DONA FLOR E SEUS DOIS MARIDOS 1976
BRASIL
COMEDIA
DIREÇÃO: Bruno Barreto
ROTEIRO: Jorge Amado, Bruno Barreto (+2)
IMDb: 7,1 https://www.imdb.com/title/tt0077452/

POSTAGEM PUBLICADA ORIGINALMENTE EM 08/01/2019.
POSTAGEM ATUALIZADA, NOVA VERSÃO!! NOVO LINK!!
RMZ – HDTV EXCLUSIVO INÉDITO RARIDADE AC3 5.1ch
Postado por Mandrake

Formato: MKV
Qualidade: HDTV 1080p (1920×1080) NACIONAL
Tamanho: 5.59 GB (Versão Média)
Duração: 1 h 57 min
Áudio: Português BR 5.1ch
Servidores: FilesCDN – Mega – GDrive – Ulozto – LetsUpload (Parte Única) Compactada Winrar
RMZ Encoder Uploader: Mandrake
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Este é mais um dos filmes que mais indico a todos, um Clássico Exclusivo e Inédito do Cinema Nacional em HD. “Dona Flor e Seus Dois Maridos” uma Comédia que Consagrou Sônia Braga e José Wilker como grandes atores imortalizados no Cinema Nacional. É mais um grande titulo raro do “Cinema Nacional” dirigido pelo talentoso “Bruno Barreto” que traz no Roteiro o Grande Mito Jorge Amado, muito querido por todos principalmente pelo grande sucesso de suas Novelas. Juntos, “Bruno Barreto” e “Jorge Amado” formam um grande trio, pelo qual, conseguiram construir muito bem a dinâmica de sexualidade e humor que a narrativa de ambos pediam, resultando em um filme que soa tão ousado quanto leve. Especialmente, Gravado em HDTV em Alta Definição e com a Excelente qualidade de Imagem e Áudio de sempre. Este então é mais um grande filme, que você só encontra só aqui com exclusividade no “Tela de Cinema”, principalmente, aqueles que apreciam “Grandes Clássicos Imortais do Cinema Nacional”.
SOBRE O PROJETO:
O Projeto deste filme recebeu apenas um leve tratamento de Imagem. O Filme já possui uma ótima qualidade por ser Restaurado e Remasterizado. Efetuei apenas alguns aprimoramentos e melhorias na qualidade de imagem que aconteceu na configuração de Gravação e nos ajustes do HDR 10bit com base de cor “YCbCr444”. Foram corregidas apenas o brilho, a base de cor, o contraste dinâmico o foco e a profundidade de campo. Novo Encode criado apenas em tamanho único. A base de cor “YCbCr444” é a mesma aplicada sobre o HDR10bit e SDR 8Bit. Para esta mesma versão, foi mantida o audio que eu já havia Editado antes, onde restaurei alguns trechos, efetuei algumas correções, remasterizei e criei o Áudio 5.1 definitivo. Concluído mais um grande Clássico que entra em definitivo para a historia do Cinema Nacional que vc encontra só aqui com exclusividade no Tela de Cinema.

– SOBRE O VÍDEO:
Versão Media – 1920×1080 – x264 – AVC – 16:9 – 29.970 FPS – High@L4 – 6140 KBPS
Áudio: Português – AC3 5.1ch – 48 kHz – 640 kbps
– SOBRE O FILME:
HDTV HDR 1080p de Ótima qualidade.
Encodes criado em tamanho único exclusivo
Seleção das melhores imagens para esta Postagem
Excelente Qualidade de Imagem, mais HDR Dinâmico
Novos Servidores Disponíveis para Download Online
FilesCDN – Mega – GDrive – Ulozto – LetsUpload
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– SOBRE O ÁUDIO:
Português – BR
Mídia (TV Paga / C
anal Brasil)
Áudio Editado, Criado AC3 5.1ch
Até +
Mandrake

DONA FLOR E SEUS DOIS MARIDOS 1920×1080 5.59 GB (Parte Única)


SENHA:


