EU SEI QUE VOU TE AMAR – 1986
BRASIL
DRAMA
DIREÇÃO: Arnaldo Jabor
ROTEIRO: Arnaldo Jabor
IMDb: 6,8 https://www.imdb.com/title/tt0122480/

RMZ HDTV RESTAURADO EXCLUSIVO INÉDITO RARIDADE AC3 5.1ch
Postado por Mandrake

Formato: MKV
Qualidade: HDTV 1080p (1920×1072) NACIONAL
Tamanho: 3.46 GB
Duração: 1 h 44 min
Áudio: Português BR AC3 5.1ch
Servidor: Google Driver Versão Menor (Parte Única) Compactada Winrar
RMZ Encoder Uploader: Mandrake
NOTA: Estes Arquivos foram devidamente compactados com o uso do WinRar v5.70.
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É chegada a hora de mais um grande filme, um Grande Clássico Raro, Inédito e Exclusivo do Cinema Nacional. Pela Primeira vez em 1080p em Alta Definição, o filme “Eu Sei Que Vou Te Amar”. Este foi o Filme em que uma atriz “Fernanda Torres”, teria sido premiada no Brasil no festival de Cannes da época. A História começa, quando um casal jovem resolve viver em duas horas um jogo da verdade sobre tudo o que já lhes aconteceu, numa psicanálise filmada com risos e lágrimas. Uma filmagem sobre o que seria de fato um filme de amor e tipica realidade dos dias de hoje. Gravado em “HDTV” qualidade excelente de imagem, em Alta Definição e Excelente qualidade de Áudio. É mais um grande filme, que você encontra só aqui, com exclusividade no “Tela de Cinema”, principalmente, aqueles que apreciam “Grandes Clássicos Imortais do Cinema Nacional”. Vale apena Conferir…
SOBRE O PROJETO:
CORREÇÕES: Este filme já havia sido antes Remasterizado pelo Canal Brasil. Neste novo Projeto o filme recebeu um novo tratamento de Imagem, apenas uma pequena Remasterização para serem corregidas alguns pontos falhos do Filme. Na Remasterização utilizei a base de cor “YCbCr444”. Criei 4 Texturas, 3 filtragens, apliquei correções de Cor, Foco, Profundidade, Contraste Dinâmico, Corregi o Gama, retirei o excesso do amarelão em algumas cenas e melhorei mais a luminosidade do filme. A base de cor é a “YCbCr444” também aplicada para HDR10bit e o SDR 8Bit. Editei o áudio, restaurei alguns trechos com eco, efetuei correções, alguns ruídos, remasterizei e criei o Áudio 5.1 final.
COMUNICADO: Este filme, este Projeto e esta Postagem, destina-se exclusivamente ao “Tela de Cinema”. E a mais nenhum outro Site Concorrente. Digo isso, porque tive recentemente, alguns de meus filmes Roubados e Publicados em outro Site “Acervo Nacional”, sem minha Permissão e meu Conhecimento. Falta de Ética e Respeito é algo que não deveria acontecer em lugar algum. Mais não há o que se esperar vindo de alguém que não tem Competência alguma de ter ou criar, editar e Remasterizar um HDTV de Qualidade, por isso chega ao ponto de roubar os meus, para postar em seu site, se beneficiar, ter lucros… Uma pessoa que vive de Intriga, Inveja, Ameaças e Perseguição. E aqui a Família “Tela de Cinema” ninguém precisa disto. Afinal aqui existe respeito, ética e muita dedicação por parte de todos. Imagens do Projeto logo baixo…
—== Primeira Remasterização 1080p ==—
—== Segunda Remasterização Corretiva 1080p “YCbCr444” by Mandrake ==—
– SOBRE O VÍDEO:
Versão Menor – 1920×1072 – x264 – AVC – 16:9 – 29.970 FPS – [email protected] – 4120 KBPS
Áudio: Português – AC3 5.1ch – 48 kHz – 640 kbps
– SOBRE O FILME:
HDTV 1080P de Ótima qualidade.
Encode Criado em Tamanho Único
Excelente Qualidade de Imagem
Seleção das melhores imagens para esta Postagem…
– SOBRE O ÁUDIO:
Português – BR
Mídia (TV Paga / Canal Brasil)
Áudio criado AC3 5.1ch
Bom filme a todos…
Mandrake

Google Drive – Versão Menor – 1920×1072 – 16:9 – 3.46 GB
EU SEI QUE VOU TE AMAR

SENHA:


Um casal jovem resolve viver em duas horas um jogo da verdade sobre tudo o que já lhes aconteceu, numa psicanálise filmada com risos e lágrimas. Uma filmagem sobre o que seria um filme de amor.

