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CARANDIRU – HDTV / Nacional / 1080p – Download – 2003


CARANDIRU – 2003
BRASIL, ARGENTINA, ITÁLIA
DRAMA, CRIME
DIREÇÃO: Hector Babenco
ROTEIRO: Hector Babenco, Fernando Bonassi (+2)
IMDb: 7,6 https://www.imdb.com/title/tt0293007/

CARANDIRU (HDTV/NACIONAL/1080P) - 2003 Capa-CARANDIRU-HDTV-NACIONAL-1080P-2003

POSTAGEM PUBLICADA ORIGINALMENTE EM 05/01/2019.

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RMZ – EXCLUSIVO RARIDADE REMASTERIZADO

Postado por Mandrake

CARANDIRU (HDTV/NACIONAL/1080P) - 2003 1+dados+do+arquivo

Formato: MKV
Qualidade: HDTV 1080p (1918×1080) NACIONAL
Tamanho: 6.86 GB (Versão Média)
Duração: 2h 25 min
Áudio: Português BR 5.1ch
Servidor: Google Driver – VERSÃO MÉDIA (Dividida em 2 Partes) Compactadas Winrar
RMZ Encoder Uploader: Mandrake

NOTA: Estes Arquivos foram devidamente compactados com o uso do WinRar v5.70.
Utilize esta mesma versão do Programa para extração correta dos arquivos sem erros.

CARANDIRU (HDTV/NACIONAL/1080P) - 2003 Intro

É hora de mais um Clássico Exclusivo e Inédito do Cinema Nacional. “Carandiru” o Massacre que comoveu o Mundo, mais um dos meus grandes Favoritos. O Filme foi totalmente Remasterizado pelo “Canal Brasil”. Especialmente, Gravado em HDTV em Alta Definição e com a Excelente qualidade de Imagem e Áudio de sempre. É mais um grande titulo raro do “Cinema Nacional” dirigido pela fera “Hector Babenco” com participação especial de grande estrelas como: Wagner Moura, Rodrigo Santoro, Caio Blat, Lázaro Ramos e muitos outros. Um dos maiores elencos já visto na historia no Cinema Nacional, este filme conta com Participação Especial de “Rita Cadillac”, lembrando nossos bons e velhos tempos. É mais um grande filme, que você só encontra aqui com exclusividade no “Tela de Cinema”, principalmente, aqueles que apreciam “Grandes Clássicos Imortais do Cinema Nacional”.

SOBRE O PROJETO:

O Projeto deste filme recebeu atualizações e um novo tratamento de Imagem. O Filme já possui uma ótima qualidade por já ser Remasterizado. Efetuei uma Remasterização parcial com base de cor “YCbCr444”, foi apenas para efetuar correções em alguns pontos críticos no Filme, como imagens escuras, correção de foco, profundidade, o relux e Contraste Dinâmico. Já para o Novo Encode, criado apenas em tamanho único. A base de cor “YCbCr444” é a mesma aplicada sobre o HDR10bit e SDR 8Bit. Para esta mesma versão, Editei o áudio, restaurei alguns trechos, efetuei algumas correções, remasterizei e criei o Áudio 5.1 definitivo. Concluído mais um grande Clássico que entra em definitivo para a historia do Cinema Nacional.

CARANDIRU (HDTV/NACIONAL/1080P) - 2003 Descri

– SOBRE O VÍDEO:
Versão Media  – 1918×1080 – x264 – AVC – 16:9 – 29.970 FPS – High@L4 – 6140 KBPS
Áudio: Português – AC3 5.1ch – 48 kHz – 640 kbps

– SOBRE O FILME:
HDTV HDR 1080p de Ótima qualidade.
Encode criado em tamanho único
Excelente Qualidade de Imagem, mais HDR Dinâmico
Seleção das melhores imagens para esta Postagem…

– SOBRE O ÁUDIO:
Português – BR
Mídia (TV Paga / Canal Brasil)
Áudio Editado, Criado AC3 5.1ch

Até a próxima!!!

Mandrake

CARANDIRU (HDTV/NACIONAL/1080P) - 2003 8+links

Google Drive – Versão Média – 1918×1080 – 6.86 GB
CARANDIRU – 2003

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SENHA:

CARANDIRU (HDTV/NACIONAL/1080P) - 2003 Button_rmzbymandrake

CARANDIRU (HDTV/NACIONAL/1080P) - 2003 3+sinopse

O Médico (Luiz Carlos Vasconcelos) se oferece para realizar um trabalho de prevenção a AIDS no maior presídio da América Latina, o Carandiru. Lá ele convive com a realidade dos Cárceres, que inclui violência, superlotação das celas e instalações precárias. Porém, apesar de todos os problemas, o médico logo percebe que os prisioneiros não são figuras demoníacas, existindo dentro da prisão solidariedade, organização e uma grande vontade de viver.

