legenda 03: Português-PT SRT [Completa] Legenda 04: Inglês SRT [Completa] Legenda 05: Inglês SRT [Comentários] Legenda 06: Português-BR PGS [Trechos não Dublados] Legenda 07: Português-BR PGS [Completa] Legenda 08: Português-PT PGS [Completa] Legenda 09: Inglês PGS [Completa] Legenda 10: Inglês PGS [Comentários] Capítulos: Menu Português BR (16 Capítulos) Full Versão Média – 1488×1080 – x264 – AVC – 1.378 – 23.976 FPS – [email protected] – 5500 KBPS Áudio 01: Português-BR Versão Exclusiva AC3 5.1ch Mod 48.0 kHz 640 kbps Áudio 02: Português-BR Versão Exclusiva AC3 2.0ch Mod 48.0 kHz 448 kbps Áudio 03: Inglês Versão Dolby Surround 5.1ch 48.0 kHz 640 kbps Legenda 01: Português-BR SRT [Trechos não Dublados] Legenda 02: Português-BR SRT [Completa] Legenda 03: Português-PT SRT [Completa] Legenda 04: Inglês SRT [Completa] Legenda 05: Inglês SRT [Comentários] Capítulos: Menu Português BR (16 Capítulos) Full Versão Mini* – 1488×1080 – x264 – AVC – 1.378 – 23.976 FPS – [email protected] – 2200 KBPS Áudio 01: Português-BR Versão Exclusiva AAC 5.1ch Mod 48.0 kHz 240 kbps Áudio 02: Português-BR Versão Exclusiva AAC 2.0ch Mod 48.0 kHz 240 kbps Áudio 03: Inglês Versão AAC 5.1ch 48.0 kHz 240 kbps Legenda 01: Português-BR SRT [Trechos não Dublados] Legenda 02: Português-BR SRT [Completa] Legenda 03: Português-PT SRT [Completa] Legenda 04: Inglês SRT [Completa] Legenda 05: Inglês SRT [Comentários] Capítulos: Menu Português BR (16 Capítulos) Full – SOBRE O FILME: Encode BD-Remux Remastered 4k 1080P Encode criado em 3 Tamanhos diferentes Encode criado em Tamanho Único Versão Tuning Fonte(BD-Full Remastered 4k) Criado Spoiler Estúdio de Dublagem AIC-SP(Descrições Parciais) Criado Spoiler Extras Completos(Descrições Parciais) Criado Spoiler Info (Descrições Parciais) Criado Spoiler Info Remux(Descrições Parciais) Criado Spoiler Media Info (Descrições Completas) Criado Spoiler Media Info Remux (Descrições Completas) Criado Vinheta (Texto Animado de Apresentação) Criado Preview Imagem Bluray Remastered Criado Preview Imagem Bluray Remastered Tuning Criado Trailer Personalizado Excelente Qualidade de Imagem Seleção das melhores imagens para esta Postagem… – SOBRE O ÁUDIO: RMZ Áudio Português Áudio Editado Estúdio AIC-SP Criado Novo Áudio Exclusivo AC3 5.1ch Mod Final Resync Áudios formato Dolby 5.1ch Mod e AAC 5.1ch Mod RMZ Áudio Inglês Áudio Criado Áudio Criado Dolby Surround 5.1ch Áudio Criado Dolby 2.0ch Correção e Normalização de Volume Áudio Original sem Modificações DTS-HD 2.0ch e DTS 2.0ch Áudios Novos Formatos Dolby Surround 5.1ch e AAC 5.1ch Mod Qualidade: Áudio Principal 5.1ch Mod 48 kHz 640 kbps – SOBRE AS LEGENDAS: Legendas Português BR Legenda Português-BR Forced Criada SRT Legenda Português-BR Completa Criada SRT Legenda Português-PT Completa Criada SRT Legendas Formato SRT e PGS Legendas Inglês Legenda English Completa Criada SRT Legenda English Comentários Criada SRT Legendas Formato SRT e PGS Outras Legendas Extras Legenda Português-BR Traduzidas [Completa] SRT Legendas Formato SRT e PGS – SOBRE A TRILHA SONORA MUSICAL: LOST HORIZON: THE CLASSIC FILM SCORES OF DIMITRI TIOMKIN Gênero: Trilha Sonora Musical Gravadora: RCA Red Seal Lançamento: 2010 (1937) Composição: DIMITRI TIOMKIN Artista: DIMITRI TIOMKIN Tamanho: 112 MB Duração: 45:51 Formato: MP3 Faixas: 06 País: USA – SOBRE A TRILHA SONORA MUSICAL: LOST HORIZON SOUNDTRACK (BY DIMITRI TIOMKIN) Gênero: Trilha Sonora Musical Gravadora: Lst Floor Project Lançamento: 1994 (1999) Composição: DIMITRI TIOMKIN Artista: DIMITRI TIOMKIN Tamanho: 149 MB Duração: 59:57 Formato: MP3 Faixas: 15 País: Alemanha – LISTA DE SERVIDORES: Servidores Disponíveis Online para Download GDrive – Mega 1 – Mega 2 – Mega 3 Escolha o Servidor abaixo de sua Preferência
Bom Filme a todos!!!
