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BONITINHA, MAS ORDINÁRIA – HDTV / Nacional / 1080p – Download – 1981


BONITINHA, MAS ORDINÁRIA (HDTV/NACIONAL/1080P) – 1981
BONITINHA, MAS ORDINÁRIA – 1981 (Versão sem Cortes)
BRASIL
DRAMA
DIREÇÃO: Braz Chediak
ROTEIRO: Sindoval Aguiar, Doc Comparato (+3)
IMDb: 6,4 https://www.imdb.com/title/tt0132891/

BONITINHA, MAS ORDINÁRIA (HDTV/NACIONAL/1080P) - 1981 (Versão Atualizada) Capa

POSTAGEM PUBLICADA ORIGINALMENTE EM 16/03/2019.

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RMZ – HDTV TRILOGIA EXCLUSIVA INÉDITA REMASTERIZADA RARA AC3 5.1

Postado por Mandrake

BONITINHA, MAS ORDINÁRIA (HDTV/NACIONAL/1080P) - 1981 (Versão Atualizada) 1+dados+do+arquivo

Formato: MKV
Qualidade: HDTV 1080p (1920×1080) NACIONAL
Tamanho: 3.55 GB (Parte Única)
Duração: 1 h 46 min (Exclusiva Versão sem Cortes)
Áudio: Português BR AC3 5.1ch
Servidor: Google Driver – VERSÃO MENOR (Parte Única) Compactada Winrar
RMZ Encoder Uploader: Mandrake

VEJA TAMBÉM: BONITINHA, MAS ORDINÁRIA (HDTV/NACIONAL/1080P) – 1963 Postado por Mandrake

VEJA TAMBÉM: BONITINHA, MAS ORDINÁRIA (HDTV/NACIONAL/1080P) – 2013 Postado por Mandrake

NOTA: Estes Arquivos foram devidamente compactados com o uso do WinRar v5.71.
Utilize esta mesma versão do Programa para extração correta dos arquivos sem erros.

BONITINHA, MAS ORDINÁRIA (HDTV/NACIONAL/1080P) - 1981 (Versão Atualizada) Intro

Vamos agora conhecer o Segundo filme da  “Trilogia Bonitinha, Mas Ordinária”. Já neste filme, Edgar é um rapaz de Minas Gerais de origem bastante humilde, fato esse que o constrange. Procurado por Peixoto, genro do milionário Weneck, dono da firma onde ele trabalha, Edgar recebe a proposta de se casar com Maria Cecília, filha de Werneck, de 17 anos. Louco Pelo dinheiro, Edgar aceita, mas tem dúvida por gostar de Ritinha, sua vizinha. Já com o casamento acertado, Edgar e Ritinha encontram-se e se despedem em um Cemitério, onde ela abre o jogo e conta para Edgar, o que ela faz para garantir o sustento da Mãe e as três Irmãs. O Marcante neste filme é a Frase “O Mineiro só é Solidário no Câncer”. Este foi o filme que mais gostei da Trilogia. Gravado em “HDTV” Remasterizado, em Alta Definição e com a Excelente qualidade de Imagem e Áudio. É mais um grande filme, que você encontra só aqui, com exclusividade no “Tela de Cinema”, principalmente, aqueles que apreciam “Grandes Clássicos Imortais do Cinema Nacional”. Vale apena Conferir…

SOBRE O PROJETO:

Este Projeto consiste na Trilogia de Bonitinha, Mas Ordinária. Este é o Segundo Filme, Colorido, Remasterizado, e com excelente qualidade de Imagem. Não houve necessidade de uma segunda Remasterização. Porém ao criar Novos Encodes, apliquei algumas correções na Profundidade de Campo, Foco Dimensional e no Contaste Dinâmico. Encode criado em tamanho Único. E o Áudio, o mesmo foi restaurado, corregida algumas falhas, alguns chiados, alguns estalos, suavização de graves e agudos e em seguida criada a nova versão final Dolby 5.1. Outro detalhe é que esta Versão é sem Cortes, rara, pela Primeira vez em HD até hoje lançada com exclusividade aqui no Tela de Cinema.

BONITINHA, MAS ORDINÁRIA (HDTV/NACIONAL/1080P) - 1981 (Versão Atualizada) Descri

– SOBRE O VÍDEO:
Versão Menor – 1920×1080 – x264 – AVC – 16:9 – 29.970 FPS – High@L4 – 4140 KBPS
Áudio: Português – AC3 5.1ch – 48 kHz – 640 kbps

– SOBRE O FILME:
HDTV 1080P de Ótima qualidade.
Encode criado em tamanho Único
Excelente Qualidade de Imag
em

Seleção das melhores imagens para esta Postagem…

– SOBRE O ÁUDIO:
Português – BR
Mídia (TV Paga / Canal Brasil)
Áudio Editado, Criado AC3 5.1ch, Resync
Qualidade: Áudio Principal 5.1ch 48 kHz 640 kbps

