BONITINHA, MAS ORDINÁRIA (HDTV/NACIONAL/1080P) – 1963
BONITINHA, MAS ORDINÁRIA – 1963
BRASIL
DRAMA
DIREÇÃO: Billy Davis
ROTEIRO: Jorge Dória, Nelson Rodrigues (+1)
IMDb: 6,1 https://www.imdb.com/title/tt0188159/

POSTAGEM PUBLICADA ORIGINALMENTE EM 16/03/2019.
LINKS ATUALIZADOS.
RMZ – HDTV TRILOGIA EXCLUSIVA INÉDITA RARA AC3 5.1
Postado por Mandrake

Formato: MKV
Qualidade: HDTV 1080p (1920×1080) NACIONAL
Tamanho: 3.35 GB (Parte Única)
Duração: 1 h 40 min
Áudio: Português BR AC3 5.1ch
Servidores: FilesCDN – Mega – GDrive – Ulozto – LetsUpload (Parte Única) Compactada Winrar
RMZ Encoder Uploader: Mandrake
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Vamos agora conhecer o Primeiro filme da “Trilogia Bonitinha, Mas Ordinária”. Com a legitima intenção de casar sua filha caçula Maria Cecília (Lia Rossi), a qual foi estuprada por três negros desconhecidos em um determinado lugar, o milionário Heitor Wernek (Ambrósio Fregolente) pede ao genro Peixoto (André Villon) para procurar dentre seus funcionários, um rapaz para assumir tal compromisso. O escolhido é Edgar (Jece Valadão), funcionário antigo, há onze anos na companhia. Já no primeiro encontro, Heitor humilha Edgar por enxergar nele um golpista. Edgar, ofendido, resolve abandonar o emprego, mas volta atrás por se sentir atraído por Maria Cecília. O problema é que enquanto Edgar luta para provar que não se vendeu, o seu interesse pela bela vizinha Rita (Odete Lara) irá trazer novas percepções e revelações surpreendentes. Gravado em “HDTV” de Alta Definição e com a Excelente qualidade de Imagem e Áudio. É mais um grande filme, que você encontra só aqui, com exclusividade no “Tela de Cinema”, principalmente, aqueles que apreciam “Grandes Clássicos Imortais do Cinema Nacional”. Vale apena Conferir…
SOBRE O PROJETO:
Este Projeto consiste na Trilogia de Bonitinha, Mas Ordinária. Este é o Primeiro Filme em Preto Branco, conservado e com boa qualidade de Imagem. Criei um Encode Especial para este filme, visando a melhoria na Imagem e algumas Imperfeições. Já o Áudio, o mesmo foi restaurado, corregido chiados, estalos e criado assim nova versão Dolby 5.1.

– SOBRE O VÍDEO:
Versão Média – 1920×1080 – x264 – AVC – 16:9 – 29.970 FPS – High@L4 – 4104 KBPS
Áudio: Português – AC3 5.1ch – 48 kHz – 640 kbps
– SOBRE O FILME:
HDTV 1080P de Ótima qualidade.
Encode criado em tamanho Único
Excelente Qualidade de Imagem
Seleção das melhores imagens para esta Postagem…
– SOBRE O ÁUDIO:
Português – BR
Mídia (TV Paga / Canal Brasil)
Áudio Editado, Criado AC3 5.1ch, Resync
Qualidade: Áudio Principal 5.1ch 48 kHz 640 kbps
Ótimo filme para todos…
Mandrake

BONITINHA, MAS ORDINÁRIA 1963 1920×1080 3.35 GB (Parte Única)










SENHA:


Com a intenção de casar sua filha caçula Maria Cecília (Lia Rossi), a qual foi estuprada por três negros desconhecidos em um lugar ermo, o milionário Heitor Wernek (Ambrósio Fregolente) pede ao genro Peixoto (André Villon) para procurar dentre seus funcionários um rapaz para assumir tal compromisso. O escolhido é Edgar (Jece Valadão), funcionário há onze anos na companhia. Num primeiro encontro, Heitor humilha Edgar por enxergar nele um golpista. Edgar, ofendido, resolve abandonar o emprego, mas volta atrás por se sentir atraído por Maria Cecília. O problema é que enquanto Edgar luta para provar que não se vendeu, o seu interesse pela bela vizinha Rita (Odete Lara) irá trazer novas percepções e revelações.