Mandrake
HORIZONTE PERDIDO Anniversary Edition Versão Remux 28.5 GB
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HORIZONTE PERDIDO Anniversary Edition Versão Média 6.69 GB
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Uma revolução eclodiu na China e o diplomata Robert Conway (Ronald Colman) é forçado a fugir com outros quatro americanos. Mas o avião deles é sequestrado e acabam indo parar no Tibet, precisamente numa comunidade utópica em que seus membros parecem não envelhecer. E é justamente após a queda de um avião no Himalaia, que um grupo de pessoas acaba por encontrar uma cidade perdida. O lugar é o paraíso, Shangri-Lá, onde eles encontram um enorme contraste com a vida urbana que levam.
Em 1936, quando “Lost Horizon” estava em pré-produção, pululavam os focos de instabilidade política e social ao redor do mundo. Os Estados Unidos enfrentavam a Grande Depressão, a qual arrastou para o precipício uma porção de outros países que tinham relações econômicas com o gigante do norte – o Brasil, por exemplo; a Espanha entrava numa Guerra Civil que duraria até 1939 e garantiria a vitória da ditadura de Franco, o qual permaneceria no poder até o início dos anos 70; e a movimentação de Hitler numa Alemanha andrajosa e que votava cega obediência aos desígnios do Führer anunciava a proximidade de outra Grande Guerra.
Apesar de ter escrito outros livros, o britânico James Hilton será eternamente lembrado por ter criado o paraíso de Shangri-La em seu romance Horizonte Perdido, publicado em 1933. E foi justamente aí, quatro anos depois, que o cineasta Frank Capra levou essa obra para o cinema a partir de um roteiro adaptado por Robert Riskin. O mito do paraíso terrestre ganhou o mundo. Tudo começa quando o diplomata Robert Conway (Ronald Colman) é forçado a fugir da China por conta de uma revolução no país.
Ele embarca em um avião com mais quatro pessoas e por conta de um acidente vai parar em um local no Tibet onde encontra uma pacífica, utópica e paradisíaca comunidade onde o tempo parece não existir. Ninguém melhor do que Capra, um cineasta de alma humanista para contar uma história assim. Mas foi uma produção complicada.
A Columbia investiu muito no filme e viu o orçamento final atingir o triplo do que fora previsto inicialmente. A sessão-teste realizada com uma cópia de quase três horas e meia de duração revelou-se um desastre. Isso fez com que algumas tomadas fossem refeitas e muito material ficou na sala de montagem. Quando o filme ficou pronto, tudo se resolveu bem. A bilheteria cobriu o investimento e a produção ainda ganhou dois Oscar, direção de arte e montagem. Em tempo: diz a lenda que este era o filme favorito do cultuado escritor J.D. Salinger.
Além do belo trabalho apresentado por Capra, o filme conta com uma ótima fotografia, assinada por Joseph Walker, e com a bela trilha sonora de Dimitri Tiomkin. No elenco, Ronald Colman e Jane Wyatt estão muito bem em seus respectivos papéis. Sam Jaffe e H. B. Warner nos brindam com magníficas atuações, como o idoso líder religioso e seu fiel seguidor. Já “Horizonte Perdido” recebeu 7 indicações ao Oscar, inclusive ao de Melhor Filme, sendo agraciado com duas estatuetas.
Já em 1936, quando “Lost Horizon” estava em pré-produção, pululavam os focos de instabilidade política e social ao redor do mundo. Os Estados Unidos enfrentavam a Grande Depressão, a qual arrastou para o precipício uma porção de outros países que tinham relações econômicas com o gigante do norte – o Brasil, por exemplo; a Espanha entrava numa Guerra Civil que duraria até 1939 e garantiria a vitória da ditadura de Franco, o qual permaneceria no poder até o início dos anos 70; e a movimentação de Hitler numa Alemanha andrajosa e que votava cega obediência aos desígnios do Fuhrer anunciava a proximidade de outra Grande Guerra.