CARANDIRU (HDTV/NACIONAL/1080P) - 2003 Cr%25C3%25ADticas

Carandiru é um filme brasileiro de 2003, do gênero drama, dirigido pelo argentino naturalizado brasileiro Hector Babenco. O filme é uma superprodução baseado no livro Estação Carandiru, do médico Drauzio Varella, onde ele narra suas experiências com a dura realidade dos presídios brasileiros em um trabalho de prevenção à AIDS realizado na Casa de Detenção. Em novembro de 2015 o filme entrou na lista feita pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos.
 
Logicamente, apesar de toda a sua genialidade, o pensador grego nunca imaginou que a imitatio (imitação, no sentido de espelho da realidade), na qual toda Arte se baseia, chegaria ao nível de fidelidade do cinema. Mas as palavras de Aristóteles explicam o certo desencanto que Carandiru (2003), o filme de Hector Babenco, provoca naqueles que já conheciam o livro-base da adaptação, o Estação Carandiru que o médico Drauzio Varella escreveu em 1999, e que já vendeu mais de 350 mil exemplares.
 
Não cabem, na metragem de uma película, todas as nuanças de uma grande coletânea de pequenos relatos. O médico do livro tem mais espaço para discorrer, criticamente, sobre o que vê. O médico do filme é passivo, quase um coadjuvante de luxo na Casa de Detenção. Uma adaptação se aventura, enfim, a perder muita coisa. Não é de se espantar: os melhores momentos na tela são aqueles que se aproveitam das limitações da Literatura – o número musical de Rita Cadillac e o hino nacional antes do futebol.
 
Enfim, de pouco vale ficar discutindo essas diferenças. São simplesmente duas modalidades artísticas distintas, o texto e a imagem, que dois mil anos de ensinamentos filosóficos trataram de separar – e de hierarquizar. Termina aqui, portanto, essa questão. Como dizem os detentos… apaziguou? Vamos ao filme, então.
 
O “espetáculo”, a que Aristóteles se refere, é termo correto para definir Carandiru. Tudo ali, da pré-produção ao acabamento, passa pelo signo do grandioso, do ambicioso. Foram 12 milhões de reais de orçamento, 250 profissionais envolvidos, 30 atores e milhares de figurantes, 700 tatuagens distribuídas entre o elenco pela equipe de maquiagem. As locações se dividiram entre os estúdios da Vera Cruz, em São Bernardo do Campo (onde foi construído um andar inteiro referente ao Pavilhão 9), o Presídio do Hipódromo, no Brás, e a própria Casa de Detenção, depois da desativação em setembro de 2002. A partir do dia 11 de abril, essa preparação, essa expectativa, se traduz em cerca de 250 salas de exibição no Brasil inteiro.
 
Tudo isso começou de maneira traumática, tanto para Varella quanto Babenco. Chamado em 1989 para ministrar um programa de prevenção à AIDS no Carandiru, o médico conviveu com os detentos do maior presídio da América Latina até 1992, ano do massacre. Diante de um contingente que ultrapassava os 7 mil homens, num espaço que comportaria no máximo 2 mil, Varella deixou de lado qualquer pré-julgamento e passou a combater a falta de higiene e a proliferação de doenças com empenho. Na mesma época em que o médico começou a recolher os relatos que resultariam no livro, o cineasta o procurou para tratar de um câncer no sistema linfático. Do tratamento saíram produtivas conversas.
 
Assim, antes mesmo da publicação de Estação Carandiru, Babenco já conhecia detalhes da vida carcerária – um universo em que a sobrevivência vale mais do que a desejada liberdade. Afeito aos temas sociais, já no meio das filmagens o cineasta percebeu que aquela realidade se assemelhava à de seu filme mais famoso, Pixote, a lei do mais fraco (1980). Algo como “se Pixote estivesse vivo, vinte e três anos depois, possivelmente estaria aqui”.
 
A pluralidade de vivências e a lealdade às regras informais da prisão pontuam o filme, tendo o médico (Luiz Carlos Vasconcelos) como narrador. Surgem em cena um travesti (Rodrigo Santoro, com seios, hã, realistas) e seu parceiro (Gero Camilo), um mulherengo bígamo (Ailton Graça, ótimo), um matador convertido aos evangélicos (Milhem Cortaz), um veterano à espera da soltu
ra (M
ilton Gonçalves) e uma infinidade de viciados e arrependidos. Sempre vividos por um elenco não menos que respeitável, que ainda inclui os novos talentos Lázaro Ramos, Caio Blat e Wagner Moura.
 
