ANITA 2016
BRASIL
DRAMA, HISTORIA
DIREÇÃO: Olíndo Estevam
ROTEIRO: Rolando Christian Coelho / Olindo Estevam
FILMOW: 2,5 https://filmow.com/anita-t234831/

POSTAGEM PUBLICADA ORIGINALMENTE 17/01/2019.
POSTAGEM ATUALIZADA, NOVA VERSÃO REMASTERIZADA, NOVO LINK!!
RMZ – HDTV EXCLUSIVO RARIDADE AC3 5.1ch
Postado por Mandrake

Formato: MKV
Qualidade: HDTV 1080p (1920×1072) NACIONAL
Tamanho: 5.04 GB (Versão Média)
Duração: 1h 47 min
Áudio: Português BR 5.1ch
Servidor: Google Driver – VERSÃO MÉDIA (Dividida em 2 Partes) Compactadas Winrar
RMZ Encoder Uploader: Mandrake
NOTA: Estes Arquivos foram devidamente compactados com o uso do WinRar v5.70.
Utilize esta mesma versão do Programa para extração correta dos arquivos sem erros.

Em “Anita” curiosamente não encontrei nenhum registro ou sequer relato no IMDb sobre este filme. O Filme Retrata Anita no papel de “Lize Souza” rumo a seu destino junto ao “Giuseppe Garibaldi”. Embora seje um filme diferente, ressalto que o foco do Diretor estende-se a Menina Anita, seu nascimento, a Família e a vivência da época. O Filme foi Premiado e conta com um Elenco muito bom. Infelizmente nem todas as Tv’s Fechadas exibem o filme completo, infelizmente eles dividem em partes como é o caso da “Paramount Channel”. Então para este filme, exclusivamente no meu “RMZ” ao encodar o filme, criei um Efeito “Fade” que unem as partes. Eu gostei do resultado final e vou manter como padrão em meus RMZ e Encodes futuros. Totalmente Gravado em Alta Definição e com a Excelente qualidade de Imagem e Áudio. É mais um grande filme, uma raridade, que você encontra só aqui com exclusividade no “Tela de Cinema”, principalmente, aqueles que apreciam “Grandes Clássicos Imortais do Cinema Nacional”. Vale apena conferir…
SOBRE O PROJETO:
O Projeto o filme recebeu apenas um leve tratamento de Imagem. O Filme já possui uma ótima qualidade de imagem. Já para o Novo Encode criado apenas em tamanho único. Editei apenas o áudio, restaurei alguns trechos, efetuei algumas correções, remasterizei e criei o Áudio 5.1 definitivo. Concluído mais um grande Clássico que entra em definitivo para a historia do Cinema Nacional com ótima qualidade só aqui no tela de Cinema.


– SOBRE O VÍDEO:
Versão Média – 1920×1072 – x264 – AVC – 16:9 – 29.970 FPS – High@L4 – 6140 KBPS
Áudio: Português – AC3 5.1ch – 48 kHz – 640 kbps
– SOBRE O FILME:
HDTV HDR 1080p de Ótima qualidade.
Encodes criados em tamanho único
Excelente Qualidade de Imagem, mais HDR Dinâmico
Seleção das melhores imagens para esta Postagem…
– SOBRE O ÁUDIO:
Português – BR
Mídia (TV Paga / Paramount Channel HD)
Áudio Editado, Criado AC3 5.1ch
Bom filme a todos…
Mandrake

Google Drive – Versão Média – 1920×1072 – 5.04 GB
ANITA 2016

SENHA:


A Maior Heroína Sul Brasileira retratada na sua humanidade e na sua simplicidade de cidadã comum e muito pobre, a guerreira indômita e libertária que abalou o mundo com sua bravura, desde a mais tenra idade, ganha um filme a sua altura. Anita Garibaldi nasceu em 1821, em Santa Catarina. Após casar-se, aos 14 anos, com Manuel Duarte de Aguiar, ela conhece o revolucionário italiano Giuseppe Garibaldi, por quem se apaixona. Decidida, ela se separa, quatro anos depois, e casa com o italiano. Ao seu lado, vai se tornar uma grande heroína ao lutar contra o regime. Anita Garibaldi, esteve presente incontáveis vezes nos palcos e nas telas, tanto em seriados como “A Casa das Sete Mulheres” quanto em filmes como “Anita e Garibaldi (2012)”. Ainda assim, a jornada da mulher que precede sua condição de mito sempre foi pouco explorada ou dissociada da figura do revolucionário Giuseppe Garibaldi, algo que neste longa-metragem catarinense “Anita” tenta corrigir. Talvez houvesse motivos para não apresentar a juventude de tão icônica figura da história brasileira, afinal. A obra foi lançada no festival de Gramado em 2016.