Frank Capra já era, àquela altura, um dos mestres indiscutíveis da Sétima Arte, tendo sido um dos responsáveis por lançar as bases da screwball comedy – gênero que garantiu a qualidade estética do cinema depois da chegada do som, momento em que cineastas embasbacados com o avanço tecnológico quase que fizeram o medium retroceder para o teatro filmado.
Capra e Howard Hawks, outro pioneiro do gênero, rodaram em 1934, respectivamente, “Aconteceu naquela Noite” e “Twentieth Century”, interessando o público por narrativas que tratavam do confronto sexual e do envolvimento romântico em meio aos conflitos sócio-econômicos da Depressão. Capra e Hawks lançaram modelos diferentes de relação, conforme aponta Thomas Schatz em Hollywood Genres: formulas, filmmaking, and the studio system: enquanto os protagonistas do filme de Hawks pertencem ambos ao topo da pirâmide social, os de Capra ocupam, cada qual, uma extremidade da pirâmide, redefinindo seus lugares na sociedade à medida em que descobrem não poderem viver um sem o outro.
O Jornalista pobretão, mas boa-praça a quem Clark Gable dá vida em “Aconteceu…” e a aristocrata tola desempenhada por Claudette Colbert são os protótipos dos casais que fazem suas diferenças culturais chegarem a um denominador comum para que realizem, em conjunto, uma vivência plena. A lição implícita era que em tempos de convulsão social não havia porque em se ater a distinções de classe.
“Horizonte Perdido” é cria do gênero, no entanto, instaura uma modificação fundamental na narrativa. Sensível à mudança dos tempos, Capra desloca para segundo plano o conflito amoroso entre os protagonistas, trazendo para o centro do debate um conflito entre duas ideologias: aquela que prega o diálogo como caminho certeiro para a solução das diferenças e aquela que dubiamente prega a guerra para a conquista da paz.
O diretor escolhe como herói o político idealista Robert Conway, que ganha corpo de modo admirável na pele de Ronald Colman – um dos poucos galãs do cinema silencioso que sobreviveram ao som. A escolha é acertada. Com 46 anos à época, Colman transpirava num só tempo virilidade e sensatez. Capra se sabia, naquele momento, o porta-voz do cidadão americano. A verossimilhança da história dependia da eficácia com que seu herói respondia à situação insólita que a trama lhe impunha.
A personagem de Colman, embora seja um britânico, assemelha-se a um daqueles típicos americanos aos quais Capra deu vida anos antes. É um homem que venceu pelo merecimento pessoal: talentoso diplomata, cotado para ser Ministro dos Assuntos Exteriores da Inglaterra, é enviado à China para retirar do país um grupo de ocidentais que estavam em meio ao fogo cruzado de uma Guerra Civil. Cedo saberemos, todavia, que o valor do homem de pouco serve no ambiente em que ele vive. Logo após embarcar o último ocidental e saltar para dentro do avião que o levaria para longe do conflito, Conway verbaliza de modo irônico sua desilusão: Você anotou que salvamos 90 brancos? Viv a nós! Você anotou que deixamos 10 mil nativos para serem aniquilados? Não, você não diria isso, porque eles não contam. Salienta também seu ideal pacifista, lançando um hiato com relação à produção cinematográfica norte-americana, que bradava aos sete ventos seu ethos bélicos.
Dividido pela Critica e à Auto Crítica da época, confrontado pela cúpula do auto poder Militares e suas autoridades, Capra foi mais autentico e decidido: “Vou fazê-los todos de bobos!! Não vou ter nenhum exército. Vou afundar meus navios de guerra. Vou destruir cada pedaço de artilharia. Aí, quando o inimigo se aproximar, vamos dizer: “Entrem, cavalheiros, o que podemos fazer por vocês?”. Aí os pobres soldados inimigos vão parar para pensar: “Há algo errado aqui. Fomos enganados. Isso não está de acordo com o protocolo. Essas pessoas parecem amigáveis. Por que é que vamos atirar nelas?”. Aí eles vão abaixar as armas. Viu como é tudo tão simples?