Graças às interpretações, Carandiru consegue imprimir humanismo aos seus personagens – essa a sua vitória mais louvável. Mas durante o seu momento crucial, o episódio do massacre, se sustenta no impacto visual. Uma vez que Varella e Babenco não se propuseram a criar um documentário (O Prisioneiro da Grade de Ferro, de Paulo Sacramento, em cartaz na mostra “É Tudo Verdade”, preenche essa lacuna), a única voz ouvida é a dos presidiários sobreviventes. Desse modo, a verdade veiculada na televisão – 111 presos indefesos morreram à sangue-frio – é valorizada à milésima potência na película: correria, tiros, sangue, cães, corpos.
 
Um policial entra na cela, diz que “poupará” a vida do detento. Segundos depois, se vira, diz que “mudou de idéia”, e metralha. As falas dos policiais durante a chacina seriam, assim, de um maniqueísmo constrangedor, não fosse tudo aquilo parte de um relato verídico – o que torna tudo ainda mais assustador. As escolhas de Babenco não têm meio termo, e a pouco sutil (quase redundante) inserção de “Aquarela do Brasil” no final do filme deixa isso claro. Goste-se ou não do resultado, é inevitável concluir: Carandiru faz valer com contundência a sua visão dos fatos.

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A verdadeira prisão do Carandiru foi demolida em 2002 e será transformada em um parque com instalações artísticas. Um bloco foi deixado intacto para ser usado como um museu. O filme foi a última coisa que eles usaram a prisão antes de demolir 90% dela. Este é o 2º filme em que os atores Rodrigo Santoro e Gero Camilo atuam juntos. O anterior fora Bicho de 7 Cabeças (2000). Este é o 3º de 9 filmes em que os atores Wagner Moura e Lazaro Ramos atuam juntos. Os demais foram Sabor da Paixão (2000), As Três Marias (2002), O Homem do Ano (2003), Nina (2004), Cidade Baixa (2005), A Máquina (2006), Ó Paí, Ó (2007) e Saneamento Básico, O Filme (2007).
 
Dra. Drauzio Varella escreveu o livro original com o incentivo de um paciente que ele estava tratando de câncer linfático. Esse mesmo paciente foi Hector Babenco, que se recuperou e passou a dirigir a adaptação cinematográfica. Foi o 4º filme mais visto em 2003 no Brasil, tendo levado 4.693.853 pessoas aos cinemas. Carandiru fez tanto sucesso que gerou uma série de TV, exibida em 2005, chamada “Carandiru – Outras Histórias”. Os episódios narravam fatos anteriores aos exibidos no filme. Foi escolhido o representante brasileiro ao Oscar de melhor filme estrangeiro. O Filme ocupa o 95º melhor filme brasileiro de todos os tempos segundo a Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema). É o último filme do rapper Sabotage, que foi assassinado ainda antes do lançamento de Carandiru nos cinemas.
 
No geral, creio que o principal problema de Carandiru é o fato de ele ter seu personagem principal sendo o próprio presídio. Talvez foi o objetivo de Babenco (afinal, o nome do filme é o nome do presídio), mas dessa forma os personagens acabaram se enfraquecendo, e dificilmente você vai se afeiçoar por eles, pelo menos não o suficientemente para chegar a se importar com os seus destinos. De qualquer forma, é mais um filme brasileiro com certa importância, com imagens fortes (o filme em alguns momentos ultrapassa o nível de violência visto em Cidade de Deus – as cenas finais são quase chocantes), e bem realizado tecnicamente, ainda que não demonstre nenhuma evolução notável. Estamos progredindo.

CARANDIRU (HDTV/NACIONAL/1080P) - 2003 Screen

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INDICAÇÕES

ABC Cinematography Award 2004
Indicado ao Prêmio

(Melhor Fotografia de Longa-metragem)
Walter Carvalho
(Melhor Direção de Arte)
Clovis Bueno

Awards, Brazil 2004
Indicado
Best Film (Melhor Filme)
Hector Babenco

Festival de Filme de Bangkok International 2004
Indicado
Prêmio Golden Kinnaree
Best Film
Hector Babenco

