CANASTRA SUJA – 2016
BRASIL
DRAMA – ROMANCE
DIREÇÃO: Caio Sóh
ROTEIRO: Caio Sóh
IMDb: 7,1 https://www.imdb.com/title/tt6242664/

RMZ – WEB-DL 1080P – NACIONAL – AC3 5.1ch
Postado por Mandrake

Formato: MKV
Qualidade: WEB-DL 1080p (1920×808) NACIONAL
Tamanho: 2.45 GB (Parte Única)
Duração: 2 h 1 min
Áudio: Português BR AC3 5.1ch
Servidor: Google Driver – VERSÃO MINI (Parte Única) Compactada Winrar
RMZ Encoder Uploader: Mandrake
NOTA: Estes Arquivos foram devidamente compactados com o uso do WinRar v5.61.
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Outro grande filme, contando com atores e atrizes Consagrados, nada mais nada menos que Adriana Esteves, Marco Ricca e grande Elenco. O Filme de hoje é “Canastra Suja”. Batista (Marco Ricca) e Maria (Adriana Esteves) formam um casal que, aparentemente, vivem felizes em seu casamento. No entanto, a verdade é que as aparências enganam e como enganam, no fundo, Batista, é um alcoólatra inveterado e Maria, que tem um caso com o namorado de sua filha mais velha, Emília (Bianca Bin), representam uma família que está à beira da grande ruína. É mais um grande filme, que você encontra aqui, com exclusividade no “Tela de Cinema”, principalmente, aqueles que apreciam “Grandes Clássicos Imortais do Cinema Nacional”. Vale apena Conferir…
TRAILER:
– DESCRIÇÃO DO FILME:
Versão Menor – 1920×808 – x264 – AVC – 2:40:1 – 23.976 FPS – [email protected] – 2253 KBPS
Áudio: Português – AC3 5.1ch – 48 kHz – 384 kbps
– SOBRE O FILME:
WEB-DL 1080P de Ótima qualidade.
Encode criado em tamanho Único
Excelente Qualidade de Imagem
Seleção das melhores imagens para esta Postagem…
– SOBRE O ÁUDIO:
Português – BR
Mídia (TV Paga/DVD)
Áudio Criado AC3 5.1ch
Bom filme para vocês…
Mandrake

Google Drive – Versão Mini – 1920×808 – 2.45 GB
CANASTRA SUJA

SENHA:


Batista (Marco Ricca) e Maria (Adriana Esteves) formam um casal que, aparentemente, é muito feliz em seu casamento. No entanto, a verdade é que as aparências enganam e muito; no fundo, Batista, um alcóolatra inveterado e Maria, que tem um caso com o namorado de sua filha mais velha, Emília (Bianca Bin), representam uma família que está à beira da ruína.