Ótimo filme para todos…

Mandrake

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Google Drive – Versão Menor – 1920×1080 – 4140 KBPS – 3.55 GB
BONITINHA, MAS ORDINÁRIA 1981 [Edição Remasterizada]

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SENHA:

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BONITINHA, MAS ORDINÁRIA (HDTV/NACIONAL/1080P) - 1981 (Versão Atualizada) 3+sinopse

Edgar é um rapaz de Minas Gerais de origem bastante humilde, fato esse que o constrange. Procurado por Peixoto, genro do milionário Weneck, dono da firma onde trabalha, Edgar recebe a proposta de se casar com Maria Cecília, filha de Werneck, de 17 anos. Pelo dinheiro, Edgar aceita, mas tem dúvida por gostar de Ritinha, sua vizinha. Já com o casamento acertado, Edgar e Ritinha vão despedir-se num cemitério, onde ela conta o que faz para conseguir sustentar a mãe e as três irmãs.

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Nelson Rodrigues foi um dos dramaturgos mais absorvidos pela indústria cinematográfica brasileira. Bonitinha, Mas Ordinária, tragédia carioca escrita nos anos 1950, por exemplo, é um dos textos mais adaptados. Ganhou uma versão em 1963, esta em questão, de 1981, além uma versão contemporânea, lançada em 2008, todas ligadas aos princípios básicos do texto teatral: o desfacelamento da família, o jogo de aparências da sociedade e os valores morais estilhaçados com o desenvolvimento cada vez mais amplo do espaço urbano.
 
Dirigido por Braz Chediak, responsável por adaptar outros textos trágicos da nossa tradição modernista, tais como Navalha na Carne e Dois Perdidos Numa Noite Suja, de Plínio Marcos, Bonitinha, mas ordinária segue à risca o texto ponto de partida. De origem humilde, Edgar (José Wilker) é um escriturário, homem assalariado que vive precariamente. Certo dia, Peixoto (Milton Moraes) lhe procura para informar que ele teria sido escolhido a dedo por seu chefe, Dr. Werneck (Carlos Kroeber), tendo em mira executar uma missão: casar com Maria Cecília (Lucélia Santos), a sua filha, vítima de uma curra realizada por cinco homens negros. Diante da perda da virgindade da moça, o patriarca da família preocupa-se com a opinião das pessoas e com o destino da jovem, alegando que apenas o casamento pode ordená-la.
 
Mesmo reticente Edgard aceita a proposta, afinal, o dinheiro oferecido era tentador. Os motivos que deixam o rapaz com pé atrás são simplórios diante do panorama de situações que demonstra o desfacelamento dos valores morais que a sociedade constantemente pretende discutir: ao receber o dinheiro, o rapaz se sente corrompido, além da sua queda pela professora Ritinha (Vera Fischer), mulher que ocupa outro eixo da sua vida, mas que lhe surpreende com uma revelação arrasadora: visando salvar a família de um problema financeiro, ela tornou-se prostituta no turno oposto.
 
Mergulhado na dualidade, Edgard entra em conflito: indeciso entre continuar na vida de riqueza e corrupção ou viver com privação ao lado da mulher que ama. No entanto, como afirma um personagem em certo trecho, “nascer pobre é destino, mas casar-se com um pobre é burrice”. Edgar aceita o dinheiro, sente na pele as mazelas da vida corrupta, entretanto, diferente do que geralmente acontece nas obras de Nelson Rodrigues, há espaço para a redenção ao final, com o amor prevalecendo sobre o dinheiro, mesmo que na trilha caminhada pelo escriturário, alguns rastros de sangue demarquem a trajetória.
 
Com roteiro assinado por quatro profissionais, inclusive Doc Comparato, uma das referências no que tange aos manuais de roteiro, o filme segue de forma fidedigna o texto rodrigueano, como se isso fosse algo bom, mas não é. Ao não ousar e capitalizar em torno de atuações que se assemelham ao desenvolvimento dramático em um palco de teatro, o filme tornou-se uma caricatura do “fazer cinema”. Infelizmente, durante boa parte da história do nosso cinema, a falta de habilidade na transposição de suporte acometeu obras que prometiam bons filmes, sendo Bonitinha, Mas Ordinária um destes exemplares.
 
Mesmo que pareça coisa ultrapassada, o tabu da virgindade ai
nda rende muita
s boas histórias. No passado o tema representava algo ritualístico e imaculado, mas com o advento da modernidade, os valores anteriormente exaltados são alvo de paródia em produções literárias e cinematográficas. Braz Chediak, ciente do tema polêmico em mãos, acerta em alguns momentos, como a cena da festa, espaço em que as pessoas assumem as suas infidelidades, além da cena da curra, crua e suja, mas no geral entregou um filme muito caricato e irregular.
 
Lançado em janeiro de 1981, Bonitinha, Mas Ordinária, completou 35 anos em 2016. É um filme que envelheceu e que funciona bem se analisado numa perspectiva diacrônica. A obra ponto de partida, oriunda do arsenal trágico de Nelson Rodrigues, um dos maiores dramaturgos da nossa história cultural, continua atual e cheia de potência, mas infelizmente nunca foi adaptada de forma eficiente. Talvez num futuro próximo, afinal, espera-se que “Nelson” continue influenciando a geração atual de cineastas.