Era época do famoso Carnaval na Bahia em 1943, Vadinho (José Wilker), um mulherengo, o tipico Malandro e jogador inveterado, morre repentinamente em e sua amada mulher, Dona Flor (Sônia Braga), fica inconsolável. Pois apesar dele ter vários defeitos, Vadinho sem duvida sabia ser um grande e excelente Amante. Passado algum tempo de luto incontestável, Dona Flor se casa com o Farmacêutico e Musico Teodoro Madureira (Mauro Mendonça), um grande homem que é exatamente o oposto do primeiro marido de Dona Flor. Depois de algum tempo de casada, ela passa a ter uma vida estável e tranquila, mas tediosa e, de tanto lembrar, e “chamar” pelo primeiro marido, ele um dia aparece nu na sua cama. Ela, então, sem entender nada, pede ajuda a uma amiga, dizendo que quase foi seduzida pelo finado esposo. Um pai de santo se prontifica a afastar o espírito de Vadinho, mas existe um problema, o grande dilema de Flor. No fundo, no fundo, Flor hesita, mais quer que ele fique, pois ela tem um forte desejo que precisa ser saciado.

Dona Flor e Seus Dois Maridos é um filme brasileiro de 1976, do gênero comédia, dirigido por Bruno Barreto. Baseado no livro homônimo de Jorge Amado, foi adaptado por Bruno Barreto, Eduardo Coutinho e Leopoldo Serran. A direção de fotografia é de Murilo Salles.
Foi por 34 anos recordista de público entre o cinema brasileiro levando mais 10 milhões de espectadores aos cinemas, até ser ultrapassado em 2010 por Tropa de Elite 2. Foi refilmado nos Estados Unidos como Meu Adorável Fantasma, em 1982, e foi refilmado no Brasil em 2017. Foi adaptado também em for
ma de minissérie
para a TV Globo, em 1998. Em novembro de 2015 o filme entrou na lista feita pela da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos.
Dona Flor e Seus Dois Maridos chegou aos cinemas após nove anos do lançamento do romance homônimo. Eram momentos difíceis para os brasileiros, pois vivia-se, desde 1964, a Ditadura Militar, processo que por décadas aniquilou direitos básicos aos brasileiros. A classe trabalhadora se encontrava cada vez mais oprimida, os intelectuais tendo a liberdade de expressão como um problema e os estudantes se viam diante de um mundo de reflexões podadas. Como bem delineia o pesquisador Benedito Veiga em Dona Flor de Bruno Barreto, as filmagens foram contemporâneas ao assassinato do jornalista Wladimir Werzog, em outubro de 1975.
Jorge Amado já havia experimentado as suas obras transportadas para outros suportes artísticos. Gabriela tinha se tornado novela televisiva e fotonovela em uma famosa revista, além de uma HQ. Era a vez de Dona Flor ganhar imagens em movimento, quase uma década após a sua primeira tiragem de 75 mil exemplares. Foi assim que, ao ser dirigido por Bruno Barreto, com roteiro assinado pela dupla formada por Eduardo Coutinho e Leopoldo Serran, Dona Flor e Seus Dois Maridos tornou-se uma das produções mais famosas do cinema no Brasil.
Adaptação do famoso romance de Jorge Amado, Barreto teve alguma participação no roteiro, mas não foi creditado. Na produção de 120 minutos, somos inseridos em Salvador em plenos anos 1940. Época de mudanças estruturais e culturais, o Largo da Palma, no Pelourinho, abre espaço para a trajetória de Florípedes, vulgo Dona Flor (Sônia Braga), mulher com dotes culinários que precisa ser agir com bastante paciência com seu marido Vadinho (José Wilker), um homem machista, asqueroso e viciado em jogos.
Certo dia, durante o carnaval de 1943, o malandro morre em plena festa. Desesperada, Flor fica em prantos e passa bastante tempo de luto. Com montagem bem cuidada de Raimundo Migino e cenografia e figurino de Anísio Medeiros, o filme nos mostra a evolução da esposa, mais adiante, cortejada por Teodoro (Mauro Mendonça), um homem metódico, gentil, ideal para casar, tamanho o recato e respeito pelas tradições. O problema é que Vadinho volta do além para atormentar a vida de sua antiga esposa.
Ela é a única capaz de vê-lo. Dividida entre a saudade dos seus carinhos e afetação sexual, algo que falta na relação com o novo marido socialmente ideal, Flor precisa resolver a questão e sair de uma voz por todas desse dilema. Cheia de saudades, a personagem, tal como o Brasil da época e o atual, vai viver de maneira confusa as suas contradições. Metafórica, a narrativa reflete todo o apelo popular do romance que lhe serviu de referência, tendo como um dos seus pontos nevrálgicos a capacidade de levar para as telas, algo além do prosaico e banal, pois requintes de crítica social estão presentes em todos os cantos dos enquadramentos de Murilo Salles, diretor de fotografia da produção, responsável por captar muito bem o espaço cênico e as exigências dramáticas do roteiro.