O caráter de exceção de “Horizonte Perdido” – libelo pela paz em meio à propaganda bélica largamente divulgada por Hollywood – é metaforizado na escolha do título da obra e na sociedade que ela focaliza. O título remete a Shangri-la, espaço ideal em que a regra geral é o comedimento e onde as discordâncias são resolvidas pelo diálogo. É um local de abundância de alimentos, de beleza, de conforto, de saúde, portanto, não há no lugar policiais ou médicos. Quem rege o local é um lama bicentenário que não precisa fazer qualquer esforço para impor regras, pois lá todos vivem felizes com a divisão de trabalho que se auto-impuseram. Shangri-la, em suma, apenas funciona como uma maquinaria bem lubrificada porque em nada se assemelha ao restante do mundo. O brilho que Conway tem no semblante ao avistar o lugar maravilhoso pela primeira vez e a alegria com que ele aceita o mistério que o circunda provam sua rápida percepção de que, embora ele fosse o arquétipo do homem valoroso, não era em seu país natal que ele veria realizado seu ideal de paz.
Ao escolher transpor para as telas essa história – adaptada do romance homônimo de James Hilton publicado em 1925 – Frank Capra demonstrava percepção aguçada da sociedade em que vivia. Ao tematizar a interação entre o homem e a natureza exuberante em que ele vive, refaz um movimento caro à literatura ocidental. O Romantismo está repleto de histórias que relatam a chegada do herói – metáfora da civilização – numa terra virgem. Só nós temos duas, Guarani e Iracema, ambas de José de Alencar, nas quais ele apresenta sua interpretação da dinâmica de formação de nossa nação: em ambas o branco impõe sua civilidade aos índios, considerados selvagens, tábulas rasas. No Romantismo inglês é Robinson Crusoe que leva seu modo de vida civilizado à ilha na qual se perde. Entretanto, em “Horizonte Perdido” a relação entre civilização e barbárie é redefinida. Shangri-la, com sua natureza exuberante e suas jovens que banhavam-se nuas e criavam pombos, estava tão distante do Éden bíblico tematizado pelas narrativas românticas quanto estava distante da civilização distorcida dos Estados Unidos e da Inglaterra.
Ela era, sim, o epítome da civilização, espaço onde o desenvolvimento intelectual era o elemento deflagrador da harmonia – a concretização, enfim, do ideal da modernidade. Prova contumaz disso é a personagem de Jane Wyatt, fresca e serelepe como uma menina e, não obstante, sábia ao ponto de perceber, nos ideais que a personagem de Colman fazia publicar em seus livros, o quão vazia era a vida dele. E, assim, ao contrário do que ocorre aos heróis das narrativas românticas, em “Horizonte Perdido” não é o herói que modifica o meio – é o meio que o modifica.
Todavia, a película explicita que o caminho do homem ocidental rumo à civilidade é mais pedregoso do que ele a princípio imaginara. Até mesmo Conway é sucumbido por paixões passageiras, acabando por preferir o retorno ao Ocidente à vida tranquila em Shangri-la. A conclusão, todavia, é positiva – e acredito que a atualidade do filme esteja tanto em seu percurso quanto em seu desenlace: A guerra parece um caminho muito mais prático e sedutor do que o diálogo para a resolução dos conflitos, no entanto, é ridículo que a usemos como pretexto para a paz. Urge fazermos o percurso que separa o bom-senso da selvageria, mesmo que ele seja tão inóspito quanto aquele que, no “Horizonte Perdido”, separa Shangri-la do restante do mundo dito “civilizado”.
Infelizmente o clamor pacifista do filme não foi ouvido na época de seu lançamento – tanto que, durante a Segunda Guerra, elementos da história foram modificados para que ela servisse de propaganda do esforço bélico norte-americano. Mas eu acho que ainda dá tempo. Por isso, junto minha voz à do britânico que empreendera as buscas à Conway e brinda com os amigos pelo sucesso da empreitada do herói: Proponho um brinde: À esperança de que Robert Conway encontre sua Shangri-la. À esperança de que todos nós achemos nossa Shangri-la.
Um milionário excêntrico em Denver, Colorado, construiu uma mansão que era uma réplica exata do Shangri-La Lamasery neste filme. Ainda existe hoje. O Conselho de Censores do Estado da Califórnia insistiu em ter dois depoimentos assinados da Columbia de que a modelo que dobrou para Jane Wyatt em sua cena de banho nua tinha os seios cobertos. Os depoimentos foram devidamente fornecidos, embora o modelo em questão aparentemente tenha sido de seios nus, embora, como a cena esteja em longo prazo, seja praticamente impossível dizer.