Em Bonitinha, Mas Ordinária, o roteiro de Jorge Dória e Jece Valadão manté
m a estrutura da peça e s
egue à risca todo o texto: Maria Cecília (Lia Rossi) é a filha do “magnata” Heitor (Ambrósio Fregolente). Certo dia a moça é estuprada por homens negros mal-intencionados e o seu pai, preocupada com a imagem da garota e da família, solicita ao genro Peixoto (André Villon) alguém que esteja disponível para casar com a sua filha violada.
Desta forma, ao longo dos 101 minutos, esta versão de Bonitinha, Mas Ordinária dirigida por J. P. Carvalho pode ser considerada a mais higiênica de todas. A estética cinemanovista está presente, diferente do olhar cru e marginal da versão de Braz Chediak ou da violência explícita da adaptação de Moacyr Góes. Apesar de ser a primeira versão, concentrada em uma época inferior no que tange ao desenvolvimento tecnológico do nosso cinema, as imagens veiculadas pelo filme são bem convincentes e fotografadas.
A montagem ficou por conta de Rafael Justo Valverde, profissional que soube aproveitar bem as imagens captadas pela direção de J. O. Carvalho e pela fotografia de Amleto Daissé, bem como a eficiente composição musical de Carlos Lyra. As cenas são cruas e fortes, mesmo sem a “explicitude” das versões posteriores. Ao apostar por caminhar no terreno do simbólico, o filme ganha maior impacto. O não explícito não significa que está no terreno do não-dito, ao contrário, está latente e disposto a incomodar o espectador mais sensível.
Curioso para nós é perceber que mesmo depois de tanto tempo, os temas parecem cada vez mais atuais e verossímeis. Como apontou o dramaturgo na peça, “toda família tem um momento em que começa a apodrecer”. E de acordo com as versões de Bonitinha, Mas Ordinária, isso está bem mais que latente, afinal, como reforça o autor, “pode ser a família mais decente, mais digna, e lá um dia aparece um tio pederasta, uma irmã lésbica, um pai ladrão, um cunhado louco, tudo ao mesmo tempo”.
Polêmico e ácido em suas colocações ambíguas e, algumas vezes, contraditórias, Nelson Rodrigues nunca se conteve em suas abordagens. Talvez por isso ainda interesse ao cinema, haja vista as possibilidades de contemplação dos seus temas em nosso fluxo contínuo de produção na contemporaneidade.
Desde a primeira versão do dramaturgo Nelson Rodrigues para o cinema, com Meu Destino é Pecar, de 1952, os setores criativos da nossa indústria cultura manteve-se atenta ao potencial do autor para a realização cinematográfica: textos que pedem desempenhos dramáticos fortes, tempo e espaço que permitem a criação de imagens perturbadoras e situações e personagens que surpreendem por suas ações. Mesmo com essas possibilidades, nem sempre o nosso cinema conseguiu captar bem o potencial fornecido por estes textos de partida. Em boa parte das produções os cineastas e roteiristas ficaram na confortável seara da caricatura e estragaram o excelente material literário fornecido pelo maior dramaturgo da nossa história “recente”. Este foi o ponto de Partida para o sucesso de Bonitinha , Mais Ordinária.




















Jece Valadão……………Edgar
Odete Lara………………….Rita
Lia Rossi……………Maria Cecilia
Fregolente……….Hector Wernek
André Villon……………….Peixoto
Ida Gomes………Esposa de Heitor
Antonia Marzullo………Mãe de Rita
Maria Gladys…………..Irmã de Rita


# País – Brasil
# Musica – Carlos Lyra
# Fotografia – Hamlet Daissé
# Edição – Rafael Justo Valverde
# Direção de Arte – José Cajado Filho
# Produção – Joffre Rodrigues / Jece Valadão
# Distribuidora – Produções Cinema Herbert Richers
# Produtora – Magnus Filmes


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