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Uma das frases repetidas pelo personagem interpretado por José Wilker, o mineiro só é solidário no câncer, é de Otto Lara Resende. De acordo com o site Cineplayers, Edgard repete a frase dezessete vezes, além de outras vezes em que ele a menciona (como a frase do Otto), pois está em um dilema: ou se casa com a filha do patrão, Maria Cecília (Lucélia Santos), estuprada por cinco negros, e recebe um cheque de um alto valor, ou fica com sua namorada, a vizinha Ritinha (Vera Fischer), que, sem que ele soubesse inicialmente, era uma prostituta. Esta é a 2ª de 3 adaptações para o cinema do livro de Nelson Rodrigues. As demais foram Otto Lara Rezende ou… Bonitinha mas Ordinária (1963) e Bonitinha, mas Ordinária (2010).
 
O que chama atenção logo de cara em Bonitinha mas Ordinária ou Otto Lara Resende é a inexistência de personagens inocentes. Todos têm uma mácula no passado ou no presente, são seres imperfeitos, humanos, falhos. O “herói” da história não freia seus instintos sexuais e praticamente violenta seu objeto de desejo; a vizinha é obrigada a se prostituir para prover o melhor para suas irmãs e sua mãe doente; o chefe de Edgard é um sádico que se excita ao ver cenas de violência sexual; a filha dele parece ter herdado um tanto desse gosto pelo masoquismo. Talvez por ter sofrido algo no passado com o próprio pai, não fica claro. Estamos diante de uma gama de personagens longe do bom mocismo. Braz Chediak entende isso como ninguém e povoa seu filme com cenas fortes, que incomodam pela violência e pelo abuso. Isso acaba separando este trabalho das demais pornochanchadas. Muitas delas utilizam cenas de sexo – inúmeras abusivas – como algo excitante. Não aqui. A própria trilha aponta que estamos frente a um filme de terror, por vezes. Exemplo claro disso é a cena em que três jovens irmãs são violentadas em uma festa diabólica. Difícil de assistir.
 
O Curioso é que Chediak é hábil em contar esta sórdida história e tem momentos interessantes, como as três versões diferentes da cena do estupro de Maria Cecília. No desenrolar da trama, descobrimos verdades a respeito daquele momento e, em cada um deles, a cena é modificada para nos mostrar essas mudanças. Quanto ao elenco, José Wilker, Lucélia Santos e Vera Fischer são óbvios destaques, cada um à sua maneira construindo personagens críveis dentro daquele universo criado por Nelson Rodrigues. Wilker parece se divertir ao entoar o mantra de Edgar: “O mineiro só é solidário no câncer”, frase atribuída ao jornalista Otto Lara Resende. Entre a cruz e a espada, o protagonista repete a sentença na tentativa de decidir por qual caminho deverá seguir. Lucélia Santos acabou sendo uma revelação, ainda mais por conseguir viver muito bem os dois momentos distintos de Maria Cecília. Fischer, por sua vez, parece viver a personagem mais equilibrada de todos, ainda que tenha esqueletos guardados no armário e acaba sendo conquistada pelo violento Edgard
 
O que desperta grande Curiosidade em Bonitinha Mas Ordinária ou Otto Lara Resende é que não é um filme assim tão fácil de assistir, até por apresentar as já citadas pesadas cenas de abuso. Em uma época em que falamos tanto da cultura do estupro, assistir ao longa-metragem acaba por ser um desafio em alguns momentos. Ousado para a época, o filme queria desafiar o status culto daquele momento onde vivíamos uma Ditadura, afinal de contas ao colocar uma história com alto teor sexual, mas nada estimulante, e no entanto, bem diferente de outras “Pornochanchadas” de Sucesso. Como se quisesse chocar e fazer pensar, em um período da nossa História em que isso não era olhado com bons olhos pelo poder Vigente. Pesado, mas um tanto válido.

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Lucélia Santos…………………Maria Cecília
José Wilker…………………………….Edgard
Vera Fischer…………………………….Ritinha
C
arlos Kroeber……………………Dr. Werneck
Milton Morae
s…………………………….Peixoto
Henriette Morineau…………….Sogra de Heitor
Rubens Correia……….Funcionário dos Correios
Monah Delacy……………………….Mãe de Edgar
Míriam Pires……………………………….Dona Rita
Sônia Oiticica……………………………..Dona Lygia
Xuxa Lopes………………………..Esposa de Peixoto
Wilson Grey……………………………………..Coveiro

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# País – Brasil
# Musica –  John Neschling
# Fotografia – Hélio Silva
# Edição – Rafael Justo Valverde
# Produção – Nelson Rodrigues Filho
# Remasterização – Canal Brasil Globo Produções
# Produtora – Phoenix / Sincrocine Ltda
# Distribuidora –  Condor Filmes

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Atualizado em: 13 de março de 2021 as 07:23

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