Escrito e dirigido por Arnaldo Jabor, o filme tem uma linguagem diferente, onde os pensamentos dos personagens também são colocados em cena, sendo assim o expectador fica sempre o realista e o imaginário dos personagens. O casal de atores estão excelente em cena, Fernanda Torres foi eleita a melhor atriz em Cannes pelo personagem, depois disso, ganhou a protagonista do remake de “Selva de Pedra” na Globo, não gostou e nunca mais fez novelas, foi estudar cinema nos Estados Unidos e voltou para o Brasil para fazer teatro e cinema. Acabou indo parar na tv em séries, mini-séries e pequenas dramaturgias, até estourar como a Vani de “Os Normais” e ganhar uma grande popularidade. Thales Pan Chacon morreu no auge do sucesso e da beleza em decorrência da AIDS. No filme, o casal discute sua existência enquanto sujeitos e enquanto casal, se confrontando com quem eles são realmente e aquilo que eles representam um para o outro e para a sociedade. Cruel e profundo.
“O que me faz sofrer é sentir que o que encheria qualquer mulher de felicidade, ou seja, ter o teu maravilhoso amor, o teu amor generoso, bom, apaixonado, e essas coisas lindas que você me diz, tudo isso me causa ansiedade e me leva ao desespero. Quanto mais eu penso em me entregar totalmente a você, tanto mais temor eu tenho do que seria de mim se esse seu amor ardente se apagasse”.
Esta fala é dita por Fernanda Torres, com a cabeça apoiada sobre o ombro de Thales Pan Chacon na cena de abertura de Eu Sei que Vou te Amar, filme de 1986 dirigido por Arnaldo Jabor. Todo o desenrolar da trama – que se inicia com o reencontro de um homem e uma mulher sem nome que terminaram há três meses um casamento de dois anos, é uma espécie de desabafo, um grito desesperado a respeito do despreparo que aqueles dois têm para lidar com seu amor: constata-se a sua existência, ao mesmo tempo em que percebe-se a sua impossibilidade de existir.
O roteiro escrito por Jabor, conhecido por suas crônicas que falam de amor com a força de quem percebe a sua simplicidade nas menores demonstrações (já leram “Eu te Amo… Não diz Tudo!”?), passa a impressão de ser um belo livro encenado: tudo se passa numa noite, numa casa, e num reencontro. Monólogos, diálogos… O casal não se enfrenta, nem necessariamente lava a roupa suja: o casal se disseca num momento onde não há mais justificativas para mentiras.
Não que o objetivo seja a verdade. Como em determinado momento se diz “foda-se a verdade, o que se precisa é de objetividade”, é assim que os personagens são tratados: é com tamanha objetividade que são colocados frente aos seus sentimentos e aos sentimentos do outro, que é como se vissem aquele amor com a ajuda de uma lupa, de um microscópio. Resultado: no começo percebemos certa atração ainda existente, sobre a qual sobrevém uma necessidade de auto-afirmação e de sentimento de culpa, mesmo que essa culpa seja a do outro. Há responsável pelo fim de uma relação (não pelo fim de um amor, isso o filme deixa claro)?
Além disso, Jabor é hábil ao retratar a forma como homem e mulher se colocam numa relação, como se colocam frente ao amor e suas demandas. Fidelidade é uma necessidade posta, mas a traição é um exercício de liberdade; o peso das obrigações de mulher, não como dona de casa, mas daquela que sempre teve seus desejos mutilados em favor de uma moral que não se ajusta às suas reais necessidades: a necessidade de libertação. Homem ama diferente de mulher?
Há então uma tentativa de racionalizar. Toda aquela história que não irá mais realizar-se (não vão mais casar, nem namorar: a história dos dois acaba ali), acaba numa busca por transformar a relação em amizade. Neste momento o filme alcança um nível mais burlesco, com cara de filme de Fellini (uma conhecida inspiração para Jabor). A cena final é inexplicável, mas nada pode ser explicado quando se chega a um nível onde resposta alguma dará conta da questão maior colocada por Eu Sei que Vou te Amar: é possível (ou até quando é possível) amar sem sofrer? O amor consegue dar conta da insegurança, da dúvida, do não-domínio total sobre aquele que se ama? É sem respostas que Arnaldo Jabor entrega um belo filme, com belas atuações (Fernanda Torres ganhou Palma de Ouro em Cannes naquele ano) e que merece ser visto.
Eu sei que vou te amar é um grande filme porque além de belíssimo, trata com sensibilidade e inteligência o amor entre duas pessoas. Um amor que longe de ser perfeito é intenso e verdadeiro. Sim, o amor pode trazer sofrimento. Mas é bem melhor do que não ter amado.