Enquanto desenvolvimento de personagem, Dona Flor está para o imaginário brasileiro o que as loiras fatais estão para a história do cinema estadunidense. Atriz que viveu intensamente este universo alguns anos depois, Sônia Braga está dentro da concepção do que o sociólogo Gilberto Freyre considerou o “tipo perfeito de mulher brasileira”, isto é, morena com traços europeus, miscigenada e com cabelos negros ondulados. Com Dona Flor, ela é a representação da mulher moderna, pessoa que trabalha fora, além de cuidar da casa, numa mescla dos ideais de emancipação com os antigos desejos que habitavam a vivência feminina ao longo da história da humanidade: o desejo de casar e ter filhos, constituir uma família, etc.
Dona Flor e Seus Dois Maridos não foi a única experiência em adaptações literárias. O cineasta também comandou Gabriela, novamente com a atriz Sônia Braga e O Beijo no Asfalto, uma das melhores peças de Nelson Rodrigues. Ciente do processo de tradução de um suporte para outro, ele reforçou na época que nenhuma crítica direcionada ao quesito “fidelidade” seria levada em consideração, haja vista a necessidade de compreensão do público e da crítica no que tange aos processos de tradução intersemiótica.
Interligado com as leis de mercado, Barreto se desvencilhou do apelo exclusivamente estético comum ao Cinema Novo e fez questão de ressaltar que o seu filme tinha bastante apelo comercial. Isto, por sua vez, não significa que a produção seja ruim. Há relatos de Jorge Amado com a sua apreciação da obra. De acordo com o escritor baiano, apesar de reconhecer as distâncias gigantescas entre muitas situações do livro e do que foi selecionado para o filme, “Bruno Barreto soube captar muito bem o espírito da obra”, pois o resultado “foi um filme de grande beleza”.
Dentre os demais trunfos do filme, temos a campanha publicitária de grandes proporções, algo incomum no Brasil da época. Houve bastante investimento nos trailers, nas salas de cinema que exibiriam o filme, na quantidade de cópias por sala, a contratação de fiscais de bilheteria e investimento pesado em press kits. Tal como revelaram os produtores, “foi uma lição que ensinou ao brasileiro como vender cinema por aqui”.
Benedito Veiga, no artigo descrito anteriormente, afirma que na época havia preocupação do filme ser atingido pelo mesmo estigma que o seu autor, isto é, um arroubo financeiro, mas fiasco da crítica especializada. Os envolvidos estavam diante de uma encruzilhada, pois muito se pensava sobre a relação com a sociedade massa. A pergunta em questão era “como atingir o maior número de público com o menor desgaste qualitativo da obra?”. Diante dos desafios, os envolvidos estavam cientes da necessidade de divulgação e ampliação do mercado e do consumo, tendo em vista aumentar as margens de lucro, reflexão bem tributária ao que Canclini esboça no elucidativo Culturas Híbridas.
Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro, a produção também ganhou presença no BAFTA, na categoria de atriz revelação para Sônia Braga. Além do sucesso estrangeiro, Dona Flor e Seus Doi
s Maridos ganhou notoriedade no Brasil, arrebatando os prêmios de Melhor Diretor, Trilha Sonora e o prêmio do júri de Cenografia e Figurino para Anísio Medeiros. Marco do cinema nacional no que tange aos aspectos críticos e comerciais, o filme era a maior bilheteria brasileira até a chegada de Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora é Outro, em 2010.
Por se tratar de uma história “universal”, o romance de Jorge Amado também ganhou uma adaptação estadunidense em 1982, muito decadente por sinal, intitulada Meu Adorável Fantasma, dirigida por Robert Mulligan e com Sally Field no papel feminino. O Brasil também entrou na onda de sucesso do filme de Bruno Barreto e lançou a sua versão paródica, Seu Florindo e Suas Duas Mulheres, comandado por Mozael Silveira, com roteiro de Victor Lustosa, comercializado em 1978, época em que a pornochanchada ainda era bastante rentável.