A heroína sulista Anita Garibaldi já foi retratada incontáveis vezes nos palcos e nas telas, tanto em seriados como A Casa das Sete Mulheres quanto em filmes como Anita e Garibaldi (2012). Ainda assim, a jornada da mulher que precede sua condição de mito sempre foi pouco explorada ou dissociada da figura do revolucionário Giuseppe Garibaldi, algo que o longa-metragem catarinense Anita tenta corrigir. Talvez houvesse motivos para não apresentar a juventude de tão icônica figura da história brasileira, afinal. Ao subir dos créditos finais da produção, percebe-se que não havia nada de muito interessante ou relevante para contar.
Ana Maria de Jesus Ribeiro nasceu no interior de Santa Catarina, na região de Laguna, em 1821. Filha de um pobre casal que sobrevivia da lida campeira, a terceira de 10 filhos teve de assumir grandes responsabilidades ainda no início da adolescência, principalmente após o falecimento de seu pai e o casamento de sua irmã mais velha. De personalidade arredia e autêntica, a garota sofreu as muitas agruras tão comuns entre pobres famílias durante o império brasileiro. Anita apresenta uma fatia da vida dessa personagem, do seu nascimento ao primeiro casamento, com Manuel Duarte de Aguiar.
Considerada uma superprodução sem precedentes em solo catarinense, Anita sofre por conta das ambições de seus realizadores, o roteirista Rolando Christian Coelho e o diretor Olindo Estevam, que insistem em atribuir tons épicos e grandiloquentes para uma narrativa majoritariamente prosaica. Há alguns momentos importantes nos primeiros anos da biografia da revolucionária, como a morte do pai e o abuso sexual. O restante da trama é pautado em dramas introspectivos de Ana e pequenos conflitos familiares, que pouco sustentam os 105 minutos de duração do filme. O roteiro, episódico, parece preparar o espectador para o que há porvir na construção da grande Anita Garibaldi – o que é um desserviço, porque este filme jamais a irá apresentar.
A direção de arte e figurinos em Anita não sustentam as pretensões do drama, assim como outros valores de produção, que ficam abaixo das expectativas. Ainda que algumas indumentárias gauchescas sejam fidedignas, são nas vestes mais ordinárias que o filme decepciona, algo que também ocorre com os cenários pouco críveis, construídos exclusivamente para o longa – como o centro comercial da pequena Laguna. Quando se transfere para as belas paisagens naturais dos Campos de Cima da Serra, a fotografia se perde entre o retrato dos personagens e locações; as transições que mostram a sôfrega viagem de Anita e seu pai entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul, por exemplo, são tão artificiais quanto deslocadas.
Lize Souza, que já deu vida à Anita nos palcos em montagem homônima, tem a incumbência de caracterizar a personagem em sua adolescência, algo que só vai funcionar se o espectador ignorar ou desconhecer a informação de que a jovem ali retratada tem 14 anos de idade. Ainda que tenha presença de tela e controle dramático louváveis, falta direção em sua composição, que caminha entre o melodrama e nuances mais sutis ao desenvolver de cada sequência. Atores mais renomados, como Neusa Borges, Rosi Campos, Walter Breda e Jackson Antunes, têm participações tão velozes que mal justificam seus nomes nos créditos. Em determinado momento de Anita, uma cigana prevê o futuro de sangue e batalhas da personagem e isso é retratado rapidamente num instigante foreshadowing, que, no entanto, nunca se concretiza em tela. Ao fim, é essa sensação mais permanente que o filme propicia: de que ele poderia ser e oferecer muito mais, mas isso nunca chega, de fa
to, a ac
ontecer.

