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EU MATEI LÚCIO FLÁVIO – HDTV / Nacional / 1080p – Download – 1979


EU MATEI LÚCIO FLÁVIO – 1979
BRASIL
CRIME
DIREÇÃO: Antônio Calmon
ROTEIRO: Alberto Magno, Leopoldo Serran
IMDb: 6,5 https://www.imdb.com/title/tt0186071/

EU MATEI LÚCIO FLÁVIO (HDTV/NACIONAL/1080P) - 1979 Capa-EU-MATEI-LÚCIO-FLÁVIO-HDTV-NACIONAL-1080P-1979

POSTAGEM PUBLICADA ORIGINALMENTE EM 03/01/2019.

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RMZ – HDTV – EXCLUSIVO RARIDADE – AC3 5.1ch

Postado por Mandrake

EU MATEI LÚCIO FLÁVIO (HDTV/NACIONAL/1080P) - 1979 1+dados+do+arquivo

Formato: MKV
Qualidade: HDTV 1080p (1920×1080) NACIONAL
Tamanho: 4.46 GB (Versão Média)
Duração: 1h 33 min
Áudio: Português BR 5.1ch
Servidor: Google Driver – VERSÃO MÉDIA (Parte Única) Compactadas Winrar
RMZ Encoder Uploader: Mandrake

NOTA: Estes Arquivos foram devidamente compactados com o uso do WinRar v5.70.
Utilize esta mesma versão do Programa para extração correta dos arquivos sem erros.

EU MATEI LÚCIO FLÁVIO (HDTV/NACIONAL/1080P) - 1979 Intro

E chega mais um Clássico Exclusivo e Inédito do Cinema Nacional. “Eu Matei Lúcio Flávio” conta a trajetória e a polemica historia  de Lúcio Flavio  e do Grande Policial no papel principal de Jace Valadão, que para mim é também um dos meus Favoritos. Totalmente Gravado em Alta Definição e com a Excelente qualidade de Imagem e Áudio. É mais uma grande joia rara do Cinema Nacional dirigida por “Antônio Calmon” com participação de grandes estrelas. É mais um grande filme, que você só encontra aqui no “Tela de Cinema”, principalmente, aqueles que apreciam “Grandes Clássicos Imortais do Cinema Nacional”.

SOBRE O PROJETO:

O Projeto do filme consiste apenas em um leve melhoramento de Imagem. Este filme possui imagem boa e não foi Remasterizado. Já para o Novo Encode criado efetueu algumas correções e aprimoramentos de imagens, como , cor, foco, brilho e Contraste Dinâmico. Nesta mesma versão, o áudio foi editado, restaurei alguns trechos, efetuei algumas correções, remasterizei e criei o Áudio 5.1 definitivo. Concluído mais um grande Clássico que entra em definitivo para a historia do Cinema Nacional.

EU MATEI LÚCIO FLÁVIO (HDTV/NACIONAL/1080P) - 1979 Descri

– SOBRE O VÍDEO:
Versão Media  – 1920×1080 – x264 – AVC – 16:9 – 29.970 FPS – High@L4 – 6140 KBPS
Áudio: Português – AC3 5.1ch – 48 kHz – 640 kbps

– SOBRE O FILME:
HDTV HDR 1080p de Ótima qualidade.
Encodes criados em tamanhos único
Excelente Qualidade de Imagem, mais HDR Dinâmico
Seleção das melhores imagens para esta Postagem…

– SOBRE O ÁUDIO:
Português – BR
Mídia (TV Paga / Canal Brasil)
Áudio Editado, Criado AC3 5.1ch

Feliz Ano Novo a todos!!!

Mandrake

EU MATEI LÚCIO FLÁVIO (HDTV/NACIONAL/1080P) - 1979 8+links

Google Drive – Versão Média – 1920×1080 – 4.46 GB
EU MATEI LÚCIO FLÁVIO

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SENHA:

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EU MATEI LÚCIO FLÁVIO (HDTV/NACIONAL/1080P) - 1979 3+sinopse

Jovem, classe média, Mariel Mariscot de Mattos, ganhou fama como policial de atuação no submundo do crime. Seu primeiro trabalho como guarda-vidas na Zona Sul do Rio de Janeiro, abriu-lhe as perspectivas para entrar na Academia de Polícia, onde integrou um grupo de policiais de elite, especializados no combate a bandidos de alta periculosidade. Com as mesmas origens de Mariel, Lúcio Flávio Vilar Lírio, é um jovem em busca de ascensão social. Opta pelo crime. Seu bando tornam-se os mais procurados pela polícia. Lutando em campos opostos, Lúcio e Mariel acabam se defrontando, numa representação individualizada de uma luta global entre polícia e marginais.