Estréia do longa metragem teatral da atriz americana Mercedes Ruehl, que interpretou uma garota americana em um cassino. O filme foi o filme de cinema mais visto nos cinemas brasileiros, detentor do recorde de cerca de vinte anos, até o lançamento teatral de Titanic (1997). O diretor Bruno Barreto nasceu em 1955 e este filme estreou em 1976 quando tinha apenas 20 ou 21 anos. Barreto começou a trabalhar neste filme aos 19 anos. Considerando que foi o maior filme de bilheteria no Brasil entre seu lançamento de 1976 e 1997, o então 19 -ano de idade fez um ótimo trabalho.
Primeiro de três adaptações filmadas do romance de Jorge Amado , “Dona Flor e Seus Dois Maridos”. O segundo foi feito nos EUA como o filme de cinema Meu Adorável Fantasma (1982). A terceira versão, ea segunda versão brzailiana, foi a série televisiva “telenovela” brasileira, Dona Flor e Seus 2 Maridos (1998). Leniza Mayer, a Famosa Cantora, personagem cantora na sequência do cassino, interpretada por Betty Faria , protagoniza o filme A Estrela Sobe (1974), também dirigido pelo diretor do filme, Bruno Barreto . Neste outro filme, a personagem de Leniza Mayer também é interpretada pela mesma atriz Betty Faria . Além disso, a dupla também colaborou em Bye Bye Brasil (1980) e Romance da Empregada (1987).
O romance fonte do filme de Jorge Amado foi filmado pela primeira vez no Brasil como Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976) [Dona Flor e Seus Dois Maridos]. Seu remake americano, Meu Adorável Fantasma (1982), também é baseado nesse filme, e foi feito e lançado pela primeira vez cerca de seis anos depois. Os Jogos Olímpicos de Verão Rio 2016 no Brasil foram realizados no 40º aniversário deste filme brasileiro muito famoso. O filme foi indicado para um Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro, mas perdeu para Ingmar Bergman ‘s Sonata de Outono (1978) [Autumn Sonata] . Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976), e seu romance de origem foram ambientados no Brasil, América do Sul, mas o remake americano Meu Adorável Fantasma (1982) colocou o filme nos EUA. O roteirista Charlie Peters escreveu mais tarde o Feitiço do Rio (1984), que aconteceu no Brasil e capturou os elementos de “farsa boudoir” de Dona Flor, que haviam sido recortados dramaticamente no remake de Hollywood Meu Adorável Fantasma (1982).
O filme foi feito e lançado cerca de uma década após a publicação do romance fonte “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, de Jorge Amado , publicado pela primeira vez em 1966. Além disso, o filme foi lançado pela primeira vez cerca de sete anos após a estréia. primeira versão em inglês do livro foi publicada pela primeira vez em 1969. Este filme brasileiro tornou-se o filme brasileiro de maior sucesso nas bilheterias no Brasil, com seu recorde não quebrado até cerca de trinta e cinco anos depois, com o filme brasileiro Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro (2010). A atriz Sônia Braga e a gravadora foram indicados ao prêmio BAFTA de Melhor Iniciante para Melhor Filme, mas Braga perdeu para a atriz australiana Judy Davis por As Quatro Irmãs (1979).
O filme foi refeito e transmitido como uma série de televisão brasileira, Dona Flor e Seus 2 Maridos (1998), cerca de vinte e dois anos após a estreia deste longa-metragem teatral. Feitiço do Rio (1984) co-roteirista Charlie Peters escreveu anteriormente Meu Adorável Fantasma (1982), que foi um remake do filme brasileiro Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976) [Dona Flor e Seus Dois Maridos]. Esse filme e seu romance de origem foram ambos ambientados no Brasil, na América do Sul, onde o Feitiço do Rio (1984) está basicamente montado, com o remake americano Meu Adorável Fantasma (1982) sendo ambientado nos EUA. O filme original brasileiro teve uma série de elementos da história da “farsa boudoir” que foram retirados do remake do American Adorable Fantasma (1982). Peters então cerca de dois anos depois co-escreveu este remake americano Feitiço do Rio(1984), que também ocorre no Brasil, reestabelecendo a ação da Côte d’Azur, na França, onde o filme original, Un moment d’égarement (1977) [One Wild Moment], estava praticamente pronto. Mas desta vez o remake, Feitiço do Rio (1984), não retirou os elementos da história da “farsa boudoir” de seu filme estrangeiro de origem, como foi o caso de Meu Adorável Fantasma (1982).
Nessa comédia de realismo fantástico, o cineasta Bruno Barreto leva o texto de Jorge Amado, do livro homônimo, para as telas na sua melhor forma, com todos os bordões e o linguajar típicos do litoral nordestino. O cotidiano expressado pela fantasia soma pontos na pele de Sônia Braga, definitivamente a alma do filme, sempre dona de uma irreverência sensual, enquanto José Wilker constrói com Vadinho um fanfarrão adorável em sua canalhice, se contrapondo muito bem à dureza de Mauro Mendonça como Teodoro. O trio consegue muito bem construir a dinâmica de sexualidade e humor que a narrativa de Bruno Barreto pede, resultando num filme que soa tão ousado quanto leve.






