O primeiro corte de Frank Capra do filme durou 6 horas. A primeira prévia pública ocorreu em Santa Barbara, quando o filme durou 3 horas e meia. O relançamento e o recorte ocorreram imediatamente após essa visualização desastrosa. Hugh Buckler nunca viveu para ver o filme final. Ele e seu filho se afogaram em um acidente de carro em 1936. De acordo com o assistente do diretor Andrew Marton , muitas das imagens de Ronald Colman percorrendo o Himalaia são cenas de dois filmes alemães de montanhismo.
Flocos de milho branqueados foram utilizados para as sequências de nevasca. Seu orçamento era de US $ 1,5 milhão e o filme acabou custando quase o dobro disso, uma quantia significativamente maior do que a maioria dos outros produtos da Columbia juntos. Columbia entregou pela primeira vez o filme original esfarrapado negativo para o American Film Institute em 1970.
O design dos inúmeros conjuntos elaborados levou mais de um ano. Frank Capra odiava testes de tela. Os scripts foram desenvolvidos com atores específicos em mente. Ronald Colman foi a primeira escolha para interpretar Conway desde o início. Ele usou testes de tela para decidir quem deveria jogar o Alto Lama. Muitas cenas foram filmadas no Los Angeles Ice and Cold Storage Warehouse, onde Capra tinha 13.000 pés quadrados de espaço refrigerado à sua disposição. Quase quatro quilômetros de tubulações de amônia resfriavam o palco. O frio extremo levou à eletricidade estática, que danificou o estoque de filmes.
O cenário do Lamasery era, na época, o maior conjunto de pé quadrado em termos de metros quadrados construídos para um filme da era do som. O cenário foi construído na fazenda Columbia, em Burbank, com a parte traseira do Lamasery se aproximando do cruzamento da Avenida Verdugo e Hollywood Way. A parte do paleontólogo não estava no romance original, mas foi desenvolvida por Edward Everett Horton por Frank Capra . Horton improvisou a cena quando se surpreendeu com o espelho na caixa de laca quando Capra pediu que ele sugerisse alguns negócios para essa cena.
O diretor do estúdio, Harry Cohn , não gostou da performance de Sam Jaffe como o High Lama e insistiu que Capra o filmasse com outro ator. Capra teve que se submeter a esse pedido e foi feito um teste com Walter Connolly , com Cohn até insistindo em que um novo conjunto caro fosse construído especialmente para ele. Apesar de carregar os dados a favor de Connolly, o consenso era que o teste não era nem de longe tão bom. Então Jaffe ganhou a parte de volta, embora ainda tivesse que refazer todas as cenas, pois eram consideradas longas demais e prolixo.
Décadas atrás, quando o filme foi encurtado para exibição na televisão, cerca de 25 minutos de filmagem foram excluídos, reduzindo a duração para 107 minutos. Nos anos seguintes, a UCLA tentou reconstruir o filme, usando a trilha sonora completa de 123 minutos. A maior parte do filme que estava faltando estava muito degradada e inútil, então os restauradores usaram fotos para preencher os minutos que faltavam. Mais tarde, um minuto das imagens perdidas foi encontrado e restaurado, resultando em cerca de 24 minutos de imagens estáticas suportadas pela trilha sonora. O minuto de filmagem restaurada mostra o encontro de Conway com o Alto Lama.
Um final feliz alternativo foi filmado porque o chefe da Columbia, Harry Cohn, achou o final original muito ambíguo. Nesta versão alternativa, Jane Wyatt vê Ronald Colman caminhando em direção a Shangri-La. A filmagem ainda existe, mas nunca foi usada.
INDICAÇÕES
Academy Awards, USA 1938 Indicado ao Oscar Melhor Filme Columbia Melhor Ator Coadjuvante H.B. Atalaia, vigia, avisador Best Sound, Recording John P. Livadary (Columbia SSD) Melhor Diretor Assistente Charles C. Coleman Melhor música, Partitura Morris Stoloff (chefe de departamento) Pontuação por Dimitri Tiomkin
PREMIAÇÕES
Academy Awards, USA 1938 Vencedor do Oscar Melhor Direção de Arte Stephen Goosson Melhor Edição de Filme Gene Havlick Gene Milford
Ronald Colman……..Robert Conway Jane Wyatt………………………Sondra Edward Everett Horton…………….Lovett John Howard………………George Conway Thomas Mitchell………………………Barnard Margo……………………………………….Maria Isabel Jewell…………………………………Gloria H.B. Warner……………………………………Chang Sam Jaffe……………………………………High Lama
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