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“Eu matei Lúcio Flávio…” é um filme brasileiro policial e biográfico de 1979, dirigido por Antônio Calmon. O roteiro é baseado em fatos da crônica policial e da vida de Mariel Mariscot, nome grafado como Mariel Moryscotte de Mattos nos letreiros iniciais enquanto o do personagem aparece como Mariel Maryscôtt, notabilizado por ser um dos líderes do Esquadrão da Morte no Rio de Janeiro na década de 70. O filme é tido como Criticas e Auto Criticas em resposta a Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia, grande sucesso popular de 1977, sendo que o personagem Lúcio Flávio, apesar de ser considerado por Mariel, personagem de Jece Valadão que também é o produtor como seu arqui-inimigo, aqui é apenas um coadjuvante.
 
Aclamado ou não pela Críticos da época, sem duvida é um dos maiores filmes policiais brasileiros já feitos e um grande clássico do cinema brasileiro. É uma história verdadeira sobre o Rio de Janeiro dos anos 60 e 70 e o começo do Esquadrão da Morte. É a história de Mariel Moryscotte Araújo de Matos um dos membros mais famosos do grupo conhecido como Scuderie Le Cocq. O filme mostra alguns dos mais famosos criminosos mortos pelo esquadrão da morte, todas as mortes bem relatadas na imprensa brasileira e a vida pessoal de Mariel na alta sociedade do Rio de Janeiro. Dirigido por Antônio Calmon, é um dos melhores filmes de Jece Valadão, uma grande estrela do cinema nacional brasileiro.
 
No início dos anos setenta, no Rio de Janeiro, o detetive Mariel Moryscotte de Mattos pertencia a uma força policial especial chamada “Os Homens de Ouro”. Esse poderoso grupo de elite da polícia foi criado com a intenção de eliminar o crime do Rio de Janeiro, e eles tinham privilégios acima da lei para agilizar suas ações contra os bandidos. No entanto, o poder absoluto uma vez em mãos erradas corrompe, e este grupo formou e surgia então o “Esquadrão da Morte”, executando criminosos sem o julgamento convencional da justiça. “Eu Matei Lúcio Flávio” é um filme manipulador sobre a vida de Mariel Moryscotte, um dos mais conhecidos “homem de ouro”. Este filme é muito violento, e explora crimes e sexo, mostrando muitas mortes, mulheres nuas e simulações de relações sexuais. Segundo os Críticos, o roteiro é muito ruim, a partitura é horrível e a edição é horrível. Esta é a primeira vez que vejo este filme, mesmo com estes problemas, vale apena assisti-lo por ser um filme bom e realista.
 
Lembra daquele montão de críticas mal-humoradas acusando “Tropa de Elite” de fascista e racionário na época do seu lançamento? Pois os autores destas críticas certamente ficariam de cabelos em pé vendo EU MATEI LÚCIO FLÁVIO, um filme policial de 1979 (portanto quase 30 anos antes do Capitão Nascimento e sua trupe colocarem “suspeitos” no saco).
 
Dirigido por Antonio Calmon, que hoje comanda inofensivas novelas para a Globo, este provavelmente é o filme mais fascista e amoral da história do cinema brasileiro – e, ironicamente, também uma das nossas obras-primas esquecidas.
 
Criticas?? Duvidas?” Pois a coisa já começa nos créditos iniciais, enquanto os nomes dos atores se desenrolam sobre uma tela preta, ao fundo escutamos o som do que seria um dia de treinamento da polícia carioca. O comandante, exaltado, inicia um discurso de arrepiar defensores dos direitos humanos: “A primeira coisa que vocês têm que aprender é que isso aqui é uma guerra. A polícia é a protetora da sociedade! O marginal não existe. O marginal não é gente! Agora eu quero todos vocês repetindo comigo… E repitam com ódio!!! som do batalhão berrando “O marginal não existe. O marginal não é gente!”. A nossa farda existe para acabar com eles, como vocês vão fazer aqui e agora: NA PORRADA… ATÉ MATAR!!!”.
 