O papel principal de Anita foi destinado à atriz lagunense Lize Souza, que interpretou magistralmente esta fase da vida da Heroína. Lise estreou suas atividades cênicas ainda em 2003 e 2004, quando interpretou Anita Garibaldi durante as encenações da Tomada de Laguna. Atualmente reside no Rio de Janeiro onde tem trabalhado como atriz em peças publicitárias, teatros e filmes. Lise, atores e diretores estarão presentes na estreia do dia 20, que também contará com a presença do grupo de mulheres conhecidas como “Guardiãs de Anita”. No elenco, que estreou em Gramado/RS, encontram-se atores nacionais como Sebastião Fonseca, Jackson Antunes, Nadya Mendes, Anselmo Vasconcelos, Luciano Szafir e Roberto Birindelli, além de outros de igual grandeza, em produção da Paiol Filmes, com direção geral do cineasta Rolando Christiano Coelho. Ana Maria de Jesus Ribeiro nasceu no interior de Santa Catarina, na região de Laguna, em 1821. Filha de um pobre casal que sobrevivia da lida campeira, a terceira de 10 filhos teve de assumir grandes responsabilidades ainda no início da adolescência, principalmente após o falecimento de seu pai e o casamento de sua irmã mais velha. De personalidade arredia e autêntica, a garota sofreu as muitas agruras tão comuns entre pobres famílias durante o império brasileiro. Anita apresenta uma fatia da vida dessa personagem, do seu nascimento ao primeiro casamento, com Manuel Duarte de Aguiar.
Este foi o primeiro festival que Anita participou como concorrente. Em agosto passado o filme havia sido exibido no Festival de Cinema de Gramado a convite de seus curadores. Apenas dois filmes tiveram esta primazia na ocasião, dentre quase mil inscritos de nove países de língua latina. Para o produtor executivo de Anita, jornalista Rolando Christian Coelho, a premiação conquistada reforça a tese de que o filme atingiu plenamente seus objetivos enquanto produto artístico. “Nossa preocupação não era apenas de fazer um filme que contasse a história da juventude de Anita Garibaldi, mas fazer um filme bem feito, que ressaltasse a capacidade do povo catarinense em fazer cinema”, comenta o produtor, que também assinou a direção de Arte da produção. Para a atriz Lize Souza, que interpretou Anita e conquistou o prêmio de Melhor Atriz, “nada poderia ter sido melhor”. Bastante emocionada durante a premiação, ela fez questão de ressaltar o empenho pessoal para que Anita Garibaldi ressurgisse através de sua interpretação. “É uma responsabilidade muito grande, e maior ainda para mim, que sou lagunense como ela. Não sei se houve algum dia mais feliz na minha vida do que o dia de hoje, pois esperei por dez anos por um reconhecimento como este”, comentou a atriz, ao receber a premiação. A premiação aconteceu no Cine Deon, numa cerimônia de gala que contou com a presença do prefeito eleito do município, Marcelo Crivella, além de outros 500 convidados.
O ator global Marcelo Aquino, que também participa do elenco de Anita e prestigiou o Festival, ressaltou a importância do evento. “Eu moro no Rio de Janeiro e todo mundo sabe que o mundo do cinema e da televisão no país passa necessariamente por esta cidade. Ter três prêmios nacionais concedidos para o filme através do Rio de Janeiro, sem dúvidas, será um divisor de águas para Anita. Será um referencial e tanto para o projeto”, comentou. O diretor do filme, Olindo Estevam, comemorou a premiação entusiasmado. “É de fato algo incrível na vida de um diretor. Em um trabalho épico como é o caso do filme Anita a gente precisa ficar focado cem por cento em todos os detalhes. Desde a interpretação de um protagonista, até o tamanho da chama de uma lamparina. Por incrível que pareça a gente acabou ganhando prêmios justamente nestes extremos. Isto demonstra o tamanho do carinho e do cuidado que toda a equipe teve para realizar este filme”, comentou Olindo. Nos próximos dias Anita será exibido em outros municípios do Sul do Estado e também na serra gaúcha. No dia 24 o filme será apresentado no distrito de Guarita, em Sombrio, numa promoção dos alunos do Colégio Normélio Cunha. Já no dia 25 a apresentação acontece em São Francisco de Paula (RS), onde várias de suas cenas foram realizadas.


























PREMIAÇÕES
Festival Internacional de Cinema Cristão RJ 2017
Prêmiados
(Melhor Figurino)
Aurelino da Cunha Pereira,
(Melhor Direção de Arte)
Rolando Christian Coelho e Olindo Estevam,
(Melhor Atriz)
Lize Souza

– Lize Souza (Anita)
– Sebastião Fonseca
– Luciano Szafir
– Neusa Borges
– Walter Breda
– Rosi Campos
– Nadya Mendes
– Germano Pereira
– Jackson Antunes
– Zé Victor Castiel
– Roberto Birindelli
– Anselmo Vasconcellos


# País – Brasil
# Musica – Tarica
# Edição – Giulia Ciniselli
# Fotografia – Olavo Schuck
# Produção – Renata Becker
# Estúdio – Correio Sul Filmes
# Montagem – Olindo Estevam
# Figurino – Aurelino da Cunha Pereira
# Produtora – Cristal Produções / Paiol Filmes
# Direção de Arte – Rolando Christian Coelho / Olindo Estevam


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