INDICAÇÕES
Globo de Ouro, USA 1979
Indicado
Melhor Filme Estrangeiro
Brazil
Prêmios BAFTA Awards 1981
Indicado
Mais excelente recém-chegado
aos principais papéis do Cinema
Sônia Braga
Festival de Filmes de Gramado 977
Indicado
Melhor Filme
Bruno Barreto
Festival de Filmes Taormina International 1977
Indicado
Bruno Barreto
PREMIAÇÕES
Festival de Filmes de Gramado 1977
Premiados
(Melhor Direção)
Bruno Barreto
(Melhor Trilha Sonora)
Francis Hime
Vencedor do Prêmio Especial do Júri
Anisio Medeiros (production designer)
Também por suas contribuições para
o cinema brasileiro.

Sônia Braga…………..Dona Flor (Florípides)
José Wilker……………….Valdomiro (Vadinho)
Mauro Mendonça……….Dr. Teodoro Madureira
Dinorah Brillanti…………………………….Rozilda
Nelson Xavier……………………………….Mirandão
Arthur Costa Filho…………………………..Carlinhos
Rui Resende……………………………………..Cazuza
Mário Gusmão……………………………. ……….Arigof
Nelson Dantas……………………………….Clodoaldo
Haydil Linhares……………………………..Norminha
Nilda Spencer………………………………..Dinorah
Sílvia Cadaval…………………………………..Jacy
Ivanilda Ribeiro……………………………….Sofia
Sue Ribeiro………………………………Magnólia
Francisco Santos………………………Venâncio


# País – Brasil
# Desing – Anisio Medeiros
# Fotografia – Murilo Salles
# Edição – Raimundo Higino
# Figurinos – Anisio Medeiros
# Efeitos Especiais – Manoel de Araujo
# Música – Chico Buarque / Francis Hime
# Produção – Lucy Barreto / Luiz Carlos Barreto
# Produtora – Carnaval Unifilm / Luiz Carlos Barreto Produções Cinematográficas
# Distribuidora – Embrafilme / Globo Vídeo / Orion Home Video / New Yorker Films


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