Adriana Esteves e Marco Ricca, que são m
arido e mulher no filme, já foram um casal também
na vida real. Os dois ficaram juntos por quase 10 anos, depois que se conheceram durante as gravações da novela Renascer (1993). Numa festa de família de classe média brasileira, tudo parece nos conformes: todos em harmonia cantando músicas bregas no karaokê, pai e mãe demonstrando afeto, filhos sorrindo. Talvez o pai esteja meio alto depois de beber um pouco além da conta, e talvez o sorriso da mãe não seja condizente com seu olhar cansado, assim como parece haver uma rusga entre os filhos em momentos pontuais. Aos poucos, esses detalhes que chamam a atenção em meio àquele cenário tradicional onde tudo está em seu devido lugar começam a romper a fachada, e nisso o diretor Caio Sóh se insere em sua observação pertinente no filme Canastra Suja (idem, 2016).
Se no cinema americano é comum esses filmes que se infiltram sobre o que há de podre e escuso por trás da fachada de família comum, no Brasil a classe média ainda é tratada na maioria das vezes em dicotomias que separam categoricamente os vilões e os mocinhos, sendo que na vida real a maioria é um pouco de cada. Sóh parece interessado em desconstruir esses padrões através de problemas-chave que assolam a realidade cotidiana da sociedade brasileira, desde o alcoolismo, passando pelo autismo não corretamente tratado, até o clássico caso de adultério. A ideia é usar desses males para romper a obviedade e explorar as nuances dos indivíduos que compõem uma família.
Até certo ponto, Canastra Suja é bem sucedido nessa investida, explorando com competência o drama do pai alcoólatra, da mãe adúltera, da filha problemática, do filho que não quer trabalhar e não amadurece. O grande problema é como esses dramas cotidianos acabam por definir os personagens, nunca permitindo a eles serem observados fora dessas questões. São todos personagens que só existem em função do conflito, do embate, desenhados a partir de uma doença, de uma fraqueza. A humanidade deles é muito limitada, mesmo que o diretor se preocupe em mostrar os vários lados que cada um é capaz de mostrar. Grande responsável por tornar tudo muito atraente e real, o elenco se desdobra mesmo diante de um texto limitado.
Marco Ricca está em um dos seus melhores momentos e não permite que seu personagem caia numa caricatura de pai alcoólatra tão desgastada no cinema nacional, o que certamente ocorreria com um ator menos preparado, experiente ou talentoso. Adriana Esteves traz sua experiência com novelas e compõe uma mãe de família mais histriônica, contudo sem nunca ultrapassar a modulação correta da personagem. No limite do over, a atriz sempre consegue escapar do exagero grosseiro, e chega a ser interessante notar como ela caminha nessa corda bamba do começo ao fim sem descambar. Pedro Nercessian e Bianca Bin, como os filhos disfuncionais padrão, tem cada qual pelo menos um momento para brilhar.
O que atrapalha é a montanha russa que intercala momentos mais intimistas com barracos dignos de novela mexicana, com vários personagens se estapeando, muito choro compulsivo, muitas ameaças cruzadas e todos os ingredientes excessivos que levam o filme para longe daquela observação proposta no inicio, sobre as fissuras cotidianas que minam a estrutura familiar aos poucos até rompê-la de vez. Ainda assim, em certo nível, proporciona esse panorama geral da família média brasileira, sempre muito cheia de discursos virtuosos sobre valores morais, mas acometida em seu interior por uma frustração crônica e uma agressividade e egoísmo capazes de moldar toda uma sociedade em momentos de crise – como se vê muito bem no caos político e social brasileiro dos últimos tempos, sempre orquestrado em nome da salvação da família. A cantora Maria Gadú, além de ser responsável pela trilha sonora, é também uma das produtoras do filme.
INDICAÇÕES
Festival de Cinema Brasileiro de Los Angeles, EUA 2017
Indicações:
Melhor Atriz
Cacá Ottoni
PREMIAÇÕES
Festival de Cinema Brasileiro de Los Angeles, EUA 2017
Vencedor do Prêmio LABRFF
Melhor Filme
Caio Sóh
Melhor Diretor
Caio Sóh
Melhor Ator
Marco Ricca
Melhor Ator Coadjuvante
Pedro Nercessian
Premio 11º Fest Aruanda[/size]
Premiados:
Melhor Roteiro Caio Sóh
Melhor Ator Coadjuvante
Pedro Nercessian

Bianca Bin…………..Emilia
Milhem Cortaz………..Celso
Adriana Esteves……….Maria
David Junior……………..Tatu
Pedro Nercessian……….Pedro
Emílio Orciollo Netto…Augusto
Cacá Ottoni………………….Rita
Bruno Padilha…………….Wilson
Marco Ricca……………….Batista
Remo Rocha……………….Donato
Gustavo Novaes………………Helio


# País – Brasil
# Edição – Caio Sóh
# Música – Maria Gadú
# Fotografia – Azul Serra
# Maquiagem – Matheus Pasticchi
# Efeitos Visuais – Lucio Arthur / Lurival Jones
# Produção – Samantha Capdeville / Caio Sóh
# Produtora – Mistika / Simtz / Canal Brasil
# Distribuidora – Boca Filmes / Art House


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