Ainda está em dúvida? Então saiba que EU MATEI LÚCIO FLÁVIO é a dramatização de uma história real: a vida do policial Mariel Mariscotte de Mattos, que no filme é interpretado por Jece Valadão (seguramente, o ator mais foda do cinema brasileiro de todos os tempos), e que teria sido o responsável direto pela morte de um bandido famoso na crônica policial carioca dos anos 60, o boa-pinta Lúcio Flávio Villar Lírio. A vida deste criminoso já havia gerado um outro clássico em 1977, “Lúcio Flávio – O Passageiro da Agonia”, de Hector Babenco, onde Lúcio foi interpretado por Reginaldo Faria. Entretanto, como 99% dos filmes policiais brasileiros, “Lúcio Flávio…” preferia dar destaque à trajetória do bandido.
 
Assim, EU MATEI LÚCIO FLÁVIO surgiu como um contraponto, uma resposta à obra de Babenco, focando os holofotes sobre os policiais que caçaram o cr
imin
oso, principalmente Mariel Mariscotte. Astro e também produtor do filme, Jece era amigo do verdadeiro Mariel, e assumiu a bronca de mostrar “o outro lado” do filme do Babenco. Pessoalmente, prefiro esta “resposta” ao original do que a dramatização da vida do bandido.
 
O roteiro de Alberto Magno e Leopoldo Serran começa contando a trajetória de Mariel, desde sua juventude como salva-vidas e leão de chácara num inferninho (ou “diretor de disciplina”, como ele explica antes de surrar três caras que estavam passando dos limites), até sua entrada na polícia e o convite para atuar como guarda-costas de políticos corruptos.
 
Como o Rio de Janeiro da época estava completamente dominado pela alta criminalidade não muito diferente de hoje, no caso, a polícia resolve criar uma tropa de elite formada por 12 policiais excepcionais, chamados “Homens de Ouro”, com carta-branca para caçar e matar bandidos perigosos, escapando impunemente da burocracia dos tribunais.
 
Logo Mariel, que já vinha chamando a atenção pelo seu estilo truculento de não fazer prisioneiros, é chamado para integrar o grupo. E corpos crivados de balas começam a aparecer pelas ruas, com cartazes trazendo o desenho de uma caveira, o logotipo do Esquadrão da Morte e ameaças a outros bandidos. Finalmente, nosso “herói” declara guerra ao bandido que vem dominando as manchetes dos jornais: Lúcio Flávio (aqui interpretado por Paulo Ramos).
 
Talvez o grande problema de EU MATEI LÚCIO FLÁVIO seja o roteiro extremamente fragmentado e pouco explicativo. Na época do lançamento (1979), provavelmente os fatos da crônica policial ainda estavam fresquinhos na mente do espectador, e o próprio Mariel Mariscotte ainda estava vivo e, diz a lenda, aprovou a interpretação de Jece, inclusive presenteando-o com a medalhinha (com desenho de caveira!) que o ator usa no filme.
 
Hoje, entretanto, pouca gente lembra de Mariel e mesmo de Lúcio Flávio, e o filme não se preocupa em dar muitas explicações sobre aquela época, forçando o espectador a pesquisar por conta própria.
 
Só assim você descobre que a representação de Mariel no filme não é nada exagerada: durante seu período áureo, o policial linha-dura era exatamente como o herói personificado por Jece, sempre nas manchetes de jornais ou no noticiário da TV, acompanhado de atrizes, modelos e das mulheres mais bonitas daquela época.
 
Mariel seria assassinado numa emboscada apenas dois anos depois do lançamento do filme, em 1981, e logo caiu no esquecimento – ironicamente, como seu arqui-inimigo Lúcio Flávio.
 
E embora o filme de Calmon mostre Mariel como um sujeito sangue-frio, que não hesita em encher bandidos de tiros ao invés de prendê-los, a caracterização de Jece é tão boa, cheia de frases antológicas e aquele ar de machão que só o ator conseguia fazer, que torna-se impossível não ficar do lado de Mariel – mesmo que o filme de Babenco, lançado anos antes, tenha tentado transformar Lúcio Flávio numa figura mais simpática que os policiais que o perseguiam.
 