Há 33 anos, atriz foi a primeira brasileira a receber o prêmio por interpretação no filme ‘Eu sei que vou te amar’, de Arnaldo Jabor, feito só repetido por Sandra Corveloni em 2008. No dia 19 de maio de 1986, o cinema brasileiro era celebrado na França. Fernanda Torres, com apenas 20 anos, tornava-se a primeira brasileira a receber o “Prix d’interprétation féminine” no Festival de Cannes, prêmio concedido à melhor atriz, por sua brilhante atuação no filme “Eu sei que vou te amar”, de Arnaldo Jabor. Na 39ª edição do festival, a atriz dividiu a honraria com a alemã Bárbara Sukowa, 16 anos mais velha, que atuou como Rosa Luxemburgo no longa-metragem homônimo de Margarethe von Trotta.
Como na época gravava um remake da novela “Selva de pedra”, Fernanda não foi a Cannes e ficou sabendo do prêmio por telefone. Na verdade, os seus pais, os atores Fernanda Montenegro e Fernando Torres, foram os primeiros a saber da notícia: Lui Faria (marido de Fernandinha à época), que estava em Cannes, avisou-os sobre a decisão dos jurados. Eles então ligaram para a filha, que ficou surpresa. E só no dia seguinte ao anúncio do prêmio a atriz, que sumira na véspera, comentou a consagração do seu trabalho num dos principais festivais internacionais de cinema.
Minha primeira reação foi de total espanto. Fiquei repetindo para me convencer: gente, eu ganhei, ganhei! Não sei como teria sido se eu estivesse lá na hora da premiação. Aqui, foi indolor. Não tinha expectativas. Resolvi então não ver ninguém. Tirei o dia para descansar e pensar na vida — disse Fernanda Torres em entrevista ao GLOBO, publicada no dia 21 de maio de 1986.
Apenas no dia 3 de junho de 1986, ela recebeu do então presidente da República, José Sarney (PMDB), a Palma de Ouro de Cannes, numa audiência no Palácio do Planalto, em Brasília. Ao lado de Fernanda estavam Thales Pan Chacon (1956-1997), que contracenou com ela no longa-metragem, e Arnaldo Jabor. Pela primeira vez tenho esperança e orgulho de ser brasileiro. São sentimentos que eu, que tive filmes arrancados de salas de projeção por soldados armados, nunca pensei em experimentar afirmou Jabor.
O drama “Eu sei que vou te amar”, sétimo longa do cineasta, teve direção de fotografia de Lauro Escorel Filho, figurinos de Glória Kalil e cenário projetado por Oscar Niemeyer. O filme era sobre um jovem casal que resolve experimentar em duas horas um jogo da verdade sobre tudo o que já haviam vivenciado. Por sinal, o filme também foi um marco para cinéfilos do Rio. No dia 12 de novembro de 1985, o Cineclube Estação Botafogo (na Rua Voluntários da Pátria), que marcou gerações, estreou com a exibição da obra de Jabor estrelada por Fernanda Torres.
Filha do casal de atores Fernanda Montenegro e Fernando Torres, Fernandinha desde muito nova começou a brilhar por trás das câmeras. Diferente de sua mãe, que batalhou por longos anos para ser considerada a dama do teatro, ela foi para O Tablado, escola de teatro na Lagoa, Zona Sul do Rio, porque não sabia o que queria fazer e acabou por engatar trabalho após trabalho, conquistando um dos maiores prêmios do cinema internacional. Para Arnaldo Jabor, “Fernanda Torres é uma espécie de Fernanda Montenegro pós-moderna”.
O feito de Fernanda, que nasceu no Rio em 15 de setembro de 1965, somente foi alcançado por outra atriz brasileira em 2008. Naquele ano, Sandra Corveloni recebeu a Palma de Ouro de melhor atriz por “Linha de passe”, filme de Walter Salles e Daniela Thomas. Criado em 1946, o Festival de Cannes completou 70 anos de premiações em 2016. Considerado um dos mais prestigiados festivais cinematográficos da Europa e do mundo, ocorre anualmente na cidade francesa de Cannes. Até 2002 era chamado de Festival International du Film.
O prêmio máximo do festival, a Palma de Ouro, foi concedido somente a um filme de produção inteiramente nacional até hoje: “O pagador de promessas”, dirigido por Anselmo Duarte, em 1962. Antes disso, em 1959, a Palma de Ouro também foi entregue a “Orfeu Negro”, longa em língua portuguesa, porém com produção ítalo-franco-brasileira e direção do cineasta francês Marcel Camus. Outras premiações do festival francês já contemplaram o cinema brasileiro nas décadas de 50 e 60, com destaque para “O cangaceiro”, de Lima Barreto (1953), e “Terra em transe”, de Glauber Rocha (1967). Mas até a década de 80 nenhum ator brasileiro havia sido premiado no festival.
Fernanda Torres se tornou
a
primeira atriz brasileira a ganhar um prêmio em Cannes
O cenário do filme é uma casa projetada por Oscar Niemayer em 1948.



















INDICAÇÕES
Festival FESTIVAL DE CANNES 1986
Indicado ao Palma de Ouro
Arnaldo Jabor
PREMIAÇÕES
FESTIVAL DE CANNES 1986
Vencedor do Prêmio Palma de Ouro
(Melhor Atriz)
Fernanda Torres

Fernanda Torres……Ela
Thales Pan Chacon….Ele


# País – Brasil
# Figurino – Glória Kalil
# Edição – Mair Tavares
# Produção – Hélio Ferraz
# Fotografia – Lauro Escorel
# Maquiagem – M. Fernandes
# Direção de Arte – Fiapo Barth
# Design – Maria Helena Salles
# Efeitos Especiais – Telmo Maia
# Remasterização – Canal Brasil
# Distribuidora – Embrafilme
# Produtora – Embrafilme


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