Festival de Filme de Cannes 2003
Indicado
Hector Babenco

Cinema Brazil Grand Prize 2004
Indicações
(Melhor Filme)
(Melhor Ator)
Rodrigo Santoro
(Melhor Atriz)
Maria Luísa Mendonça  
(Melhor Ator Coadjuvante)
Sabotage
(Melhor Atriz Coadjuvante)
Leona Cavalli
(Melhor Fotografia)
Walter Carvalho
(Melhor Montagem)
Mauro Alice
(Melhor Direção de Arte)
Vera Hamburguer
(Melhor Figurino)
Cristina Camargo  
(Melhor Maquiagem)
Gabi Moraes
(Melhor Trilha Sonora)
André Abujamra
(Melhor Som)

Film Society, USA 2005
Indicado ao Prêmio Paz

Prêmio Qualidade, Brazil 2003
Indicados Prêmio Qualidade
(Melhor Filme – Rio de Janeiro)
(Melhor Ator Coadjuvante – Rio de Janeiro)
Ailton Graça
(Melhor Ator Coadjuvante – Rio de Janeiro)
Milhem Cortaz
(Melhor Diretor – São Paulo)
Hector Babenco
(Melhor Atriz Coadjuvante – Rio de Janeiro)
Maria Luísa Mendonça
(Melhor Diretor – Rio de Janeiro)
Hector Babenco
(Melhor Filme – São Paulo)
(Melhor Ator Coadjuvante – São Paulo)
Ailton Graça
(Melhor Ator Coadjuvante – São Paulo)
Milhem Cortaz

PREMIAÇÕES

ABC Cinematography Award 2004
Vencedor do Troféu ABC
(Melhor Som)
Romeu Quinto
Miriam Biderman
Reilly Steele

Awards, Brazil 2004
Vencedor do Prêmio ACIE
(Melhor Diretor)
Hector Babenco

Festival de Filme de Cartagena 2004
Vencedor Golden India Catalina
Melhor Ator de Apoio)
Ivan de Almeida
Caio Blat
Ricardo Blat
Gero Camilo
André Ceccato
Milhem Cortaz
Enrique Diaz
Milton Gonçalves
Ailton Graça
Antônio Grassi
Serjão Loroza
Wagner Moura
Dionísio Neto
Robson Nunes
Floriano Peixoto
Lázaro Ramos
Sabotage
Rodrigo Santoro
Luiz Carlos Vasconcelos
(Melhor Filme)
Hector Babenco

Cinema Brazil Grand Prize 2004
Vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasil
(Melhor Diretor)
Hector Babenco
(Melhor Roteiro Adaptado)
Hector Babenco
Fernando Bonassi
Victor Navas

Festival de Filme de Havana 2003
Prêmio do público vencedor
Hector Babenco
Premio Glauber Rocha
Premio Hector Babenco
Prêmio Vencedor da
Casa das Américas
Hector Babenco
Prêmio OCIC vencedor
Hector Babenco
Vencedor do Prêmio Radio Havana
Hector Babenco
Prêmio Vencedor Saúl Yelín
Hector Babenco
Vencedor do Prêmio Especial do Júri
Hector Babenco

CARANDIRU (HDTV/NACIONAL/1080P) - 2003 4+elenco

Rodrigo Santoro……….Lady Di
Wagner Moura………………Zico
Milton Gonçalves…………..Chico
Maria Luísa Mendonça…….Dalva
Lázaro Ramos……………Ezequiel
Caio Blat…………………Deusdete
Ailton Graça…………….Majestade
Ivan de Almeida……….Nego Preto
Aida Leiner…………………Rosirene
Gero Camilo……………Sem Chance
Julia Ianina………………Francineide
Sabrina Greve……………….Catarina
Floriano Peixoto………Antônio Carlos
Ricardo Blat……………….Claudiomiro
Luiz Carlos Vasconcelos………..Médico
Rita Cadillac………Participação Especial

CARANDIRU (HDTV/NACIONAL/1080P) - 2003 5

CARANDIRU (HDTV/NACIONAL/1080P) - 2003 5+ficha+t%C3%A9cnica

# Edição – Mauro Alice
# Desing – Clovis Bueno
# Música – André Abujamra
# Fotografia – Walter Carvalho
# Figurinos – Cristina Camargo
# Remasterização – Canal Brasil
# País – Brasil / Argentina / Italy
# Efeitos Especiais – Tom Cundom
# Direção de Arte – Vera Hamburguer
# Efeitos Visuais – Marcelo Jamiuk Cois
# Produção – Hector Babenco / Daniel Filho
# Distribuidora – Columbia Pictures do Brasil
# Produtora – BR Petrobrás / Columbia TriStar
# Remasterização – Canal Brasil Globo Produções

CARANDIRU (HDTV/NACIONAL/1080P) - 2003 7

CARANDIRU (HDTV/NACIONAL/1080P) - 2003 AVISO

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Atualizado em: 13 de março de 2021 as 08:43

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