É um fenômeno semelhante ao que ocorreu recentemente com o truculento Capitão Nascimento de “Tropa de Elite”, que a platéia adotou como herói ao invés de repreender suas atitudes. A diferença é que Nascimento não ia durar cinco minutos num confronto com o Mariel de Jece: enquanto o capitão interpretado por Wagner Moura não pegava ninguém, e ainda era pau-mandado da esposa no filme de José Padilha, o policial de Jece come umas 10 mulheres ao longo do filme!!!
 
Curiosamente, embora tenha vários “casos” e até uma namorada oficial, Mariel vive uma relação de amor e ódio com Margarida Maria (a bela Monique Lafond, uma prostituta viciada em heroína. O policial prometeu ao pai suicida da moça que a salvaria da vida perdida que ela levava. Infelizmente, não consegue cumprir a promessa: quando Margarida Maria morre de overdose, e Mariel fica sabendo que irão enterrá-la como indigente por não ter outros familiares vivos, nosso herói intercepta a ambulância do IML e “rouba” o cadáver nu da amada, saindo com ele nos braços enquanto brada: “Vão enterrar como indigente a mãe de vocês!”.
 
EU MATEI LÚCIO FLÁVIO mostra Mariel Mariscotte como um sujeito extremamente vaidoso, egocêntrico até, que anda sempre alinhado em terninhos brancos, duas vezes aparece transando com mulheres enquanto se olha no espelho (numa delas, chega a dizer para o próprio reflexo: “Mariel, você é o maior”!!!), e adorava os flashes e as manchetes dos jornais (em outra cena impagável, ele “ajeita” o cadáver de um bandido que acabou de fuzilar para que saia mais bonito nos jornais!). Logo fica claro que seu motivo para caçar e matar Lúcio Flávio é mais pelo “status” que isso representa à sua carreira do que por idealismo profissional.
 
É óbvio que o filme não pode nem deve ser visto com um olhar contemporâneo. Entretanto, para quem concorda com aquela máxima de que “bandido bom é bandido morto”, EU MATEI LÚCIO FLÁVIO tem cenas lindas no seu exagero e brutalidade.
 
Uma delas é o assalto a uma farmácia, quando três marginais (liderados por um jovem André di Biasi, aquele da “Armação Ilimitada”) provocam o caos em busca de anfetaminas. Um deles leva a balconista (uma jovem Maria Zilda) para os fundos da loja e a estupra violentamente, enfiando o revólver inteiro na vagina da moça!
 
Além disso, só mesmo num filme do Calmon (ou do Tarantino lá no norte…) você vai ver um policial, inspirado no personagem real Milton Le-Cocq, falar “Salve a Umbanda. Entrego minha alma aos homens da encruzilhada!”, antes de cair fulminado com um tiro na cabeça. E ainda tem gente que acha que HOJE é que o cinema brasileiro está interessante… Povo sem memória e sem cultura é fogo!
 
Outro filme que aborda o Esquadrão da Morte que limpou o crime do Rio de Janeiro dos anos 70 é “República dos Assassinos”, de Miguel Faria Júnior, que ironicamente foi lançado no mesmo ano de EU MATEI LÚCIO FLÁVIO, e tem Tarcísio Meira, Sandra Bréa e, surpresa!, Anselmo Vasconcellos nos papéis principais. Ainda não consegui encontrar este para ver, mas quem já viu jura que é outro clássico.

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Assim, EU MATEI LÚCIO FLÁVIO surgiu como um contraponto, uma resposta à obra de Babenco, focando os holofotes sobre os policiais que caçaram o criminoso, principalmente Mariel Mariscotte. Astro e também produtor do filme, Jece era amigo do verdadeiro Mariel, e assumiu a bronca de mostrar “o outro lado” do filme do Babenco. Pessoalmente, prefiro esta “resposta” ao original do que a dramatização da vida do bandido. O roteiro de Alberto Magno e Leopoldo Serran começa contando a trajetória de Mariel, desde sua juventude como salva-vidas e leão de chácara num inferninho (ou “diretor de disciplina”, como ele explica antes de surrar três caras que estavam passando dos limites), até sua entrada na polícia e o convite para atuar como guarda-costas de políticos corruptos. Logo Mariel, que já vinha chamando a atenção pelo seu estilo truculento de não fazer prisioneiros, é chamado para integrar o grupo. E corpos crivados de balas começam a aparecer pelas ruas, com cartazes trazendo o desenho de uma caveira, o logotipo do Esquadrão da Morte e ameaças a outros bandidos. Finalmente, nosso “herói” declara guerra ao bandido que vem dominando as manchetes dos jornais: Lúcio Flávio (aqui interpretado por Paulo Ramos).
 
Então saiba que EU MATEI LÚCIO FLÁVIO é a dramatização de uma história real: a vida do policial Mariel Mariscotte de Mattos, que no filme é interpretado por Jece Valadão (seguramente, o ator mais foda do cinema brasileiro de todos os tempos), e que teria sido o responsável direto pela morte de um bandido famoso na crônica policial carioca dos anos 60, o boa-pinta Lúcio Flávio Villar Lírio. A vida deste criminoso já havia gerado um outro clássico em 1977, “Lúcio Flávio – O Passageiro da Agonia”, de Hector Babenco, onde Lúcio foi interpretado por Reginaldo Faria. Entretanto, como 99% dos filmes policiais brasileiros, “Lúcio Flávio…” preferia dar destaque à trajetória do bandido.
 
Curiosamente, embora tenha vários “casos” e até uma namorada oficial, Mariel vive uma relação de amor e ódio com Margarida Maria (a bela Monique Lafond), uma prostituta viciada em heroína. O policial prometeu ao pai suicida da moça que a salvaria da vida perdida que ela levava. Infelizmente, não consegue cumprir a promessa: quando Margarida Maria morre de overdose, e Mariel fica sabendo que irão enterrá-la como indigente por não ter outros familiares vivos, nosso herói intercepta a ambulância do IML e “rouba” o cadáver nu da amada, saindo com ele nos braços enquanto brada: “Vão enterrar como indigente a mãe de vocês!”. Outro filme que aborda o Esquadrão da Morte que limpou o crime do Rio de Janeiro dos anos 70 é “República dos Assassinos”, de Miguel Faria Júnior, que ironicamente foi lançado no mesmo ano de EU MATEI LÚCIO FLÁVIO, e tem Tarcísio Meira, Sandra Bréa e, surpresa!, Anselmo Vasconcellos nos papéis principais. Ainda não consegui encontrar este para ver, mas quem já viu jura que é outro clássico.

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PREMIAÇÕES

PREMIO LUIS LUMIERE 1979
Vencedor do Prêmio Luis Lumiere
(Melhor Atriz)
Monique Lafond

EU MATEI LÚCIO FLÁVIO (HDTV/NACIONAL/1080P) - 1979 4+elenco

Jece Valadão………Mariel Maryscôtt
Monique Lafond…….Margarida Maria
Nildo Parente……………………Ramon
Maria Lucia……………………..Granfina
Paulo Ramos………………..Lúcio Flávio
Luci Mafra………………………….Vedete
Otávio Augusto………………….Instrutor
Dary Reis………………..Detetive Le Cocq
Marcus Vinicius…………………………Célio
Maria Zilda………………….Moça violentada
Fernando José…….Secretário de Segurança
Vera Gimenez………………………….Marlene
Fabio Sabag………………………….Excelência
Celso Faria……………………………..Delegado
Rodolfo Arena……………………………….Celso

EU MATEI LÚCIO FLÁVIO (HDTV/NACIONAL/1080P) - 1979 5

EU MATEI LÚCIO FLÁVIO (HDTV/NACIONAL/1080P) - 1979 5+ficha+t%C3%A9cnica

# País – Brasil
# Fotografia – Hélio Silva
# Edição – Antonio Sarmento
# Produção – Older Costa / Jece Valadão
# Música – Antônio Calmon / Alberto Magno
# Figurinos – Luciano Figueiredo / Oscar Ramos
# Decoração – Luciano Figueiredo / Oscar Ramos
# Distribuidora – U.C.B. – União Cinematográfica Brasileira S.A.
# Produtora – Atlântida Empresa Cinematográfica do Brasil S.A.

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EU MATEI LÚCIO FLÁVIO (HDTV/NACIONAL/1080P) - 1979 AVISO

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Atualizado em: 13 de março de 2021 as 08:43

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